1. Jornal repercute debate sobre a regulação da maconha no Senado

    O jornal Folha de Londrina noticiou, no último domingo (15/6), que o debate sobre a regulação da maconha no Brasil está no Senado. A reportagem destaca que a proposta, de autoria do aluno de mestrado em Saúde Pública da ENSP, André Kiepper, já teve primeira audiência na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal. O texto ainda destaca que a sugestão do aluno pode virar um projeto de lei. Leia a reportagem completa aqui.

  2. Fiocruz é destaque em conferência internacional

    O jornal O Globo divulgou uma reportagem sobre a Rio Conferences, aberta no dia 13 de junho no Museu de Arte do Rio (MAR), na qual debateu os rumos do setor de saúde. O evento abordou os temas biotecnologia, indústria farmacêutica e serviços/equipamentos da área de saúde, e contou com a presença do presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, e do pesquisador do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da ENSP e secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha. "Temos que avançar em tecnologia e inovação. É hora de o Brasil competir cabeça a cabeça nesse setor", disse o pesquisador.

  3. Sites repercutem estudo sobre doenças infecciosas em comunidades

    O portal r7 e o site Exame.com destacaram, no dia 10/6, a pesquisa da aluna de mestrado acadêmico em Saúde Pública e Meio Ambiente da ENSP, Juliana Viana, intitulada Vulnerabilidade social associada aos efeitos das mudanças climáticas na saúde pública. De acordo com o estudo, a favela do Jacarezinho, o Complexo do Alemão e o Complexo da Maré podem ser considerados como potenciais áreas de alto risco para o desenvolvimento de doenças infecciosas de veiculação hídrica. “Isto se deve, principalmente, às condições socioeconômicas precárias em que as populações se encontram, a fragilidade destas áreas diante de eventos climatológicos extremos e a falta de equidade social no âmbito da saúde”, explicou a aluna. Confira os links abaixo.
     

  4. Artigo cita dilemas da saúde pública e relembra pesquisadores

    A pesquisadora do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (Iesc/UFRJ) Ligia Bahia citou o pesquisador falecido da ENSP Sergio Koifman em artigo publicado pelo jornal O Globo, como um brilhante professor e pesquisador das causas e riscos do câncer. O texto mencionou parte da história dos reais sucessos da saúde pública brasileira e citou os conflitos que devem ser debatidos nas próximas eleições. 

     
     

  5. Artigo comenta as políticas de ajuste fiscal e os reflexos na saúde

    O ex-presidente da Fiocruz e diretor do Centro de Relações Internacionais da Fiocruz, Paulo Buss, escreveu artigo para o jornal O Globo, na quinta-feira (5/6), em que comentou as políticas de austeridade receitadas após a crise econômica global. No texto, intitulado Austeridade que faz mal à saúde, Buss comenta um informe divulgado pelo periódico The Lancet, que fala a respeito das consequências de alguns componentes da governança global sobre a saúde humana

  6. Pesquisador da ENSP fala sobre a reforma psiquiátrica no Brasil

    O presidente da Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme) e pesquisador do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial (Laps/ENSP), Paulo Amarante, concedeu entrevista ao Jornal do Commércio online, para a seção especial sobre transtornos mentais. Na reportagem, divulgada no dia 30 de maio, o pesquisador defendeu projetos culturais, de geração de emprego e economia solidária para uma reforma psiquiátrica completa.

  7. Pesquisa sobre parto e nascimento repercute em todo o país

    A pesquisa da Fiocruz Nascer no Brasil, a primeira e mais completa sobre partos e nascimentos no país, entrevistou quase 24 mil mulheres, em 266 maternidades públicas, privadas e mistas, em 191 municípios de todos os estados do país. O estudo revelou que o Brasil apresenta alto índice de cesarianas e, no setor privado, a situação foi ainda mais alarmante, chegando a 88% dos partos. O inquérito, coordenado pela pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Maria do Carmo Leal, foi divulgado nos principais veículos de comunicação do país. Veja abaixo a repercussão do estudo.

  8. Acidente de trabalho infantil: números podem estar subnotificados

    O pesquisador do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da ENSP, Francisco Pedra, concedeu entrevista ao jornal O Globo, na edição de domingo (18/5), em que comentou os casos de morte de crianças e adolescentes no trabalho. A reportagem, intitulada Trabalho mortal na infância, revela que, a cada mês, uma criança ou adolescente morre trabalhando no país. Para o pesquisador da ENSP, no entanto, o número de mortes é abaixo do esperado, já que alguns casos entram na estatística da saúde sem mencionar a relação com o trabalho. Confira a reportagem completa.

  9. Erro na medicação: crianças correm mais risco

    A dissertação de mestrado apresentada na ENSP que analisou os erros de preparo e administração de medicamentos foi tema de reportagem no portal Saúde Web, no dia 6 de maio. A pesquisa, desenvolvida pela farmacêutica hospitalar do IFF/Fiocruz Suiane Baptista, apontou que esse tipo de erro é um grave problema de saúde pública e ocorre em todas as etapas do sistema de medicação, o que traz prejuízos tanto para o paciente e seus familiares quanto para os profissionais e sistemas de saúde. Ainda de acordo com o estudo, esse risco é ainda maior quando se trata de pacientes pediátricos. 

  10. O Globo destaca pesquisa da Fiocruz sobre cesárea

    O Globo online divulgou, no dia 28 de abril, uma reportagem sobre a epidemia de cesarianas no país, com destaque para a pesquisa Nascer no Brasil, coordenada pela pesquisadora da ENSP Maria do Carmo Leal. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2010, o Brasil e a China foram responsáveis por metade das cesáreas realizadas no mundo. Entre 2010 e 2013, o estudo Nascer no Brasil – Inquérito Nacional sobre Parto e Nascimento, mostrou que 53% dos partos na saúde pública foram cirúrgicos. Bem acima do limite máximo recomendado pela OMS, de 15%.