1. Sites reproduzem estudo que observou elevados níveis de contaminação por mercúrio nos Yanomami

    A pesquisa desenvolvida pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca que analisou a exposição de grupos indígenas ao mercúrio proveniente de atividade garimpeira de ouro na Terra Indígena Yanomami, Roraima, ganhou repercussão internacional em decorrência dos elevados índices de contaminação naquela população. O Portal G1, a página eletrônica do Ministério Público Federal, o site Iflscience e muitos outros veículos de comunicação destacaram os resultados da pesquisa, coordenada por Paulo Basta, e com apoio do Instituto Socioambiental (ISA), do Laboratório de Química da PUC e da Hutukara Associação Yanomami (HAY). Confira  as reportagens.

  2. Vulnerabilidade social dificulta o combate à tuberculose

    Médica pneumologista e pesquisadora do Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF/ENSP) Margareth Dalcolmo concedeu entrevista à Agência Rádio Web, no final de março, na qual alertou para a importância do diagnóstico precoce da tuberculose. Dalcolmo ainda afirmou que a doença está extremamente ligada à exclusão. "A doença é coletivamente ligada à exclusão social, às condiçoes de moradia. A TB é hoje um indicador social. Taxas altas estão ligadas a outros indicadores e marcadores sociais, entre eles o saneamento básico". A entrevista foi republicada em 291 Rádios, de 268 municípios brasileiros, e também nos Estados Unidos e Paraguai. Confira a entrevista.

  3. Violência obstétrica: pesquisadora aborda tema em programa no Canal Saúde

    Muitas mulheres passam por experiências traumáticas com o nascimento dos filhos, preferindo até esquecer esse momento único, que deveria ficar eternizado na memória. Algumas delas nem sabem, mas tal situação tem nome: violência obstétrica. O programa Ligado em Saúde, do Canal Saúde, conversou com a pesquisadora da ENSP Maria do Carmo Leal sobre essa importante questão. Compreende-se por violência obstétrica um conjunto de atitudes, consideradas abusivas e desrespeitosas, praticadas contra as mulheres ou bebês no decorrer do parto.

  4. Pesquisadora analisa a presença das babás na intimidade das famílias brasileiras

    Autora do livro Como se fosse da família, cuja análise recai sobre a convivência das babás dentro das famílias para as quais prestam serviços, a pesquisadora Liane Maria Braga da Silveira, do Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde da ENSP, concedeu entrevista à Folha de S. Paulo acerca da polêmica foto de uma babá empurrando o carrinho dos filhos dos empregadores durante manifestação no Rio de Janeiro. Na opinião da pesquisadora, que também defendeu tese de doutorado sobre o tema, em alguns casos, a babá perfeita era aquela que conseguia se tornar invisível. Confira a reportagem.

     

  5. Reportagem apresenta pesquisa que analisa o óbito de jovens

    O Jornal do Rio, exibido pela Tv Bandeirantes, apresentou, na edição de segunda-feira (14/3), os resultados da pesquisa Mortes violentas de jovens: um olhar compreensivo para uma tragédia humana e social, realizada pelo Departamento de Violência e Saúde Jorge Carelli (Claves/ENSP). A reportagem destaca o aumento do número de mortes violentas entre jovens de 15 a 29 anos, sobretudo nas Américas. Na opinião da coordenadora do estudo, a pesquisadora Edinilsa Ramos, o levantamento pôde demonstrar que "as mortes não estão ligadas somente aos fatores da criminalidade, mas a questões de gênero, machismo e discriminação". Confira a reportagem.

  6. 'Condições ambientais e sociais da Baixada favorecem proliferação do Aedes'

    O pesquisador Eduardo Maranhão, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, concedeu entrevista ao jornal Conecta Baixada, em reportagem que alertou o grande número de casos de zika na Baixada Fluminense. O pesquisador informou que os meses de março e abril - por serem mais úmidos - e as condições ambientais e sociais da região favorecem a proliferação do Aedes aegypti. Confira.
     

  7. Enchentes no Rio: pesquisadores comentam possíveis riscos à saúde

    O Jornal de Bairro Zonal Sul, do O Globo, publicou reportagem sobre os alagamentos na cidade do Rio de Janeiro alertando sobre os principais riscos à saúde da população e os prejuízos à cidade. Para os pesquisadores do Departamento de Ciência Biológicas da ENSP Valmir Laurentino e Antonio Nascimento Duarte, ouvidos na reportagem, a leptospirose e a ingestão de água contaminada são os principais riscos àqueles que convivem com enchentes. Leia a reportagem.
     

  8. Paciente informado: pesquisa ganha visibilidade na mídia

    Mais uma vez, a pesquisa sobre Paciente Informado, do pesquisador da ENSP e coordenador do Laboratório Internet, Saúde e Sociedade (Laiss), do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP), André Pereira Neto ganha espaço na mídia. Desta vez, o Blog do Noblat, coluna da Globo.com, sob a responsabilidade do jornalista Ricardo Noblat, foi quem abordou o tema. Com o título Internet: o bom, o ruim e o apavorante, a nota fala sobre o desafio de filtrar e ordenar o turbilhão de informações ao qual temos acesso todos os dias. E citou a pesquisa liderada por André Pereira para ilustrar o tema. 

  9. Medos relacionados ao parto é tema de programa

    Médica obstetra e mestranda do Programa de Epidemiologia em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, Liana Koslinski foi uma das participantes do programa Tema Livre, veiculado pela Rádio Nacional, na terça-feira (16/2), que discutiu os medos relacionados ao parto. A mestranda da ENSP citou os resultados da pesquisa Nascer no Brasil que revelam a discrepância do desejo da mulher no inicio da gravidez, quando 70% querem um parto normal, com um desfecho relativamente alto de cesarianas. "Isso nem sempre é determinado pelo medo. Ao longo do pré-natal isso é trabalhado na cabeçla da mãe, além de haver direcionamento de alguns médicos do serviço privado", afirmou Liane, que também citou as inúmeras intervenções que levam ao parto ruim. Confira o programa na íntegra.

  10. Crack: 'o paciente é culpabilizado por ser um drogado'

    "Considerar o vício uma doença é um fator que dificulta sua verdadeira análise e o consequente tratamento". A afirmação é do pesquisador Paulo Amarante, da Escola Nacional de Saúde Pública, que, em entrevista à revista A Verdade Sobre - Crack, ed 1, falou a respeito das políticas públicas sobre drogas, além da eficácia das campanhas de prevenção, os métodos de tratamento e a visão que a sociedade tem em relação ao dependente de crack. Para o pesquisador, presidente de honra da Associação Brasileira de Saúde Mental, "ao colocar o problema sobre a droga, deixa-se de cuidar da pessoa". Confira a entrevista.