1. Pesquisador da ENSP comenta caso de médico que expôs paciente em rede social

    O caso do médico de Serra Negra (SP) que postou uma foto em uma rede social debochando da maneira de falar de um paciente é apenas um exemplo de como o surgimento de novas formas de interação social vai exigir atualizações cada vez mais constantes no Código de Ética Médica. Em entrevista ao Portal Medscape - site de compartilhamento de informações voltado para profissionais de saúde -, o pesquisador da ENSP e coordenador-geral do Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva (PPGBIOS), Sergio Rego, defendeu que o Código de Ética Médica deve abranger também essa nova questão. Segundo ele, o respeito ao paciente é fundamental, seja no atendimento, seja nos passatempos virtuais. “A liberdade de expressão é fundamental, mas o respeito ao outro também", ressaltou.

  2. Mais planos de saúde pra quê? Pesquisadora da ENSP comenta proposta de planos acessíveis de saúde

    O programa Sala de Convidados, do Canal Saúde, recebeu, mais uma vez, a pesquisadora da ENSP Isabela Santos para falar sobre os planos de saúde acessíveis. Ela debateu a questão correlacionando a proposta ao projeto do governo de subfinanciamento e fragmentação do Sistema Único de Saúde (SUS) e fortalecimento do setor privado. Além de Isabela, foram convidados do programa o vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro, Nelson Nahon, e o professor e pesquisador da Escola Politécnica em Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), Felipe Machado. Na opinião de Isabela, a proposta dos novos planos de saúde a baixo custo causará maior iniquidade no sistema. “O SUS ficará com as filas mais longas, a busca será pelos procedimentos mais caros e complexos. Com isso, haverá grande desigualdade das pessoas que acessam o sistema. Quase 90% da população, que são os pobres, usarão o que é pior do SUS, e os mais ricos usarão seus planos de saúde e o SUS para o que lhes interessar”, considerou ela. 

  3. Rádio noticia audiência pública em defesa das famílias desabrigadas pelo PAC

    Rádio Bandnews divulgou a realização da audiência pública PAC Manguinhos, Alemão e Jacarezinho: questões habitacionais não resolvidas... Qual a solução?. Convocada pelo Núcleo de Terras e Habitação da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (Nuth) e articulada pelos movimentos sociais das favelas de Manguinhos, Alemão e Jacarezinho, com parceria da Ficoruz, a audiência buscou discutir a situação de mais de quatro mil famílias que ainda vivem em aluguel social por terem suas casas removidas em razão de obras do plano de Aceleração do Crescimento.

  4. Lei que permite pulverização de pesticidas é antidemocrática, afirma pesquisador

    A Lei 13.301/2016, sancionada pelo presidente interino, Michel Temer, que autoriza o uso de aviões para a pulverização de substâncias químicas a fim de combater o mosquito Aedes Aegypti, é antidemocrática, diz Wanderlei Pignati, doutor em Saúde Pública pela ENSP. Segundo ele, ela é antidemocrática porque é contrária às indicações feitas pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), Fiocruz, Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). De acordo com Pignati, essas entidades, juntamente com a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), questionam a eficácia da metodologia de pulverização, já que essa prática tem causado uma série de problemas ambientais e à saúde, quando aplicada na agricultura.

  5. 'É preciso diminuir as intervenções desnecessárias no parto'

    O Conselho Federal de Medicina (CFM), na Resolução 2.144/2016, decidiu que o médico só pode realizar o parto cesáreo, a pedido da grávida, a partir da 39ª semana de gestação. Com base na resolução, a revista Época produziu reportagem a respeito da seguridade de se fixar um prazo mínimo para cesariana. Na opinião da pesquisadora da ENSP Maria do Carmo Leal, coordenadora do Nascer no Brasil, o mais correto é esperar o trabalho de parto da mulher, a não ser que haja risco para saúde da mãe e do bebê. Ela também afirmou que é preciso diminuir as intervenções desnecessárias no parto. Confira a reportagem e a entrevista pingue pongue com a pesquisadora.

  6. Estudo da ENSP sobre depressão pós-parto pauta programa de TV

    O programa Profissão Repórter que foi ao ar no dia 3 de agosto abordou a depressão pós-parto - problema que, segundo o estudo Factors associated with postpartum depressive symptomatology in Brazil: The Birth in Brazil National Research Study, coordenado pela pesquisadora Mariza Theme, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, acomete uma em cada quatro mulheres no Brasil. O programa acompanhou o dia a dia das mães que desenvolveram o distúrbio e informou sobre a importâcia do diagnóstico precoce. Veja aqui o Profissão Repórter sobre Depressão Pós-parto.

  7. Reportagem analisa chegada do Zika Vírus ao Brasil

    O site Bolsa de Mulher publicou reportagem sobre a origem do Zika e analisou como se deu a chegada do vírus ao Brasil. De acordo com a reportagem, o zika chegou ao Brasil provavelmente no ano de 2013, entre os meses de maio e dezembro - período que coincide com um aumento do fluxo de pessoas de países com endemia de zika para o Brasil. A reportagem ouviu os pesquisadores da Fiocruz Eduardo Maranhão e Christovam Barcellos sobre a disseminação do vírus. Na opinião do pesquisador da ENSP, "o desenvolvimento de uma vacina eficaz, segura , barata e aplicada massivamente (em mais de 95% da população) reduzirá drástica e rapidamente o número de pessoas suscetíveis à infecção". Leia a reportagem.

  8. Pesquisador participa de especial sobre a Baía de Guanabara

    O pesquisador Renato Castiglia, do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da ENSP, concedeu entrevista ao site Globoesporte.com, em reportagem especial sobre a Baía de Guanabara. De acordo com o pesquisador, é necessário anailsar precisamente os níveis de qualidade da água para availar uma possível contaminação. Renato observou ainda que o período de chuvas é aquele que pode trazer maiores riscos para a população e para os atletas, mas avisou que os níveis exigência de concentração dos coliformes podem variar de acordo com as modalidades olímpicas.

  9. Colunista repercute evento em homenagem aos trabalhadores mortos nas obras das Olimpíadas

    Colunista do O Globo, Ancelmo Gois divulgou o evento Vidas perdidas nas obras das Olimpíadas do Rio de Janeiro: uma homenagem aos trabalhadores, que será realizado na quinta-feira, 28/7, pela ENSP, por intermédio do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP). No texto, o jornalista destaca que, desde o início das obras, onze operários perderam a vida e outros três sofreram acidentes graves. O Ministério do Trabalho emitiu mais de 1.600 autos de infração em obras dos Jogos. A nota também foi repercutida no Blog do Ancelmo Gois. 

  10. Pesquisadora comenta lei que autoriza encaminhamento de acidentados que possuem planos de saúde para hospitais privados

    A pesquisadora Gisele O'Dwyer, da Escola Nacional de Saúde Pública, concedeu entrevista ao Estadão, na terça-feira (19/7), em reportagem que abordou a lei sancionada pelo governador em exercício do Estado do Rio de Janeiro que determina o encaminhamento dos acidentados que possuírem planos de saúde para hospitais privados. Para ela, cabe ao Estado regular o atendimento de urgência médica, mas lembrou que o sistema privado tem poucos serviços de urgência. "Existem muitos tipos de planos, alguns com cobertura muito ruim. Isso só pode ser feito se for garantido que os hospitais privados têm lugar para receber pacientes do trauma". Leia a reportagem.