1. O fardo do mercúrio: seminário na ENSP debate uso na odontologia

    O mercúrio é um metal pesado. Tomado em sentido literal, isso quer dizer que se trata de um elemento químico de elevada densidade. Mas não apenas. Pesadas, robustas, ameaçadoras são também as consequências do mercúrio para a saúde e o meio ambiente. Altamente tóxico, quando inalado em forma de vapor ou consumido por meio de alimentos contaminados, pode atingir os sistemas nervoso central, urinário e cardiovascular, danificando rins, pulmões, tireoide, olhos e causando distúrbios neurológicos e comportamentais. Em mulheres grávidas, perpassa a placenta e pode comprometer o desenvolvimento do feto e acarretar problemas futuros nas crianças, como dificuldades de aprendizado, memorização e concentração. Para discutir o tema, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) realizou, entre os dias 9 e 10 de novembro de 2017, o seminário Os Aspectos Toxicológicos do Mercúrio sobre a Saúde Humana e o Ambiente, promovido pelo Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente (PSPMA), da Escola, em parceria com a International Academy of Oral Medicine and Toxicology, capítulo Brasil. O seminário ocorreu no contexto da ratificação da Convenção de Minamata no Brasil e na controvérsia a respeito do uso da amálgama. Os vídeos do seminário estão disponíveis no Canal da ENSP no Youtube. Confira!

  2. Debate sobre o banimento do amianto no Brasil está disponível em vídeo

    O Mestrado Profissional em Vigilância em Saúde do Trabalhador promoveu a aula aberta Banimento do amianto: uma luta coletiva e contínua. A aula, proferida pela coordenadora da Rede Ban Asbestos para a América Latina, Fernanda Giannasi, está disponível em vídeo no Canal da ENSP no Youtube. Segundo Giannasi, que é fundadora da Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto, a invisibilidade e o silêncio epidemiológico provocados pela exposição ao amianto são indiscutíveis, e a situação só mudará com o banimento total da fibra. A atividade, realizada no final de 2017 na ENSP, foi mediada pelo pesquisador do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP), Luis Carlos Fadel. Confira, no vídeo abaixo, a aula na íntegra. 

  3. Desafios e perspectivas das Ciências Sociais e Saúde Coletiva pautaram último Ceensp de 2017

    A última sessão de 2017 do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcelos da ENSP teve como tema Ciências Sociais e Saúde Coletiva: desafios e perspectivas. Coordenado pelo pesquisador do Departamento de Ciências Sociais da ENSP, Carlos Otavio Fiuza Moreira, o Ceensp contou com a participação do professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Luiz Antonio de Castro Santos, e do professor do DCS/ENSP, Nilson do Rosário. O debate está disponível, na íntegra, no Canal da ENSP no Youtube
     

  4. Debate sobre a crise da saúde no Rio de Janeiro está disponível em vídeo

    A Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), dedicada há mais de seis décadas à formação profissional em saúde, pesquisa, desenvolvimento tecnológico, formulação de políticas públicas e prestação de serviços de referência em saúde, não poderia ficar imune à crise da saúde no Rio de Janeiro. Demissões, salários atrasados, falta de insumos, medicamentos, exames complementares e a ausência de contratos de manutenção e limpeza são alguns dos exemplos que expõem a situação vivida pelos cariocas. Diante desse contexto, a ENSP promoveu, no dia 23 de novembro, o debate A crise na Saúde no Município do Rio de Janeiro. Coordenada pelo médico, vereador da Comissão de Saúde da Câmara Municipal e professor colaborador da ENSP, Paulo Pinheiro, a atividade contou com a participação do Presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde, Ronaldo Moreira Paes, do Presidente da Associação dos Médicos de Família e Comunidade, Moisés Vieira Nunes, da Subsecretária Geral Executiva da Secretaria Municipal em Saúde, Ana Beatriz Busch Araújo, e do Representante do Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro, Ricardo Levorato. Confira, nos vídeos abaixo, o debate na íntegra ou acesse o Canal a ENSP no Youtube.

  5. Debate sobre a crise da saúde no Rio de Janeiro está disponível em vídeo

    A Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), dedicada há mais de seis décadas à formação profissional em saúde, pesquisa, desenvolvimento tecnológico, formulação de políticas públicas e prestação de serviços de referência em saúde, não poderia ficar imune à crise da saúde no Rio de Janeiro. Demissões, salários atrasados, falta de insumos, medicamentos, exames complementares e a ausência de contratos de manutenção e limpeza são alguns dos exemplos que expõem a situação vivida pelos cariocas. Diante desse contexto, a ENSP promoveu, no dia 23 de novembro, o debate A crise na Saúde no Município do Rio de Janeiro. Coordenada pelo médico, vereador da Comissão de Saúde da Câmara Municipal e professor colaborador da ENSP, Paulo Pinheiro, a atividade contou com a participação do Presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde, Ronaldo Moreira Paes, do Presidente da Associação dos Médicos de Família e Comunidade, Moisés Vieira Nunes, da Subsecretária Geral Executiva da Secretaria Municipal em Saúde, Ana Beatriz Busch Araújo, e do Representante do Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro, Ricardo Levorato. Confira, nos vídeos abaixo, o debate na íntegra ou acesse o Canal a ENSP no Youtube.

  6. Ceensp discutiu sistemas alimentares e suas implicações para saúde e políticas públicas

    Debater a entrada das grandes corporações da indústria alimentícia nos países da América Latina e nos lugares mais pobres desses países foi o principal objetivo do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcelos realizado em 8 de novembro. Com o tema A guerra (não tão) surda entre dois sistemas alimentares: implicações para a saúde e políticas públicas, o Ceensp contou com a participação do pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Nutrição e Saúde (NUPENS), Carlos Augusto Monteiro, e da pesquisadora do Departamento de Ciências Sociais da ENSP, Rosana Magalhães. A sessão foi coordenada por Letícia Cardoso, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP e pesquisadora do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos da Escola. A palestra está disponível na íntegra no canal da ENSP no Youtube. Confira!
     

  7. Ceensp discutiu sistemas alimentares e suas implicações para saúde e políticas públicas

    Debater a entrada das grandes corporações da indústria alimentícia nos países da América Latina e nos lugares mais pobres desses países foi o principal objetivo do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcelos realizado em 8 de novembro. Com o tema A guerra (não tão) surda entre dois sistemas alimentares: implicações para a saúde e políticas públicas, o Ceensp contou com a participação do pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Nutrição e Saúde (NUPENS), Carlos Augusto Monteiro, e da pesquisadora do Departamento de Ciências Sociais da ENSP, Rosana Magalhães. A sessão foi coordenada por Letícia Cardoso, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP e pesquisadora do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos da Escola. A palestra está disponível na íntegra no canal da ENSP no Youtube. Confira!
     

  8. Debate sobre violações de direitos provocadas pelas construções de barragens está disponível em vídeo

    O Departamento Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural da ENSP promoveu a sessão do Centro de Estudos Giuliano Suassuna As violações de direitos humanos e resistência das mulheres atingidas por barragens. A atividade, realizada em parceria com o Movimento dos Atingidos por Barragens, foi coordenada por Maria Helena Barros de Oliveira, coordenadora do Dihs/ENSP, e Allanis Dimitria Pedrosa, membro do departamento. Para a discussão o Centro de Estudos recebeu as palestrantes Louise Löbler, Jessica Portugal e Lucielle Viana, representantes do MAB, que debateram todas as formas de discriminação e violações dos direitos dos atingidos. De norte a sul do Brasil, mais de duas mil barragens já foram construídas e aproximadamente um milhão de pessoas foram expulsas de suas casas pela desapropriação de terras e impactos ambientais provocados pela construção. Desse total de pessoas atingidas, pelo menos 70% sequer recebeu algum tipo de indenização das empresas ou do Estado. Confira, no Canal da ENSP no Youtube, as apresentações na íntegra.