1. ENSP promove seminário com universidade portuguesa

    Compreender a nova realidade dos processos produtivos e do mundo do trabalho no campo da saúde são os objetivos do Seminário Internacional Brasil - Portugal: Trabalho em Saúde, Desigualdades e Políticas Públicas, que ocorrerá entre os dias 4 e 6 de dezembro, na Universidade do Minho, em Portugal, em parceria com a ENSP. Desde 2008, pesquisadores da Escola vêm promovendo atividades conjuntas com o Centro de Investigação em Ciências Sociais da Universidade do Minho, com vistas a estimular o intercâmbio e a produção científica nesse campo. As pesquisadoras Simone Oliveira, do Centro de Estudo em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana, e Maria Inês Carsalade Martins e Isabel Cristina Lamarca, do Departamento de Ciências Sociais da ENSP, estão na comissão organizadora do evento. O seminário aceita submissão de trabalho até o dia 15/7.

  2. Relatório busca melhorar o acesso a medicamentos

    O Núcleo de Assistência Farmacêutica (NAF) da ENSP irá auxiliar a Aliança para Pesquisa em Políticas e Sistemas de Saúde (Alliance for Health Policy and Systems Research), instituição com sede no prédio da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, na elaboração de um relatório sobre o uso de evidências para a tomada de decisão em políticas de saúde, especificamente no acesso a medicamentos. Chamados de Flagship Reports, esses relatórios trazem aspectos relevantes a respeito do tema a partir da perspectiva de pesquisadores, tomadores de decisão e profissionais atuantes no serviço. O convite da Instituição da OMS foi feito à coordenadora do NAF/ENSP, Vera Lúcia Luiza.

  3. 'Inovação em tuberculose' é tema de conferência

    Inovação em tuberculose: oportunidades para o futuro foi o tema da conferência de Margareth Dalcolmo, pesquisadora do Centro de Referência Professor Hélio Fraga/ENSP, que abriu o Seminário sobre Incorporação de Novas Tecnologias para o Controle da Tuberculose, realizado entre os dias 14 e 16 de maio. Ela considera uma mudança de paradigma no diagnóstico e na perspectiva de adoção de novos fármacos para formas resistentes da doença e de novos regimes para formas sensíveis da doença. Promovido pelo Instituto Nacional de Saúde de Moçambique, o seminário teve como objetivo discutir o estado da arte de inovações tecnológicas para o controle da tuberculose, as experiências na avaliação dessas inovações e os desafios e histórias de sucesso na incorporação das tecnologias em diferentes realidades.

  4. Escritório da Fiocruz na África: um duplo desafio

    Após dois anos à frente do Escritório da Fiocruz na África, o pesquisador da ENSP, José Luiz Telles renova seu projeto de coordenação e traça novos planos para a atuação e legitimação do Escritório no continente. Apesar de cinco anos de atuação, o Escritório ainda caminha na busca por protagonismo e reconhecimento institucional. Segundo Telles, existem grandes desafios externos, porém ultrapassar as barreiras internas da própria Fundação e suas unidades técnico-científicas para ganhar legitimidade tem sido a principal tarefa.

  5. Doutorado internacional divulga lista de aprovados

    A Fundação Oswaldo Cruz e o Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra - Portugal divulgaram o resultado da seleção para o doutorado internacional Direitos Humanos, Saúde Global e Políticas da Vida. A turma brasileira será formada por dez alunos provenientes de seis programas de pós-graduação da Fiocruz, entre eles o de Saúde Pública da ENSP, e a lista dos candidatos aprovados está disponível na Plataforma Siga. O doutorado internacional é coordenado em Portugal pelo diretor do CES, Boaventura Sousa Santos, e no Brasil pela coordenadora-geral de Pós-Graduação da Fiocruz e pesquisadora da ENSP, Maria Cristina Guilam.

  6. Experiências brasileira e francesa em hospitais em debate

    No último dia (17/5) do I Colóquio Franco-Brasileiro de Política Hospitalar, uma cooperação técnica entre a ENSP e a Escola de Altos Estudos em Saúde Pública da França (EHESP), ocorreram três mesas de apresentação e debate. Especialistas brasileiros e franceses trouxeram experiências importantes e desafios para a área hospitalar. Em pauta, temas como mudanças organizacionais em centros hospitalares de alta complexidade; como deve ser um hospital do futuro; e a construção de hospitais eficientes.

  7. Redes de atenção: Brasil deve reestruturar gestão

    Dando continuidade às discussões sobre os desafios da gestão dos centros hospitalares de alta complexidade, o 1º Colóquio Franco-Brasileiro de Política Hospitalar, realizado no Rio de Janeiro, reuniu 14 palestrantes no segundo dia de apresentações (16/5). Entre os principais temas debatidos, destacaram-se a reforma hospitalar no Brasil; a evolução desse sistema na França; a organização das redes de atenção e a assistência hospitalar de alta complexidade; a estratégia de contratualização na política hospitalar brasileira; e os novos arranjos para a organização interna dos hospitais. Para o pesquisador da ENSP Victor Grabois, que esteve presente nos debates, é urgente pensar na governança em rede e na tentativa de superar o grande nível de fragmentação dos sistemas de saúde brasileiros.

  8. Brasil e França discutem gestão hospitalar de alta complexidade

    O papel dos hospitais de alta complexidade no sistema nacional de saúde e o desafio da criação de dois Institutos Nacionais vinculados à Fiocruz - o Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF) e o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (Ipec) - estão em discussão no 1º Colóquio Franco-Brasileiro de Política Hospitalar: o Desafio da Gestão dos Centros Hospitalares de Alta Complexidade. O evento, que ocorre de 15 a 17 de maio no Hotel Everest, no Rio de Janeiro, é fruto da cooperação técnica em gestão hospitalar firmada entre a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) e a Ecole des Hautes Études em Santé Publique (EHESP).

  9. Fiocruz amplia parceria com instituições de saúde peruanas

    Dando continuidade à parceria com instituições de saúde peruanas, a Fiocruz recebeu, no dia 25/4, a visita da ministra da Saúde do Peru, Midori Habish, e do chefe institucional do Instituto Nacional de Saúde (INS) peruano, César Cabezas, para a elaboração de um plano de trabalho preliminar que prevê ações nas áreas de recursos humanos e de produção de medicamentos e vacinas. O documento foi baseado no memorando de entendimento assinado na quarta-feira (24/4), em Brasília, entre os Ministérios da Saúde brasileiro e peruano. Para Midori, o acordo aprofunda a cooperação entre a Fiocruz e o Peru em um momento oportuno, já que o país está passando por uma reforma no sistema público de saúde. “A Fiocruz é uma instituição de excelência em termos de inovação, pesquisa e desenvolvimento. Acreditamos que a cooperação fortalecerá nosso Instituto Nacional de Saúde”, declarou.

  10. ENSP auxilia Moçambique na elaboração de mestrado

    Um novo curso de mestrado está sendo desenvolvido pela ENSP e o Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães (CPqAM/Fiocruz). Intitulado Sistemas de Saúde para Moçambique, o curso foi idealizado a partir da necessidade de melhoria das condições de saúde da população e é fruto da boa relação entre o Brasil e o país africano e, em especial, entre a Fiocruz e o Instituto Nacional de Saúde (INS). O desenho do curso, cujo objetivo é fortalecer o sistema nacional de saúde de Moçambique, e sua adequação cabem à Escola e ao CPqAM, com apoio da Vice-Presidência de Ensino, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz). O novo mestrado integra a cooperação bilateral estabelecida há cerca de seis anos entre a Fiocruz e o INS e tem foco na formulação de políticas nacionais de saúde.