1. Pesquisador da ENSP fala à imprensa sobre febre amarela

    O site Camaçari Notícias veiculou matéria sobre o registro de dois casos de febre amarela, em fevereiro, na cidade de Alto Paraíso de Goiás (GO), na Chapada dos Veadeiros: um rapaz de 22 anos, morador recente do município, e um turista belga que visitou a região. Nenhum dos dois havia sido vacinado contra a doença. A transmissão da febre amarela, uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos presente em países da África e das Américas Central e do Sul, pode ocorrer de duas formas: silvestre e urbana. Apesar disso, em entrevista ao informativo, o pesquisador da ENSP Fernando Verani, disse tratar-se de uma só doença. 

  2. Reportagem destaca importância do Projeto Elsa para o país

    O jornal Estado de Minas, na edição de 29 de março, destacou o Estudo Longitudinal da Saúde do Adulto (Elsa-Brasil), uma investigação multicêntrica de coorte composta por 15 mil funcionários de seis instituições públicas de ensino superior e pesquisa das regiões Nordeste, Sul e Sudeste do Brasil, e do qual a Fiocruz faz parte. A reportagem aborda que pesquisa gerou, até agora, 55 artigos. "Outros 105 estão em andamento, analisando diferentes aspectos. No caso da diabetes, verificou-se que cerca de metade dos indivíduos desconhecia ter a doença", diz um trecho. Confira o texto na íntegra.

  3. Parceria entre ENSP e município da baixada privilegia atenção básica

    A parceria selada entre a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) e o município de Belfod Roxo, que visa capacitar os profissionais de saúde da região por meio dos cursos de pós-graduação da instituição, foi destaque no Jornal Hoje, que circula em toda a região da Baixada Fluminense. O acordo, que inclui os cursos à distância da ENSP, privilegiará os profissionais da atenção básica no primeiro momento. Confira a reprotagem.

  4. Brasil ainda utiliza pesticidas condenados pela OMS

    Os jornais Correio Braziliense e Estado de Minas, na edição de domingo (29/3), publicaram reportagem na qual alertam para a liberação, no Brasil, de pesticidas condenados pela Organização Mundial da Saúde. Intituladas Os venenos nas mesas dos brasileiros, as matérias denunciam que a Agência Internacional de Pesquisas do Câncer, órgão da OMS, classificou cinco pesticidas como "provavelmente" ou "possivelmente" carcinogênicos. Desses, quatro são liberados no Brasil: glifosato, malation, diazinon e parationa metílica. “É preciso adotar o princípio da precaução. Conforme as pesquisas avançam, aparecem novas evidências contra os venenos”, disse o pesquisador da ENSP Luiz Cláudio Meirelles - fonte ouvida pela reportagem.

  5. 'Tuberculose não é coisa do passado', aponta artigo de pesquisadora

    Nesta quinta-feira (26/3), o jornal O Globo publicou artigo produzido pela pesquisadora Margareth Dalcolmo, do Centro de Referência Professor Hélio Fraga da Escola Nacional de Saúde Pública (CRPHF/ENSP/Fiocruz), sobre a situação da tuberculose no país. No texto, a consultora da OMS para o assunto destaca a contradição de um país que possui um bom Programa de Controle, remédios de boa qualidade, tratamento gratuito governamental, mas ainda convive com quatro mil pessoas morrendo por ano de tuberculose. “Não existem mau paciente, e sim serviço de saúde ineficiente”. Leia o artigo.

  6. Reportagem projeta benefícios da despoluição dos rios na cidade do Rio de Janeiro

    Às vésperas do Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, o RJTV publicou reportagem na qual destacou o aumento da poluição nos rios do Rio de Janeiro. Além de revelar que as amostras de água com qualidade ruim cresceram de 40% para mais de 66%, a matéria projetou os benefícios que a limpeza dos rios traria para a cidade em diversos campos, entre eles o turismo e a saúde pública. Na opinião da pesquisadora da ENSP Simone Cynamon Cohen, um amplo projeto de despoluição poderia reduzir pela metade os casos de doenças transmitidas pela água contaminada.

  7. Pesquisador comenta os impactos da falta de saneamento na saúde

    O pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Paulo Barrocas foi um dos entrevistados pela jornalista Miriam Leitão, em seu programa veiculado no canal de notícias GloboNews. A edição do dia 12 de março teve como tema o impacto da falta de saneamento nos gastos com saúde, e o pesquisador do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola destacou os quatro componentes básicos para se avaliar a cobertura de saneamento no país (abastecimento de água, esgotamento sanitário, coleta e destinação do lixo e drenagem). Além disso, comentou a importância da existência, qualidade e abrangência do serviço de distribuição de água e as doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado.
     

  8. Reportagem destaca medidas simples de economia de água

    Na terça-feira (10/3), o Jornal das Dez, exibido pelo canal GloboNews, veiculou reportagem na qual destacou algumas medidas simples que podem ocasionar grande economia de água. A matéria apresentou a proposta do pesquisador do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da ENSP Renato Feitosa, que utiliza braçadeiras plásticas para lavagem das mãoes em torneiras de pressão. Os testes do pesquisador comprovaram que a economia pode ser de 65 a 80%.

  9. Pesticidas: Meirelles comenta a utilização de mapas de risco

    O pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Luiz Cláudio Meirelles foi uma das fontes consultadas na reportagem produzida pela agência global de informação SciDev.Net, intitulada Insecticide risk map exposes threat to aquatic life. Na opinião do pesquisador, os mapas de risco são úteis para países como o Brasil, tendo em vista que eles carecem desse tipo de ferramenta. "Há uma enorme falta de informação sobre tudo relacionado à agricultura e uso inseticida", disse o pesquisador.

  10. Importância do brincar na saúde infantil é destaque na imprensa

    O estudo da mestre em Saúde Pública pela ENSP Ligia Maria Rocha Rodrigues, que durante três meses acompanhou o trabalho realizado pelo Programa Saúde e Brincar, do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), foi destaque na edição de 28 de fevereiro do jornal O Fluminense. A reportagem apresenta alguns dos resultados obtidos, mostrando que o brincar, enquanto recurso terapêutico, possibilita a criança ocupar um papel mais ativo, com bem-estar, autonomia e participação.