1. Atual política de saúde pode mudar situação do setor no Rio de Janeiro

    O diretor da ENSP, Antônio Ivo de Carvalho, em entrevista à ONG Rio Como Vamos, que todos os meses publica uma página temática no jornal O Globo , destacou que a atual política de saúde, baseada na ampliação da Estratégia de Saúde da Família (ESF) e na abertura de unidades intermediárias (as UPAs), está prestes a mudar a situação do setor no Rio. Ele acredita que, em breve, os resultados das mudanças na rede começarão a se refletir nos indicadores, inclusive na redução ainda maior do tempo de espera nos hospitais.

  2. Agente Comunitário: elo importante na Estratégia Saúde da Família

    O papel do Agente Comunitário de Saúde (ACS) no Programa Estratégia Saúde da Família foi tema de mais uma reportagem no site da Rede Brasil Atual. Nela, a pesquisadora do Departamento de Ciências Socias da ENSP (DCS) Maria Alice Pessanha fala sobre o ACS e sua função de identificar as necessidades do paciente, além do trabalho de encaminhamento para os especialistas. O texto revela que o elo entre médico, pacientes e profissionais é um dos destaques do programa.

  3. Tuberculose: novo método possibilita diagnóstico mais rápido

    O teste rápido para tuberculose foi destaque na editoria de Ciência do Jornal O Globo nessa quarta-feira, 25/8. Na matéria, a chefe do Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF/ENSP), Margareth Dalcolmo, comentou que o GeneXpert, como também é chamado o teste rápido, é revolucionário porque dispensa certos materiais complexos, necessários ainda hoje.

  4. Brasil precisa dobrar gastos em saúde, diz pesquisadora da ENSP

    A pesquisadora Lígia Giovanella (Daps/ENSP) falou à Revista Veja on-line a respeito da gestão do SUS, na edição desta quinta-feira (26/8), sobre Desafios Brasileiros. A matéria indica que o Sistema Único de Saúde precisa de mais recursos. De acordo com Lígia, além disso, o SUS precisa de mais gestão: o Brasil precisaria ao menos dobrar os recursos destinados ao setor. Mas não é fácil, uma vez que boa parte do orçamento federal é comprometida com outras despesas.

  5. Pesquisa sobre impactos da política para Aids é destaque em telejornal

    A pesquisadora Monica Malta (DCS/ENSP) participou do programa Em Cima da Hora, do canal a cabo Globonews, falando sobre a pesquisa que analisou mais de 380 mil casos registrados de Aids no país entre 1998 e 2008. A pesquisa revela que mesmo o Brasil garantindo tratamento da Aids gratuito e universal desde meados dos anos 90, cerca de 20% dos diagnósticos da doença são feitos só depois que o paciente morre. Assista o vídeo do programa.

  6. Projeto acolhe pinguins atingidos por derrame de óleo na Região dos Lagos

    A equipe do projeto Aves, Quelônios e Mamíferos da Região dos Lagos, coordenado pelo pesquisador da ENSP Salvatore Siciliano, continua acolhendo pinguins atingidos pelas manchas de óleo encontradas em praias da Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Mais animais foram encontrados mortos em uma praia de Cabo Frio, e os pesquisadores estão avaliando suas condições de saúde. O trabalho desenvolvido pelos biólogos ganhou destaque na imprensa no Portal G1 RJ, na Rede Record de Televisão, além das rádios CBN, Band News e MEC.

  7. Estratégia de Saúde da Família já atende mais da metade dos brasileiros

    A Estratégia de Saúde da Família (ESF) já está em 5.200 municípios brasileiros, chegando a 98 milhões de brasileiros, pouco mais de 50% da população. A meta é chegar a 70% de cobertura já em 2011. O envolvimento entre pacientes e a comunidade permite um trabalho diferenciado com a saúde da população. Segundo a pesquisadora da ENSP Maria Alice Pessanha, a ESF é uma reorientação do modelo estratégico para o cumprimento dos princípios de integralidade, de universalidade. Não se vê a população apenas como intervenção programática, que tem final marcado. A notícia foi destaque no site da Rede Brasil Atual.

  8. Pesquisa apresenta impactos da política para portadores de Aids

    O trabalho da pesquisadora da ENSP/Fiocruz Monica Malta, que é do Departamento de Ciências Sociais, foi destaque na imprensa. A pesquisa revela que mesmo o Brasil garantindo tratamento da Aids gratuito e universal desde meados dos anos 90, cerca de 20% dos diagnósticos da doença são feitos só depois que o paciente morre. A pesquisadora analisou mais de 380 mil casos registrados da doença no país entre 1998 e 2008.