1. Dia Mundial Sem Tabaco 2017: OMS convoca luta em favor da saúde, prosperidade, meio ambiente e desenvolvimento

    As medidas para erradicação do uso do tabaco podem ajudar os países a evitar que milhões de pessoas adoeçam e morram de enfermidades relacionadas a esse produto, além de combater a pobreza e, de acordo com o primeiro relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre seus efeitos no meio ambiente, reduzir a degradação ambiental em grande escala. Em 2017, no Dia Mundial Sem Tabaco, a OMS recorda a ameaça que esse produto representa ao desenvolvimento dos países e pede aos governos que implementem medidas fortes de controle do tabagismo, como a proibição de marketing e publicidade de tabaco, promoção de embalagens neutras para esses produtos, aumento dos impostos especiais e proibição de fumar em lugares públicos fechados e locais de trabalho.

  2. Inscrições abertas para estágio internacional em Cuba

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca está com chamada aberta para o Programa de Estágio Internacional para as Residências Médica e Multiprofissional em Saúde da Família 2017. Criada a partir do acordo de cooperação com a Escola Nacional de Saúde Pública de Cuba (ENSAP) e o Instituto Nacional de Higiene Epidemiologia e Microbiologia (INHEM), importantes centros formadores em Saúde Pública na América Latina, a oferta de estágio visa fornecer conhecimento das características do sistema de saúde cubano, assim como vivenciar a realidade dos programas e serviços de Atenção Básica e epidemiologia em Cuba. As inscrições devem ser realizadas pelo do e-mail da Assessoria de Cooperação Internacional da ENSP (ensp.aci@gmail.com) até o dia 09 de junho de 2017.

  3. Confira a cobertura completa do do I Colóquio Latino-Americano de formação em Saúde Pública

    No mês de maio a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Ficoruz) abriu suas portas para a realização do I Colóquio Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública, que recebeu representantes de escolas e instituições de Saúde Pública da América Latina com o objetivo de possibilitar o intercâmbio de experiências exitosas de formação em saúde pública, estreitando o diálogo e o crescimento conjunto de instituições-chave do Brasil e de Cuba, que enfrentam cotidianamente o desafio de qualificar recursos humanos para seus sistemas de saúde. Ao longo de três dias, muitas experiências e desafios foram debatidos entre os especialistas presentes. Entre conferências, painéis, atividades culturais e homenagens temas como redes colaborativas, experiências de formação, internacionalização da formação e determinantes sociais da formação em saúde pública estiveram em debate. A equipe do Informe ENSP e a equipe de comunicação da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV) foram responsáveis pela cobertura da atividade e preparam um vasto material de divulgação de tudo que aconteceu durante o evento. Confira as matérias, vídeos e fotos do I Colóquio.

  4. Asa Cristina Laurell encerra Colóquio Latino-Americano de Formação em Saúde Pública

    De 8 a 10 de maio, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) recebeu representantes de escolas e instituições de Saúde Pública da América Latina para a realização do I Colóquio Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública, que teve como principal objetivo possibilitar o intercâmbio de experiências exitosas de formação em saúde pública, estreitando o diálogo e o crescimento conjunto de instituições-chave do Brasil e de Cuba, que enfrentam cotidianamente o desafio de qualificar recursos humanos para seus sistemas de saúde. Ao longo de três dias, muitas experiências e desafios foram debatidos entre os especialistas presentes. Para encerrar as discussões, o Colóquio teve como conferencista uma grande pensadora da saúde na América Latina, com reconhecida trajetória acadêmica e na gestão pública, a sueca naturalizada mexicana Asa Cristina Laurell. Em sua apresentação, ela questionou Quem são os sanitaristas latino-americanos da atualidade? Uma visão da medicina social/saúde coletiva. A conferência foi coordenada pelo ex-presidente da Fiocruz e diretor do Centro de Relações Internacionais da Fiocruz, Paulo Buss.

  5. Colóquio Latino-Americano debate Redes Colaborativas e formação docente em Saúde Pública

    O primeiro painel do I Colóquio Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública, no dia 8 de maio, discutiu o tema Redes Colaborativas e Formação de Formadores Latinoamericanos, com a participação de Ricardo Teixeira, da Faculdade da Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e Mario Rovere, da Universidade Nacional de Rosário, na Argentina. Ricardo Teixeira fez um relato de experiência sobre a Rede Humaniza SUS (RHS), rede colaborativa social vinculada à Política Nacional de Humanização. A RHS existe há dez anos e funciona como um blog comunitário, no qual os usuários podem postar suas publicações. "É uma rede social aberta para ocupação coletiva, na qual se compartilham narrativas de experiências de trabalho submetidas à discussão pública, contribuindo para o aprimoramento das políticas de gestão e cuidado em saúde", disse Ricardo. Na RHS, também são compartilhadas experiências de formação no Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive com a publicação de trabalhos de alunos. "É um espaço de ocupação pelo cotidiano do trabalho em saúde", observou Ricardo. Atualmente, a RHS tem 33 mil usuários cadastrados e publicações de 1.850 autores, além de 35 mil comentários já registrados. As apresentaçãoes estão disponíveis no Canal da ENSP no Youtube

  6. Experiências Brasil - Cuba e formação em saúde pública na graduação pautaram Colóquio Latino-Americano

    No segundo dia do I Colóquio Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública, o painel Experiências na Formação de Formadores no Brasil e em Cuba contou com a presença de Lázaro Díaz e Carlos Raúl del Pozo, da Escola Nacional de Saúde Pública de Cuba (Ensap); Ronaldo Travassos, da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz); Frederico Peres, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz); Antonio Rodríguez, da Faculdade de Tecnologia da Saúde de Havana (Fatesa/Cuba); Adolfo Alvarez Pérez, do Instituto Nacional de Higiene, Epidemiologia e Microbilogia (Inhem/Cuba) e Waldo Díaz, do Instituto Nacional de Saúde dos Trabalhadores de Cuba (Insat).

  7. Internacionalização na formação e determinantes sociais da saúde pautam últimos painéis de Colóquio Latino-Americano

    No último dia do I Colóquio Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública, 10 de maio, o primeiro painel teve como tema Internacionalização e Formação em Saúde Pública: a experiência cubana, com Ahindris Calzadilla, do Inhem; e Xiomara Martín, da Ensap. O painel foi coordenado pela assessora da Coordenação de Cooperação Internacional da EPSJV, Ingrid Freire. Ahindris falou sobre os benefícios da internacionalização universitária, que fortalece as universidades, incrementa o conhecimento, além de melhorar e enriquecer a formação profissional. Xiomara falou a respeito da Escola Latino-Americana de Medicina (Elam), que existe desde 1999. Até 2016, já foram formados cinco mil estudantes, de 123 países. O programa é estendido a todos as faculdades de Medicina do país e os egressos atuam em vários países do mundo.

  8. Entrevista: Asa Cristina Laurell fala da importância de se retomar conceitos da Saúde Coletiva em tempos de crise

    Uma das grandes pensadoras da saúde na América Latina, com reconhecida trajetória acadêmica e na gestão pública, a sueca naturalizada mexicana Asa Cristina Laurell foi a principal palestrante do I Colóquio Latino-Americano de Formação em Saúde Pública realizado na ENSP entre os dias 8 e 10 de maio. Asa Laurell falou ao Informe ENSP sobre a importância dessas discussões no contexto da crise política por que passam países da América Latina.

  9. Colóquio Latino-Americano debate Redes Colaborativas e formação docente em Saúde Pública

    O primeiro painel do I Colóquio Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública, no dia 8 de maio, discutiu o tema Redes Colaborativas e Formação de Formadores Latinoamericanos, com a participação de Ricardo Teixeira, da Faculdade da Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e Mario Rovere, da Universidade Nacional de Rosário, na Argentina. Ricardo Teixeira fez um relato de experiência sobre a Rede Humaniza SUS (RHS), rede colaborativa social vinculada à Política Nacional de Humanização. A RHS existe há dez anos e funciona como um blog comunitário, no qual os usuários podem postar suas publicações. "É uma rede social aberta para ocupação coletiva, na qual se compartilham narrativas de experiências de trabalho submetidas à discussão pública, contribuindo para o aprimoramento das políticas de gestão e cuidado em saúde", disse Ricardo. Na RHS, também são compartilhadas experiências de formação no Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive com a publicação de trabalhos de alunos. "É um espaço de ocupação pelo cotidiano do trabalho em saúde", observou Ricardo. Atualmente, a RHS tem 33 mil usuários cadastrados e publicações de 1.850 autores, além de 35 mil comentários já registrados. As apresentaçãoes estão disponíveis no Canal da ENSP no Youtube

  10. I Colóquio Latinoamericano debate a formação em Saúde Pública

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), o Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde (Isags/Unasul) e o Instituto Nacional de Higiene, Epidemiologia e Microbiologia (Inhem/Cuba) promoveram, de 8 a 10 de maio, o I Colóquio de Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública. Em sua primeira edição, o Colóquio Latino-Americano foi pensado de maneira mais abrangente para facilitar não somente o diálogo entre instituições brasileiras e cubanas, mas também incorporar as experiências e os desafios de outras instituições vizinhas, responsáveis pela formação e a qualificação de quadros estratégicos para os sistemas de saúde da região. Durante três dias, professores, dirigentes e alunos de instituições formadoras do Brasil, Cuba e diversos outros países latino-americanos discutiram experiências, oportunidades e desafios relacionados à formação em saúde pública e o papel das instituições formadoras no aprimoramento da governança e da gestão dos serviços, programas e sistemas de saúde regionais.