1. Financiamento da saúde: principal ponto no debate político

    Enquanto o debate presidencial se concentra na construção de novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou de Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs), especialistas da área citam que um dos principais pontos de discussão é o financiamento para a saúde. A notícia foi destaque na edição de 7 de setembro do Jornal da Tarde (SP). Entre os entrevistados está a pesquisadora da ENSP/Fiocruz Ligia Giovanella, que afirma que o desfinanciamento crônico no Sistema Único de Saúde (SUS) e primeiro grande desafio para um presidente é prover estratégias para ampliar gastos públicos em saúde.

  2. Os desafios das mudanças climáticas

    A vulnerabilidade da saúde diante das mudanças climáticas deve implicar necessariamente em um reforço de investimentos em hospitais, no atendimento ambulatorial e, em especial, no combate ao mosquito Aedes aegypti, o transmissor da dengue. A afirmativa é do pesquisador do Programa de Mudanças Ambientais Globais e Saúde (PMAGS/ENSP/Fiocruz) Ulisses Confalonieri, em entrevista ao portal de notícias 24 Horas News, de Cuiabá, Mato Grosso. A reportagem destacou as alterações no clima e as adaptações que vão ter de ocorrer em diversas áreas em decorrência das mudanças climáticas.

  3. Alimento vivo é destaque do caderno Equilíbrio, da Folha de São Paulo

    Existem mais de 5 mil espécies de legumes, frutas e sementes, dizem os crudívoros, adeptos de uma dieta que leva apenas alimentos crus. Essa dieta naturalista foi destaque na edição de 7 de setembro, do caderno Equilíbrio, do jornal Folha de São Paulo. Entre os entrevistados está Maria Luiza Branco, coordenadora do Terrapia - projeto da ENSP/Fiocruz -, falando sobre a alimentação baseada em sementes germinadas.

  4. Projeto desenvolvido pela Escola combate racismo ambiental

    Reportagem no jornal Diário do Nordeste, no dia 7 de setembro, revela a luta de cidades do Ceará contra a falta de estudos de impacto socioambiental em comunidades que trabalham para reafirmar sua cultura e uma forma própria de desenvolvimento. O racismo ambiental, como é conhecido, recai sobre grupos étnicos vulnerabilizados e outras comunidades, discriminadas por sua origem ou cor. No caso cearense, nove municípios estão listados no projeto Mapa de Conflitos envolvendo injustiça ambiental e saúde no Brasil, desenvolvido a partir de uma parceria entre a ENSP/Fiocruz e a ONG Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase).

  5. Pesquisadora da ENSP fala de novo surto de micobactéria no Brasil

    Dois anos após provocar um surto de infecção hospitalar no país, a micobactéria de crescimento rápido já conta com 78 novos casos suspeitos de contaminação, concentrados em pacientes atendidos em dois hospitais particulares: um em Manaus e outro em Carazinho (RS). A chefe do Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF/ENSP/Fiocruz), Margareth Dalcolmo, revelou que, nos casos recentes, a micobactéria apresenta uma resistência maior aos remédios usados para tratamento. A notícia foi destaque na edição de 26 de agosto do jornal Estado de São Paulo.

  6. Dermatose ocupacional: falta de informação agrava casos

    A chefe do Serviço de Dermatologia Ocupacional do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da ENSP, Maria das Graças Mota Melo, concedeu entrevista à Agência Notisa, destacando os diversos casos de lesões de pele relacionadas ao trabalho. Graça observou a dificuldade de avaliar o número de trabalhadores afetados e a falta de serviços especializados em dermatoses profissionais; a falta de preparo dos profissionais da área de saúde para a suspeita do nexo entre a lesão cutânea e a atividade profissional; e a desinformação dos trabalhadores sobre os riscos decorrentes das atividades desenvolvidas.

  7. Atual política de saúde pode mudar situação do setor no Rio de Janeiro

    O diretor da ENSP, Antônio Ivo de Carvalho, em entrevista à ONG Rio Como Vamos, que todos os meses publica uma página temática no jornal O Globo , destacou que a atual política de saúde, baseada na ampliação da Estratégia de Saúde da Família (ESF) e na abertura de unidades intermediárias (as UPAs), está prestes a mudar a situação do setor no Rio. Ele acredita que, em breve, os resultados das mudanças na rede começarão a se refletir nos indicadores, inclusive na redução ainda maior do tempo de espera nos hospitais.

  8. Agente Comunitário: elo importante na Estratégia Saúde da Família

    O papel do Agente Comunitário de Saúde (ACS) no Programa Estratégia Saúde da Família foi tema de mais uma reportagem no site da Rede Brasil Atual. Nela, a pesquisadora do Departamento de Ciências Socias da ENSP (DCS) Maria Alice Pessanha fala sobre o ACS e sua função de identificar as necessidades do paciente, além do trabalho de encaminhamento para os especialistas. O texto revela que o elo entre médico, pacientes e profissionais é um dos destaques do programa.