1. Enchentes no Rio: pesquisadores comentam possíveis riscos à saúde

    O Jornal de Bairro Zonal Sul, do O Globo, publicou reportagem sobre os alagamentos na cidade do Rio de Janeiro alertando sobre os principais riscos à saúde da população e os prejuízos à cidade. Para os pesquisadores do Departamento de Ciência Biológicas da ENSP Valmir Laurentino e Antonio Nascimento Duarte, ouvidos na reportagem, a leptospirose e a ingestão de água contaminada são os principais riscos àqueles que convivem com enchentes. Leia a reportagem.
     

  2. Paciente informado: pesquisa ganha visibilidade na mídia

    Mais uma vez, a pesquisa sobre Paciente Informado, do pesquisador da ENSP e coordenador do Laboratório Internet, Saúde e Sociedade (Laiss), do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP), André Pereira Neto ganha espaço na mídia. Desta vez, o Blog do Noblat, coluna da Globo.com, sob a responsabilidade do jornalista Ricardo Noblat, foi quem abordou o tema. Com o título Internet: o bom, o ruim e o apavorante, a nota fala sobre o desafio de filtrar e ordenar o turbilhão de informações ao qual temos acesso todos os dias. E citou a pesquisa liderada por André Pereira para ilustrar o tema. 

  3. Medos relacionados ao parto é tema de programa

    Médica obstetra e mestranda do Programa de Epidemiologia em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, Liana Koslinski foi uma das participantes do programa Tema Livre, veiculado pela Rádio Nacional, na terça-feira (16/2), que discutiu os medos relacionados ao parto. A mestranda da ENSP citou os resultados da pesquisa Nascer no Brasil que revelam a discrepância do desejo da mulher no inicio da gravidez, quando 70% querem um parto normal, com um desfecho relativamente alto de cesarianas. "Isso nem sempre é determinado pelo medo. Ao longo do pré-natal isso é trabalhado na cabeçla da mãe, além de haver direcionamento de alguns médicos do serviço privado", afirmou Liane, que também citou as inúmeras intervenções que levam ao parto ruim. Confira o programa na íntegra.

  4. Crack: 'o paciente é culpabilizado por ser um drogado'

    "Considerar o vício uma doença é um fator que dificulta sua verdadeira análise e o consequente tratamento". A afirmação é do pesquisador Paulo Amarante, da Escola Nacional de Saúde Pública, que, em entrevista à revista A Verdade Sobre - Crack, ed 1, falou a respeito das políticas públicas sobre drogas, além da eficácia das campanhas de prevenção, os métodos de tratamento e a visão que a sociedade tem em relação ao dependente de crack. Para o pesquisador, presidente de honra da Associação Brasileira de Saúde Mental, "ao colocar o problema sobre a droga, deixa-se de cuidar da pessoa". Confira a entrevista.

  5. Pesquisadora fala sobre os danos à saúde provocados pela coleta irregular de lixo

    A pesquisadora Camille Mannarino, do Departamento de Saneamento Samuel Pessoa da ENSP (DSSA), concedeu entrevista ao jornal Conecta Baixada, em reportagem que denunciou o acúmulo de lixo nas ruas do município de Mesquita, na Baixada Fluminense. Segundo a pesquisadora, a decomposição das matérias orgânicas do lixo podem causar poluição no solo e atingir corpos hídricos da região. Além disso, a exposição dos resíduos atrai animais que podem transmitir diversas doenças. Confira a reportagem publicada na página sete do jornal.

  6. Pesquisadora da ENSP participa de debate sobre obesidade infantil

    A nutricionista Sueli Rosa Gama, do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria da ENSP, participou do programa Sala Debate, exibido pela Tv Futura, que discutiu o aumento de 30% do número de crianças obesas com até cinco anos entre 1990 e 2014, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde. Na opinião da especialista da Escola, as mães passam a ter acesso a uma alimentação inadequada quando se inicia a fase de desmame das crianças. “Os produtos processados levam automaticamente ao ganho de peso. As mães oferecem produtos com uma palatabilidade atraente, o que traz maus costumes”, disse a entrevistada. O programa foi exibido dia 2 de fevereiro. Confira.

     

  7. Reportagem denuncia más condições de trabalho no Rio de Janeiro

    O pesquisador Renato Bonfatti, do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da ENSP (Cesteh), concedeu entrevista ao jornal Contraponto, do Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no Estado do Rio de Janeiro, em reportagem que denunciou as más condições de trabalho dos servidores que atuam no setor de conservação dos documentos do arquivo do TRT-RJ. O pesquisador do Cesteh falou a respeito da temperatura ideal no ambiente de trabalho e dos riscos à saúde que a falta de equipamentos adequados para manuseio dos documentos arquivados desde 2009 pode trazer aos trabalhadores. Confira.

  8. Pesquisador fala sobre relação entre Determinantes Sociais da Saúde e o Aedes aegypti

    Programa Unidiversidade, do Canal Saúde, exibido em 22 de fevereiro, teve como tema a pergunta: Que mosquito é esse? O questionamento buscou comprender mais acerca do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Entre os entrevistados, o pesquisador colaborador do Centro de Estudos, Políticas e Informação sobre Determinantes Sociais da Saúde (Cepi-DSS/ENSP) Alexandre San Pedro destacou a relação entre os DSS e o mosquito. Segundo ele, o modelo de desenvolvimento urbano adotado pela nossa cidade - principalmente em relação às condições de saneamento básico -, em especial a distribuição de água, criam condições propícias para o desenvolvimento do vetor. "Essa é uma transformação, ou seja, o mosquito tem alta adaptação a esse meio, mas nós, como sociedade, damos nossa contribuição para a reprodução do vetor", alertou.

  9. Descaso com saneamento contribui para proliferação do Aedes

    O jornal O Globo, na edição de domingo (21/2), publicou  reportagem sobre as epidemias provocadas pelo Aedes aegypti desde 1981. De acordo com o texto, deficiências em saneamento básico, má preservação de espaços públicos e as intensas mudanças climáticas favorecem a proliferação do mosquito em território nacional. Para comprovar essas e outras questões, a reportagem consultou os pesquisadores Marcelo Araújo e Paulo Barrocas, do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da ENSP (DSS). Na opinião dos especialistas, o descaso com o saneamento do país vem de muitos anos, o que contribui para uma má coleta do lixo, acúmulo de água em espaços públicos, abastecimento inadequado e armazenamento irregular por parte da população.