1. MEC e ENSP/Fiocruz criam curso para combater violência nas salas de aula

    O curso de atualização em enfrentamento da violência e defesa de direitos na escola, ministrado pela ENSP/Fiocruz, foi destaque na Agência Brasil de domingo (2/5) e republicado em diversos jornais pelo país. O curso é destinado a professores do Rio de Janeiro, voltado para as temáticas relativas às violências contra a infância e juventude e à promoção e defesa, no contexto escolar. Confira a matéria.

  2. Efeitos da mudança climática na saúde

    O Jornal da Cidade, de Aracajú - Sergipe, destacou, na edição do dia 25 de abril, o estudo realizado pela Escola Nacional de Saúde Pública que desenvolve uma Análise da Vulnerabilidade da População Brasileira aos Impactos da Mudança Climática na Saúde. O trabalho, elaborado pelo Programa de Mudanças Ambientais Globais e Saúde do DCB/ENSP/Fiocruz, utiliza questões epidemiológicas, socioeconômicas e climatológicas para criar um índice geral de vulnerabilidade (IVG) dos estados brasileiros.

  3. Pesquisadores destacam necessidade de avanços na Defesa Civil

    Em editorial publicado na edição de terça-feira, 20 de abril, do jornal O Globo, o vice-presidente de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz, Valcler Rangel, e o pesquisador da ENSP/Fiocruz Marcelo Firpo apresentam uma série de lições que a sociedade e governantes devem aprender em virtude das tragédias provocadas pelas chuvas no Rio de Janeiro e Niterói. No texto, os pesquisadores lembram que as injustiças sociais e ambientais acabam prejudicando as populações mais pobres e as defesas civis municipais e estaduais devem avançar na preparação profissional e acadêmica de seus integrantes.

  4. Reféns do abandono

    A edição de 18 de abril do jornal O Globo - Zona Norte enfocou a degradação da área do antigo Cortume Carioca. Abandonada há quase vinte anos, a região pode estar contaminada por metais pesados que provocam doenças de pele e até câncer. A pesquisadora da ENSP, Rita Mattos (Cesteh/ENSP), alertou para as complicações que essas substâncias podem provocar no sistema nervoso, especialmente em crianças de até nove anos.

  5. Mapa aponta conflitos no CE

    O Mapa da Injustiça Ambiental e da Saúde no Brasil, desenvolvido pela Fiocruz e pela ONG Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase), com objetivo de socializar informações, dar visibilidade a denúncias e permitir o monitoramento de ações e de projetos que enfrentem situações de injustiças ambientais relacionadas à saúde, foi destaque na imprensa do Nordeste. Com a coordenação geral do pesquisador da ENSP Marcelo Firpo Porto, e executiva de Tania Pacheco, o documento mostra diversos problemas na capital do Ceará.

  6. Fiocruz lança publicação na 2ª Conferência Nacional de Cultura

    A edição 3 do mês de março da Revista Saúde Digital, do Ministério da Saúde, destacou a publicação desenvolvida pela ENSP/Fiocruz em parceria com a Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura "Oficina Nacional de Indicação de Políticas para a Inclusão de Pessoas com Deficiência" na 2ª Conferência Nacional de Cultura. Na matéria, o pesquisador da ENSP Paulo Amarante falou sobre os aspectos mais importantes do relatório.

  7. Rio de Janeiro reforça vacinação contra influenza A H1N1

    A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro pretende aumentar o número de pessoas imunizadas contra a influenza A H1N1 - gripe suína. Para tanto, reforçará a campanha de vacinação na terceira etapa, voltada para o público jovem, com idade entre 20 e 29 anos. Em matéria para o site Jornal da Mídia, o pesquisador da ENSP Paulo Sabroza lamenta que a população só procure se vacinar em momentos de pico da doença.

  8. Programa de Saúde da Família já atende mais da metade da população

    Na quinta-feira (1/4), a pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública, Ligia Giovanella, concedeu entrevista ao jornal Estado de São Paulo, na qual comentou o crescimento do Programa Saúde da Família. A reportagem destaca a cobertura de mais da metade da população e o avanço do programa na Região nordeste, com 67,7% dos moradores cadastrados. Segundo Ligia, a estratégia é a mais adequada para o cuidado das doenças crônicas.