1. Paulo Amarante: ‘É preciso cautela para não patologizar reações de tristeza e sofrimento na pandemia’

    Pensar repetidamente em morte, temer a perda de parentes, sentir tristeza ou mesmo lavar insistentemente as mãos, fatores que poderiam apontar para sintomas de transtorno mental são, na verdade, experiências pertinentes ao cenário de pandemia, que o mundo inteiro vivencia. Sendo assim, é preciso cautela para “não patologizar” essas reações, alerta o pesquisador do Laboratório de Atenção Psicossocial (Laps/ENSP), Paulo Amarante, em comentário gravado em vídeo para o blog do Centro de Estudos Estratégicos (CEE/ENSP). Confira!

  2. A universalidade está garantida?

    Neste Dia Nacional da Saúde, celebrado em 5 de agosto, pesquisadores da ENSP debatem tal tema durante a 16º Conferência Nacional da Saúde, que acontece em Brasília, até 7/8. O Dia Nacional foi instituído como uma homenagem ao grande médico sanitarista e patrono da Fundação, Oswaldo Cruz. Em tempos de austeridade, subfinanciamento e desfinanciamento da saúde, a data promove uma necessária reflexão não somente aos cuidados individuais com a saúde, mas especialmente frente à atual conjuntura brasileira de desmonte e perdas de direitos.

  3. Saúde Mental em discussão: a luta antimanicomial no Brasil

    Reconhecido como Dia Nacional da Luta Antimanicomial, o 18 de maio relembra o tratamento desumano e cruel dado a usuários do sistema de saúde mental, além de reforçar as ações do Movimento de Reforma Psiquiátrica na luta por uma "sociedade sem manicômios" e de promoção dos direitos das pessoas com sofrimento mental. Durante todo o mês de maio, uma série de atividades acontecem em todo o país destacando a importância da data.

  4. Governo de Minas apresenta PL para Extinção da Escola de Saúde Pública do Estado

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, unidade técnico-científica da Fundação Oswaldo Cruz, lamenta o Projeto de Lei nº 368/2019, apresentado pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema, à Assembleia Legislativa do Estado. A proposta dispõe sobre a extinção da Escola de Saúde Pública do Estado (ESP-MG) e sua incorporação à estrutura da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG). A ENSP/Fiocruz entende que a autonomia das instituições formadoras em saúde e o modelo de formação e gestão da instituição parceira são aspectos considerados de extrema relevância, ao longo de mais de sete décadas de atuação.

  5. Paulo Amarante: Nova Política Nacional de Saúde mental é 'retorno à política de mercantilização da vida'

    O coordenador do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Laps/ENSP/Fiocruz), o sanitarista Paulo Amarante, analisa os prejuízos à democracia com a instalação da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Nova Política Nacional de Saúde Mental. A frente foi criada em novembro de 2018, inicialmente composta por 228 deputados e 4 senadores.

  6. ENSP reunirá seu Conselho Consultivo na terça-feira (6/11)

    A segunda reunião do Conselho Consultivo da ENSP acontecerá no dia 6 de novembro, a partir das 9h. Entre os temas a serem debatidos estão o balanço da conjuntura política e perspectivas para a Saúde Pública brasileira; as diretrizes para a formação, investigação e inovação diante do desmonte dos serviços públicos na educação, na ciência e na formação em saúde; além de informes gerais, definição do calendário de reuniões de 2019, e a aprovação da ata da primeira reunião.

  7. ENSP reunirá seu Conselho Consultivo na terça-feira (6/11)

    A segunda reunião do Conselho Consultivo da ENSP acontecerá no dia 6 de novembro, a partir das 9h. Entre os temas a serem debatidos estão o balanço da conjuntura política e perspectivas para a Saúde Pública brasileira; as diretrizes para a formação, investigação e inovação diante do desmonte dos serviços públicos na educação, na ciência e na formação em saúde; além de informes gerais, definição do calendário de reuniões de 2019, e a aprovação da ata da primeira reunião.

  8. 'Escrito e desfeito', artigo de Ligia Bahia

    Direitos de saúde são intrinsecamente polêmicos. Para começar, não é possível assegurar saúde perfeita a ninguém. Contingências biológicas e da vida tornam todos vulneráveis a doenças, independentemente do quanto se possa gastar com tratamento. Em segundo lugar, o direito a um bom nível de saúde não é a mesma coisa que uma boa assistência à saúde.