1. Pesquisadora comenta lei que autoriza encaminhamento de acidentados que possuem planos de saúde para hospitais privados

    A pesquisadora Gisele O'Dwyer, da Escola Nacional de Saúde Pública, concedeu entrevista ao Estadão, na terça-feira (19/7), em reportagem que abordou a lei sancionada pelo governador em exercício do Estado do Rio de Janeiro que determina o encaminhamento dos acidentados que possuírem planos de saúde para hospitais privados. Para ela, cabe ao Estado regular o atendimento de urgência médica, mas lembrou que o sistema privado tem poucos serviços de urgência. "Existem muitos tipos de planos, alguns com cobertura muito ruim. Isso só pode ser feito se for garantido que os hospitais privados têm lugar para receber pacientes do trauma". Leia a reportagem.

  2. Site o O Globo publica carta de instituições científicas contra PL que quer liberar cesariana

    O site do jornal O Globo divulgou a carta aberta assinada por pesquisadores de diversas instituições de ensino e pesquisa contra um novo projeto de lei que pretende liberar cesarianas a partir da 37ª semana de gestação. O PL 5.687 contraria uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que determina que o procedimento possa ser feito a pedido da mãe somente após a 39ª semana. Trata-se de um "retrocesso e um desserviço ao esforço que o país tem feito nos últimos anos para promover a saúde, principalmente no período de gestação e de nascimento, e reduzir doenças e mortes maternas e infantis", diz o documento, Leia a reportagem.

  3. Jornal Nacional destaca opinião de especialistas sobre riscos da lei que permite pulverização

    Os posicionamentos técnicos contrários à pulverização aérea emitidos pela Abrasco e conjuntamente pelo Conass e Conasems serviram de base para a matéria Especialistas alertam para riscos de inseticida lançado por aviões, exibida ontem no Jorna Nacional, da Rede Globo. Em matéria produzida pelo jornalista André Trigueiro foram ouvidos Karen Friedrich, toxicologista e pesquisadora do Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (CESTEH/ENSP/Fiocruz) e André Burigo, pesquisador da Escola Politécnica em Saúde Joaquim Venancio (EPSJV/Fiocruz), ambos integrantes do Grupo Temático Saúde e Ambiente (GTSA/Abrasco).

  4. Pesquisadores contrários à pulverização aérea em cidades são destaque na mídia

    Duas reportagens destacam a opinião contrária de pesquisadores da ENSP ao projeto de lei sancionado por Michel Temer que permite a pulverização aérea em áreas urbanas para o combate ao Aedes Aegypti. Marcelo Firpo e Luís Cláudio Meirelles foram ouvidos pela EBC e  pela Revista Época, respectivamente. Os dois destacaram o fato de que nenhuma entidade ligada à saúde ou mesmo o próprio ministério da saúde aprovam a medida, que é ineficaz e perigosa.

  5. Reportagem destaca atuação da Fiocruz em todo país

    A reportagem de capa do Jornal de Bairro Zona Norte, do O Globo, deu grande destaque à atuação da Fundação Oswaldo Cruz em todo o território brasileiro nos campos da pesquisa, ensino e desenvolvimento tecnológico. Na formação em saúde, O Globo citou o trabalho desenvolvido pela Escola Nacional de Saúde Pública na formulação de políticas para o SUS e na oferta de cursos lato e stricto sensu. Leia a reportagem nos arquivos anexos.

  6. Reportagem destaca atuação da ENSP e EPSJV na defesa dos ACS

    Em reportagem que relatou a revogação das Portarias 958 e 959, que permitiam a substituição de agentes comunitários de saúde (ACS) por técnicos de enfermagem, a Agência Brasil destacou a atuação da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca e da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio na defesa dos ACS. O texto destaca a carta de repúdio às portarias assinadas pelas duas instituições. Leia.

  7. Políticas públicas na área de saneamento devem avançar

    O pesquisador Tatsuo Shubo participou ao vivo do programa Radioatividade, da Jovem Pan, no dia 3 de junho, ocasião em que comentou os principais problemas de saneamento do país. Na opinião do entrevistado, as políticas públicas na área de saneamento são obsoletas e precisam avançar no Brasil. A reportagem pode ser acessada a partir do 29º minuto.

  8. Reportagem destaca resolução que veta cesariana antes da 39ª semana de gestação

    A edição de terça-feira (21/6) do jornal O Globo ouviu a pesquisadora da ENSP Maria do Carmo Leal, coordenadora da pesquisa Nascer no Brasil, em reportagem que destacou a resolução do Conselho Federal de Medicina que veta a cesariana, a pedido da paciente, antes da 39ª semana de gestação. Na opinião da epidemiologista, a iniciativa é bem-vinda e poderá trazer impactos positivos para o bebê. Confira.

  9. ENSP avaliará impactos da desaceleração das obras do Comperj

    O colunista Ancelmo Gois, do O Globo, noticiou em seu blog o projeto do Laboratório de Monitoramento Epidemiológico da ENSP (LabMep) que analisará o impacto da desaceleração das obras no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Coordenado pelos pesquisadores Luciano Toledo e Paulo Sabroza, o projeto se concentra nas áreas de saúde e segurança pública.

  10. Brasil necessita de incentivos governamentais e tecnologias de ponta para combater doenças negligenciadas

    Em entrevista à Rádio CBN, o ex-diretor da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) e atual vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz , Jorge Bermudez, falou sobre a necessidade de incentivos governamentais e tecnologias de ponta para o combate às doenças negligenciadas. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 16 milhões brasileiros sofrem com as chamadas doenças negligenciadas, aquelas associadas a áreas mais remotas e que, por isso, recebem menos investimentos para pesquisas e desenvolvimentos de remédios. Segundo Bermudez, a Fiocruz, que é referência no desenvolvimento de novas tecnologias, também sofre com dificuldades para levar pesquisas dessas doenças adiante. "Como são doenças que atingem, principalmente, populações pobres, não despertam interesses da indústria, que quer investir naquilo que é rentável. Precisamos de mais recursos, queríamos investir mais recursos em doenças como estas, que são relacionadas à pobreza, embora existam em larga escala em áreas urbanas e ricas", reconheceu ele.