1. Colóquio Latino-Americano debate Redes Colaborativas e formação docente em Saúde Pública

    O primeiro painel do I Colóquio Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública, no dia 8 de maio, discutiu o tema Redes Colaborativas e Formação de Formadores Latinoamericanos, com a participação de Ricardo Teixeira, da Faculdade da Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e Mario Rovere, da Universidade Nacional de Rosário, na Argentina. Ricardo Teixeira fez um relato de experiência sobre a Rede Humaniza SUS (RHS), rede colaborativa social vinculada à Política Nacional de Humanização. A RHS existe há dez anos e funciona como um blog comunitário, no qual os usuários podem postar suas publicações. "É uma rede social aberta para ocupação coletiva, na qual se compartilham narrativas de experiências de trabalho submetidas à discussão pública, contribuindo para o aprimoramento das políticas de gestão e cuidado em saúde", disse Ricardo. Na RHS, também são compartilhadas experiências de formação no Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive com a publicação de trabalhos de alunos. "É um espaço de ocupação pelo cotidiano do trabalho em saúde", observou Ricardo. Atualmente, a RHS tem 33 mil usuários cadastrados e publicações de 1.850 autores, além de 35 mil comentários já registrados. As apresentaçãoes estão disponíveis no Canal da ENSP no Youtube

  2. Experiências Brasil - Cuba e formação em saúde pública na graduação pautaram Colóquio Latino-Americano

    No segundo dia do I Colóquio Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública, o painel Experiências na Formação de Formadores no Brasil e em Cuba contou com a presença de Lázaro Díaz e Carlos Raúl del Pozo, da Escola Nacional de Saúde Pública de Cuba (Ensap); Ronaldo Travassos, da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz); Frederico Peres, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz); Antonio Rodríguez, da Faculdade de Tecnologia da Saúde de Havana (Fatesa/Cuba); Adolfo Alvarez Pérez, do Instituto Nacional de Higiene, Epidemiologia e Microbilogia (Inhem/Cuba) e Waldo Díaz, do Instituto Nacional de Saúde dos Trabalhadores de Cuba (Insat).

  3. Internacionalização na formação e determinantes sociais da saúde pautam últimos painéis de Colóquio Latino-Americano

    No último dia do I Colóquio Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública, 10 de maio, o primeiro painel teve como tema Internacionalização e Formação em Saúde Pública: a experiência cubana, com Ahindris Calzadilla, do Inhem; e Xiomara Martín, da Ensap. O painel foi coordenado pela assessora da Coordenação de Cooperação Internacional da EPSJV, Ingrid Freire. Ahindris falou sobre os benefícios da internacionalização universitária, que fortalece as universidades, incrementa o conhecimento, além de melhorar e enriquecer a formação profissional. Xiomara falou a respeito da Escola Latino-Americana de Medicina (Elam), que existe desde 1999. Até 2016, já foram formados cinco mil estudantes, de 123 países. O programa é estendido a todos as faculdades de Medicina do país e os egressos atuam em vários países do mundo.

  4. Entrevista: Asa Cristina Laurell fala da importância de se retomar conceitos da Saúde Coletiva em tempos de crise

    Uma das grandes pensadoras da saúde na América Latina, com reconhecida trajetória acadêmica e na gestão pública, a sueca naturalizada mexicana Asa Cristina Laurell foi a principal palestrante do I Colóquio Latino-Americano de Formação em Saúde Pública realizado na ENSP entre os dias 8 e 10 de maio. Asa Laurell falou ao Informe ENSP sobre a importância dessas discussões no contexto da crise política por que passam países da América Latina.

  5. Colóquio Latino-Americano debate Redes Colaborativas e formação docente em Saúde Pública

    O primeiro painel do I Colóquio Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública, no dia 8 de maio, discutiu o tema Redes Colaborativas e Formação de Formadores Latinoamericanos, com a participação de Ricardo Teixeira, da Faculdade da Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e Mario Rovere, da Universidade Nacional de Rosário, na Argentina. Ricardo Teixeira fez um relato de experiência sobre a Rede Humaniza SUS (RHS), rede colaborativa social vinculada à Política Nacional de Humanização. A RHS existe há dez anos e funciona como um blog comunitário, no qual os usuários podem postar suas publicações. "É uma rede social aberta para ocupação coletiva, na qual se compartilham narrativas de experiências de trabalho submetidas à discussão pública, contribuindo para o aprimoramento das políticas de gestão e cuidado em saúde", disse Ricardo. Na RHS, também são compartilhadas experiências de formação no Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive com a publicação de trabalhos de alunos. "É um espaço de ocupação pelo cotidiano do trabalho em saúde", observou Ricardo. Atualmente, a RHS tem 33 mil usuários cadastrados e publicações de 1.850 autores, além de 35 mil comentários já registrados. As apresentaçãoes estão disponíveis no Canal da ENSP no Youtube

  6. I Colóquio Latinoamericano debate a formação em Saúde Pública

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), o Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde (Isags/Unasul) e o Instituto Nacional de Higiene, Epidemiologia e Microbiologia (Inhem/Cuba) promoveram, de 8 a 10 de maio, o I Colóquio de Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública. Em sua primeira edição, o Colóquio Latino-Americano foi pensado de maneira mais abrangente para facilitar não somente o diálogo entre instituições brasileiras e cubanas, mas também incorporar as experiências e os desafios de outras instituições vizinhas, responsáveis pela formação e a qualificação de quadros estratégicos para os sistemas de saúde da região. Durante três dias, professores, dirigentes e alunos de instituições formadoras do Brasil, Cuba e diversos outros países latino-americanos discutiram experiências, oportunidades e desafios relacionados à formação em saúde pública e o papel das instituições formadoras no aprimoramento da governança e da gestão dos serviços, programas e sistemas de saúde regionais.

  7. Seminário na ENSP debate cenários e perspectivas da saúde, saneamento e ambiente

    Durante os dias 24 e 25 de abril, o Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública (DSSA/ENSP) promoveu o seminário Saúde, Saneamento e Ambiente em debate: cenários e perspectivas. O evento se apronfundou criticamente no debate sobre o presente e o futuro do saneamento e da saúde ambiental no Brasil frente aos novos e persistentes desafios do atual contexto. Ao longo de dois dias de intensos, temas como políticas e programas de saneamento e saúde ambiental; planejamento urbano e saúde; avaliação de impacto de tecnologias em saneamento e saúde ambiental; além de vigilância em saúde ambiental e saneamento foram tratados. O seminário, fruto do Financiamento ENSP - Projetos Departamentais, teve participação de representante da Opas/OMS, Ministério da Saúde, Ministério das Cidades, UFBA, UFSC, UERJ e UFRJ. A atividade buscou a integração dos diferentes setores, fatores e atores na prospecção de cenários que apontem para soluções e alternativas que reduzam, efetivamente, o quadro de desigualdade socioambiental e seus impactos negativos na saúde da população.Confira nos vídeos abaixo a cerimônia de abertura e as apresentações das quatro mesas que compuseram o seminário Saúde, Saneamento e Ambiente em debate: cenários e perspectivas. As palestras também estão disponíveis no Canal da ENSP no Youtube.

  8. Financiamento e descentralização do SUS pautam primeiro Ceensp de 2017

    A primeira sessão do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos da ENSP em 2017 debateu o conjunto de mudanças relativas aos mecanismos de transferência de recursos pelo Ministério da Saúde aos entes subnacionais, incidindo em alterações relativas ao financiamento no Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro, realizado em 12 de abril, teve como tema Financiamento e a descentralização do SUS: potenciais impactos das mudanças nos mecanismos de transferência federal, e contou com a participação da pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento (Daps/ENSP) em Saúde Luciana Dias de Lima e do pesquisador do Departamento de Ciências Sociais da Escola Assis Mafort. Durante a atividade, coordenada pelo pesquisador do Departamento de Política de Medicamentos e Assistência Farmacêutica (NAF) da ENSP Rondineli Mendes, foram debatidas a crítica ao modelo engessado pelos entes federativos subnacionais e o papel do Ministério da Saúde como regulador, formulador e indutor de políticas públicas - considerando sua relevância como importante financiador. Confira no Canal da ENSP no Youtube as apresentações do Centro de Estudos. 

  9. Diferentes aspectos da febre amarela norteiam encontro na ENSP

    Pesquisadores da área de epidemiologia discutiram as diversas questões que cercam o aumento dos casos de febre amarela no país. A vacinação consciente e a melhor organização da vigilância em saúde foram alguns dos temas levantados pelos participantes do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos da ENSP (Ceensp) A expansão da febre amarela Silvestre: desafios e perspectivas. As apresentações do coordenador de Controle de Doenças da Secretaria de Estado de São Paulo, Marcos Boulos, da pesquisadora do Departamento de Endemias Samuel Pessoa da ENSP Andréa Sobral, do consultor científico de Bio-Manguinhos Reinaldo de Menezes Martins, e da coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI/SVS/MS), Carla Domingues já estão disponíveis, na íntegra, no canal da ENSP no youtube. O encontro foi realizado em 19 de abril, na Escola. Confira!

  10. ENSP debate as diversas formas de violência contra a mulher

    Durante o mês de março a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP) promoveu diversas atividades de luta e mobilização pelos direitos das mulheres. O debate Violência contra a mulher, realizado em 28 de março, buscou falar sobre as diversas formas de violências as quais as mulheres estão submetidas cotidianamente. Mediado por Amalyn Nascimento, servidora da CCI/ENSP, o debate contou com a participação da vereadora Marielle Franco, do PSOL-RJ, da militante feminista da Saúde Tatyanny Araujo, da ativista de Manguinhos Patrícia Evangelista e da assistente social da Fiocruz Mônica Olivar. Confira abaixo a reportagem produzida pela ‘ENSP TV’ durante o evento.