1. Governo brasileiro vê divergências na criação de agência ambiental na Rio+20

     

    A Secretaria-Executiva da Comissão Nacional para Rio+20 vê divergências na criação de uma agência ambiental internacional no âmbito das Nações Unidas, em moldes semelhantes ao da Organização Mundial do Comércio. Essa é uma iniciativa defendida por países da Europa e África e que poderia ser criada no decorrer da conferência Rio+20, a ser realizada em junho, no Rio de Janeiro.

  2. Secretário-geral da Rio+20 inicia missão no Brasil

    O Secretário-Geral da Rio+20, Sha Zukang, iniciou, na segunda-feira (5/3), sua missão no Brasil. Durante sua estadia no País ele se reunirá com ministros, com os organizadores nacionais do evento, com membros do Parlamento brasileiro e outras autoridades para informar sobre o processo político da Rio+20, questões fundamentais a serem abordadas no evento e os preparativos logísticos para a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável.

  3. Fórum Social de Manguinhos debate papel da favela na Rio+20

    O Fórum Social de Manguinhos realiza na terça-feira (6/3), às 18h, na Sala Meu Bairro, da Biblioteca Parque Manguinhos, o debate Rio+20: o que a FAVELA QUER dizer ao Mundo? Segundo os organizadores, o objetivo do encontro é refletir e definir com a favela quais demandas serão levadas para as discussões da Rio+20, abordando quais bandeiras devem ser levantadas para que haja, de fato, mudança da realidade ambiental com garantia de direito e respeito ao meio-ambiente. A atividade é aberta ao público.

  4. Sociedade civil se organiza para discutir temas da Rio+20

    "Na roça, há uma epidemia de câncer. As crianças estão morrendo de leucemia por causa do veneno na lavoura. Precisamos desconstruir esse modelo de desenvolvimento que afeta a saúde e o meio ambiente e no qual o capital explora e exclui a maioria da população". O brado da camponesa IIzanete Maria Colla comoveu os participantes do debate promovido pelo Escritório Fiocruz na Rio+20 (26/1), no Fórum Social Temático, em Porto Alegre (RS), que contou com a participação de representantes de movimentos sociais, pesquisadores e representantes do Ministério da Saúde e da Organização Panamericana da Saúde (Opas/OMS). Ao seu lado, Adélia Schmitz chamou atenção para a contaminação da água, do ar, do solo e da produção por agrotóxicos. Integrantes do Movimento Mulheres Camponesas (MMC Brasil), elas contaram que o pequeno produtor está integrado às grandes indústrias de químicos e sementes e não planta mais para a sua subsistência. "Há uma grande diferença de como se produzia na minha infância e hoje. A Rio+20 não pode ignorar a questão", alertou.

  5. Estudo lista os desafios ambientais deste século

    A comunidade científica internacional listou as 21 questões ambientais emergentes no século XXI, e no topo do ranking está a necessidade de ajustar a governança aos desafios da sustentabilidade global. Ou seja: no sistema atual faltam representatividade, dados, transparência, maior participação e eficiência na transição para economias de baixo carbono. O segundo lugar do ranking é surpreendente: não há profissionais capacitados para a economia verde.