1. Falta de orçamento ou erros de gestão? Evento na ENSP discutiu a crise da saúde no Rio de Janeiro

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) promoveu o debate A crise na saúde do município do Rio de Janeiro: onde estamos e para onde vamos? O evento, realizado em 10 de abril, deu seguimento à discussão iniciada em novembro de 2017, ocasião em que o município sofria com demissões, salários atrasados, falta de insumos, medicamentos, exames complementares e a ausência de contratos de manutenção e limpeza na área de saúde. Sob a coordenação do Fórum de Saúde do Rio de Janeiro, o evento contou com a participação dos representantes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS/RJ), do Tribunal de Contas do município do Rio de Janeiro, e da Comissão de Saúde da Câmara Municipal do Rio. As apresentações estão disponíveis no canal da ENSP no Youtube.

  2. Falta de orçamento ou erros de gestão? Evento na ENSP discutiu a crise da saúde no Rio de Janeiro

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) promoveu o debate A crise na saúde do município do Rio de Janeiro: onde estamos e para onde vamos? O evento, realizado em 10 de abril, deu seguimento à discussão iniciada em novembro de 2017, ocasião em que o município sofria com demissões, salários atrasados, falta de insumos, medicamentos, exames complementares e a ausência de contratos de manutenção e limpeza na área de saúde. Sob a coordenação do Fórum de Saúde do Rio de Janeiro, o evento contou com a participação dos representantes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS/RJ), do Tribunal de Contas do município do Rio de Janeiro, e da Comissão de Saúde da Câmara Municipal do Rio. As apresentações estão disponíveis no canal da ENSP no Youtube.

  3. Aula inaugural da Especialização em Saúde Pública debateu saúde em tempos de crise e austeridade

    O Curso de Especialização em Saúde Pública, reconhecido por acompanhar a trajetória da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) e expressar o compromisso institucional com o sistema público e universal de saúde, promoveu, no dia 2 de abril, a aula inaugural E a saúde? Adoecer e morrer em tempos de crise e austeridade. O encontro contou com a participação do atual diretor do Centro de Relações Internacionais da Fiocruz e ex-diretor da ENSP e da Fundação, Paulo Buss, do epidemiologista e especialista em avaliação de políticas públicas, Romulo Paes Sousa, e da pesquisadora do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos (Demqs/ENSP), Joice Andrade. A mesa foi coordenada pela vice-diretora de Ensino da Escola, Lúcia Dupret. As apresentações estão disponíveis no Canal da ENSP no Youtube

  4. Brasil está no rol dos países que carregam mais de 80% da carga global de TB

    O Centro de Referência Professor Hélio Fraga, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), promoveu, no dia 23 de março, uma atividade alusiva ao Dia Mundial de Combate à Tuberculose, celebrado em 24 de março. Durante o encontro, os participantes afirmaram que a TB é um desafio global, chegando a superar a Aids como doença de maior letalidade no mundo. "A tuberculose não avançou, ela parou no tempo. O Brasil está no rol dos 30 países que carregam mais de 80% da carga global da doença".

  5. Brasil está no rol dos países que carregam mais de 80% da carga global de TB

    O Centro de Referência Professor Hélio Fraga, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), promoveu, no dia 23 de março, uma atividade alusiva ao Dia Mundial de Combate à Tuberculose, celebrado em 24 de março. Durante o encontro estiveram presentes Rivaldo Venâncio, representando a presidência da Fiocruz; Hermano Castro, diretor da ENSP; Jesus Pais Ramos, coordenador do Centro de Referência Professor Hélio Fraga; Pablo Dias Fortes, pesquisador do Hélio Fraga; Otávio Maia Porto, coordenador Fio-TB/Fiocruz; e Carlos Basília, coordenador do Observatório Tuberculose Brasil/ENSP/Fiocruz. Na ocasião, o ativista e coordenador do Observatório Tuberculose Brasil, Carlos Basília, lembrou que a doença ainda é um desafio global e lamentou o fato da tuberculose superar a Aids como doença de maior letalidade no mundo. "A tuberculose não avançou, ela parou no tempo. O Brasil está no rol dos 30 países que carregam mais de 80% da carga global da doença", lamentou.

  6. Primeiro Ceensp de 2018 discutiu os acidentes de trabalho no Brasil e em Portugal

    O primeiro Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcelos da ENSP de 2018 debateu os acidentes de trabalho no Brasil e em Portugal. Para discutir o tema, a atividade contou com a participação de Marianne Lacomblez, da Universidade do Porto, Marcelo Figueiredo, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e Jorge Machado, da Diretoria Regional de Brasília da Fiocruz. O Ceensp foi coordenado pelas pesquisadoras do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP), Simone Oliveira e Ana Maria Cheble Braga. De acordo com Simone, o objetivo do encontro foi discutir a temática do acidente de trabalho enfocando as dimensões tecnológica, organizacional, interinstitucional e subjetiva. Confira, nos vídeos abaixo, as apresentações na íntegra, ou acesse o Canal da ENSP no Youtube.

  7. Rio de Janeiro sob intervenção

    O Senado aprovou no dia 20 de fevereiro a intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro, proposta dias antes pelo presidente Michel Temer sob o argumento de "pôr termo ao grave comprometimento da ordem pública". A medida atribui a um interventor, o general do Exército Walter Souza Braga Netto, a responsabilidade de comando da Secretaria Estadual de Segurança, das Policias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e do Sistema Prisional do estado até 31 de dezembro de 2018. O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, externou publicamente a intenção de expedir mandados coletivos de prisão e captura de suspeitos. "Em lugar de você dizer, por exemplo, rua tal, número tal, você vai dizer, digamos uma rua inteira, uma área, um bairro", explicou. Já o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirmou em reunião que os militares precisavam de "garantias" para não enfrentar "uma nova Comissão da Verdade". Para debater sobre a intervenção militar, a ENSP sediou, em 9 de março, o debate Intervenção Militar: até aonde a vista alcança?, organizado pelo Sindicato dos Servidores de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública (Asfoc-SN).

  8. No dia internacional da mulher, ENSP debate legalidade do aborto e direito à vida

    Uma luta pelo direito à vida das mulheres em uma sociedade que tem seu ordenamento jurídico feito por e para os homens. Durante o seminário Legalidade e ilegalidade do aborto: uma reflexão sobre a vida das mulheres, realizado na ENSP no dia Internacional da Mulher, juizas, juristas e pesquisadoras de saúde pública discutiram os múltiplos aspectos desse tema que, muitas vezes, é tratato em sociedade sob as lentes da religião e do autoritarismo machista. Ao tratar da questão da legalidade do aborto a partir de uma perspectiva jurídica, de saúde e social, o evento trouxe à tona informações importantes, sobretudo em um momento em que se levantam as vozes que querem calar as lutas femininas e qualquer outra que queira se opor ao modus operandi da opressão. 

  9. ENSP/Fiocruz lamenta assassinato da vereadora Marielle Franco

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) lamenta profundamente o assassinato da vereadora Marielle Franco, executada com o motorista Anderson Pedro Gomes, na noite de terça-feira, 14 de março de 2018. A Escola se solidariza com os familiares e amigos de Marielle, que deixa uma filha de 20 anos, e reforça que não se calará diante da arbitrariedade da execução da vereadora e cobrará do poder público a investigação do caso e punição dos assassinos. A ENSP não se abaterá. Seguirá firme na luta pelos direitos humanos, contra o genocídio de pobres e negros e contra o racismo. Marielle foi e continuará sendo um símbolo para a instituição. 

  10. ENSP/Fiocruz lamenta assassinato da vereadora Marielle Franco

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) lamenta profundamente o assassinato da vereadora Marielle Franco, executada com o motorista Anderson Pedro Gomes, na noite de terça-feira, 14 de março de 2018. A Escola se solidariza com os familiares e amigos de Marielle, que deixa uma filha de 20 anos, e reforça que não se calará diante da arbitrariedade da execução da vereadora e cobrará do poder público a investigação do caso e punição dos assassinos. A ENSP não se abaterá. Seguirá firme na luta pelos direitos humanos, contra o genocídio de pobres e negros e contra o racismo. Marielle foi e continuará sendo um símbolo para a instituição.