1. Entrevista: pesquisadora fala sobre violência obstétrica

    Melania Amorim, médica e professora de ginecologia e obstetrícia da Universidade Federal de Campina Grande, fala sobre violência obstétrica. O governo decidiu abolir o uso do termo violência obstétrica em notas técnicas e textos oficiais que materializam as diretrizes das políticas públicas. "É uma tentativa de silenciamento e um grande desapontamento, mas não vão nos impedir de falar sobre e de denunciar, muito menos de pesquisar e publicar”, disse a médica à Radis. 

  2. Entrevista: Hugh Lacey reflete sobre ética na ciência

    No atual contexto, em que 239 agrotóxicos são liberados somente em 2019 – o maior volume da história no país –, em que transgênicos (organismos geneticamente modificados) foram introduzidos no país sem se pensar nas alternativas agroecológicas, na saúde e no ambiente, torna-se primordial refletir sobre os princípios que devem guiar cientistas. Em entrevista ao Informe ENSP, o professor emérito de filosofia da Família Scheuer e pesquisador sênior na Swarthmore College (Pennsylvania, EUA), Hugh Lacey, afirma que as questões éticas e científicas são imbricadas.
     
     

  3. Entrevista: aluna da ENSP comenta o processo de organização estudantil

    “O Fórum apoia coletivos e organizações de base popular e trabalhista que visem ao fortalecimento do SUS, dos direitos sociais e lutem por uma sociedade justa, solidária e inclusiva”, destacou a representante dos alunos no Conselho Deliberativo, a mestranda do programa de Epidemiologia em Saúde Pública, Elizabeth Leite.  
     

  4. Entrevista: Doulas promovem atividades no Centro de Saúde da ENSP

    No dia 26 de abril, aconteceu o Dia da Grávida no Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP). O evento, realizado em parceria com a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) e a Associação de Doulas do Rio de Janeiro (Adoulas RJ), promoveu rodas de conversas, aromaterapia, técnicas de sling, de massagens e de acupressão para mães, gestantes e pais. 
     

  5. Entrevista: “Vários fatores contribuem para as enchentes. Para resolvê-las, é necessário pensar em cidades sensíveis à agua”, assegurou a pesquisadora da ENSP, Débora Cynamon Kligerman

    A culpa não é das estrelas tampouco da natureza, como vêm afirmando há anos governantes da cidade do Rio de Janeiro. As ações do homem sobre o planeta e a falta de planejamentos municipal, estadual e federal tornaram-se os vilões dos estragos agravados pelas chuvas torrenciais caídas no município nos dias 10 e 11 de abril.