1. Abrasco completa 35 anos e lança agência acreditadora de cursos

    Em 27 de setembro de 1979, em Assembleia realizada na sede da Organização Pan-Americana de Saúde (Opass/OMS), em Brasília, foi fundada a Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco). Após 35 anos, a Abrasco - agora intitulada Associação Brasileira de Saúde Coletiva -, voltará ao local de sua fundação para celebrar sua história de compromisso científico e político com a saúde coletiva brasileira e internacional. O encontro está marcado para o dia 23 de setembro, na sede da Opas/OMS, em Brasília. Na ocasião, também acontecerá o lançamento da Agência de Acreditação Pedagógica dos Cursos de Pós-Graduação lato Sensu de Saúde Pública/Coletiva. Para participar do evento é necessário fazer inscrição. As vagas são limitadas e devem ser feitas até o dia 18 de setembro.

  2. Pesquisadora da Fiocruz depõe na Comissão da Verdade da Unicamp

    Nesta quinta-feira, 14 de agosto, às 9h30, a presidente da Comissão da Verdade da Reforma Sanitária Abrasco-Cebes (CVRS), Anamaria Testa Tambellini, que é pesquisadora aposentada da Fiocruz e da UFRJ, juntamente com o pesquisador da Universidade de São Paulo, Nelson Rodrigues dos Santos darão seus depoimentos à Comissão da Verdade e Memória Octávio Ianni da Unicamp sobre a trajetória de Sérgio Arouca, particularmente sobre suas atividades na universidade.

  3. A regionalização pode contribuir para o avanço do SUS?

    A regionalização é um processo técnico-político relacionado à definição de recortes espaciais para fins de planejamento, organização e gestão de redes de ações e serviços de saúde. Segundo a pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da ENSP Luciana Dias Lima, por seus significados e pelas relações existentes entre regiões e redes de atenção no país, o avanço do processo de regionalização pode interferir positivamente no acesso à saúde, pois permite observar os determinantes sociais de saúde no modo como estes se expressam no território; estabelecer portas de entrada e hierarquia tecnológica com base em parâmetros de necessidade e utilização dos recursos disponíveis; disponibilizar recursos sociais e políticos que incentivem o compartilhamento de responsabilidades entre os governos e a participação da sociedade nesse processo, entre muitos outros benefícios. E você, o que pensa sobre a importância da regionalização para o avanço do SUS? Responda a pergunta e participe do mais novo tema do Blog Saúde em Pauta. Escreva! Dê sua opinião! 

  4. A regionalização pode contribuir para o avanço do SUS?

    A regionalização é um processo técnico-político relacionado à definição de recortes espaciais para fins de planejamento, organização e gestão de redes de ações e serviços de saúde. Segundo a pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da ENSP Luciana Dias Lima, por seus significados e pelas relações existentes entre regiões e redes de atenção no país, o avanço do processo de regionalização pode interferir positivamente no acesso à saúde, pois permite observar os determinantes sociais de saúde no modo como estes se expressam no território; estabelecer portas de entrada e hierarquia tecnológica com base em parâmetros de necessidade e utilização dos recursos disponíveis; disponibilizar recursos sociais e políticos que incentivem o compartilhamento de responsabilidades entre os governos e a participação da sociedade nesse processo, entre muitos outros benefícios. E você, o que pensa sobre a importância da regionalização para o avanço do SUS? Responda a pergunta e participe do mais novo tema do Blog Saúde em Pauta. Escreva! Dê sua opinião! 

  5. Reforma Sanitária: Comissão recebe relatos

    Relatos de e sobre trabalhadores da saúde que sofreram perseguições, violações, torturas, sequestros e assassinatos durante a Ditadura Militar - ocorrida no Brasil entre os anos de 1964 e 1985 -, podem ser enviados ao novo espaço do site da Comissão da Verdade da Reforma Sanitária Abrasco-Cebes. Estes relatos auxiliarão a CVRF a buscar informações sobre aqueles que ainda não tiveram seus direitos políticos restaurados, que seguem desaparecidos ou ainda que não foram identificados. Além disso, os testemunhos alimentarão um banco de dados que permitirá contar, pelo viés da saúde, uma parte da história do Brasil.

  6. Anamaria Tambelline fala sobre Comissão da Verdade da Reforma Sanitária

    O Canal Saúde, da Fiocruz, publicou entrevista com a presidente da Comissão da Verdade da Reforma Sanitária Abrasco-Cebes (CVRS), Anamaria Testa Tambellini, que é pesquisadora aposentada da Fiocruz e da UFRJ no programa Bate papo na saúde. Na ocasião, Anamaria falou sobre a CVRS, seu objetivo e o novo espaço criado para a inserção de relatos de trabalhadores que violaram ou que tiveram seus direitos violados pela ditadura militar brasileira, ocorrida no período entre 1964 e 1985. O presidente da Fundação, Paulo Gadelha, também participou do programa.

  7. Qual será o legado deixado pela Copa?

    A bola começou a rolar para as 32 seleções participantes da Copa do Mundo. Apesar dos belos estádios, da alta tecnologia nas transmissões das partidas e da paixão do brasileiro pelo futebol, o povo ainda se questiona a respeito dos gastos públicos, do domínio da Fifa no país e dos prejuízos na qualidade de vida das cidades-sede da competição. A Revista Radis se manifestou a respeito do preço que se paga por sediar o megaevento na edição de junho de 2013. A edição destacou a atuação do governo, que justifica os investimentos "potencializados pela Copa", mas também ouviu os Comitês Populares, que preveem um legado perverso, que aprofunda as desigualdades urbanas no país. O Observatório Tuberculose Brasil (OTB/ENSP), por sua vez, também divulgou alerta sobre a falta de preocupação do governo com a doença, considerada de alta transmissão no país, durante os jogos. E você, o que pensa sobre a realização da Copa do Mundo e o legado que o evento esportivo deixará para o Brasil? Responda a pergunta e participe do mais novo tema do Blog Saúde em Pauta. Escreva! Dê sua opinião!

  8. Copa: o Brasil está preparado para atender possíveis endemias?

    No período da Copa, o Brasil vai receber visitantes de todas as partes do mundo e cada um trará em sua bagagem também seus vírus e bactérias. Será que estamos preparados para fazer esse controle? Nossa Vigilância Sanitária já tomou medidas preventivas? O que pode acontecer? Novos surtos de doenças endêmicas, novos vírus... Como vamos lidar com essa realidade? O SUS está preparado para atender nossa população? Essas questões são o mote de partida para a pergunta do blog Saúde em Pauta da ENSP. Estamos preparados realmente para atender possíveis novas endemias que venham ocorrer devido a realização de grandes eventos no país? Participe!

  9. Atividade traz visões militantes sobre a ditadura

    O ano de 2014 vem sendo bastante marcado por debates em torno do Golpe Militar que o Brasil sofreu em 1964, que levou o país a ser comandado pelos militares durante 21 anos. Cinquenta anos após o fim da ditadura, ainda há muito o que discutir sobre esse período histórico na vida de muitos brasileiros. Com o objetivo de aprofundar a reflexão a respeito dessa experiência e seu legado para o presente e futuro próximo, a ENSP organizou em parceria com a Comissão Nacional da Verdade da Reforma Sanitária o debate 50 anos do Golpe Militar no Brasil: visões militantes. A atividade contou com a participação de três militantes da época, os professores Ceici Kameyama e Carlos Botazzo e o jornalista Cid Benjamin, que apresentaram um pouco daquilo que vivenciaram nas décadas de 1960,1970 e 1980 no país.

  10. Exposição apresenta episódios de violação dos direitos na ditadura

    A ENSP promoveu uma série de atividades para relembrar os Anos de Chumbo no Brasil. Além da conferência que apresentou as visões militantes sobre o período, a Escola recebe uma exposição organizada pela Anistia Internacional que faz parte da campanha 50 dias contra a impunidade, lançada pela ONG no mês de abril. A mostra é formada por 21 escudos policiais, um para cada ano que o Brasil esteve sob ditadura, montados sobre botas militares, que representam episódios de violação de direitos humanos cometidas por agentes do Estado. O Informe ENSP ouviu aqueles que conferiram a exposição, que permanece na ENSP até meados de maio. Assista o vídeo.