1. Descaso com saneamento contribui para proliferação do Aedes

    O jornal O Globo, na edição de domingo (21/2), publicou  reportagem sobre as epidemias provocadas pelo Aedes aegypti desde 1981. De acordo com o texto, deficiências em saneamento básico, má preservação de espaços públicos e as intensas mudanças climáticas favorecem a proliferação do mosquito em território nacional. Para comprovar essas e outras questões, a reportagem consultou os pesquisadores Marcelo Araújo e Paulo Barrocas, do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da ENSP (DSS). Na opinião dos especialistas, o descaso com o saneamento do país vem de muitos anos, o que contribui para uma má coleta do lixo, acúmulo de água em espaços públicos, abastecimento inadequado e armazenamento irregular por parte da população.

  2. Pesquisadora da ENSP alerta sobre o uso contínuo do fumacê

    Em entrevista ao jornal Bom Dia Rio, da Rede Globo, a pesquisadora do Laboratório de Toxicologia do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP) Ana Cristina Simões Rosa falou sobre o uso do fumacê. Apesar de não indicado, alguns condomínios vêm recorrendo a estratégia por conta própria para eliminar o mosquito Aedes aegypti, transmissor do zika vírus, dengue e chikungunya. O uso indiscriminado pode apresentar perigos tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente. Segundo Ana Cristina, com a utilização continuada do fumacê, os mosquitos adquirem resistência ao inseticida e ele deixa de proporcionar a eficácia desejada. "Isso pode promover também um desequilíbrio dos predadores naturais do mosquito. A longo prazo significa que eles vão se proliferar de uma maneira muito mais intensa do que antes da utilização do inseticida", alerta.

  3. Jornal destaca mapeamento da Fiocruz que mostra áreas vulneráveis às mudanças climáticas

    O jornal O Globo, no dia 4 de fevereiro, divulgou o estudo realizado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que mapeou a vulnerabilidade às alterações do clima em 84 municípios que fazem parte da bacia hidrográfica do Velho Chico e estão localizados na região do bioma caatinga. Segundo a pesquisa, até 40 dessas cidades são altamente vulneráveis aos efeitos do aquecimento global e, além de aumento da temperatura, esses locais - todos com baixos indicadores sociais - são mais sujeitos a experimentar fortes perdas agrícolas, escalada de doenças, evasão de moradores e até a desertificação das paisagens. As pesquisadoras Diana Marinho, da ENSP/Fiocruz, e Martha Barata, do IOC/Fiocruz, participaram da reportagem.

  4. Supervisora de enfermagem do CSEGSF comenta novo calendário de vacinação

    O calendário nacional de vacinação sofreu mudanças em 2016. De acordo com Ministério da Saúde, as alterações serão anotadas nas cadernetas nas próximas campanhas de imunização. A oferta da hepatite B será ampliada para idosos. Em reportagem para o Canal Saúde, da Fiocruz, a supervisora de enfermagem do Centro de Saúde Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP), Slete Ferreira, explicou que a vacina da hepatite B era ministrada até 49 anos e verificou-se que, com a continuidade das atividades sexuais dos idosos, esse foi um dos motivos para a ampliação da oferta da vacina.

  5. Supervisora de enfermagem do CSEGSF comenta novo calendário de vacinação

    O calendário nacional de vacinação sofreu mudanças em 2016. De acordo com Ministério da Saúde, as alterações serão anotadas nas cadernetas nas próximas campanhas de imunização. A oferta da hepatite B será ampliada para idosos. Em reportagem para o Canal Saúde, da Fiocruz, a supervisora de enfermagem do Centro de Saúde Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP), Slete Ferreira, explicou que a vacina da hepatite B era ministrada até 49 anos e verificou-se que, com a continuidade das atividades sexuais dos idosos, esse foi um dos motivos para a ampliação da oferta da vacina.

  6. Programa discute os fatores que interferem na escolha do parto

    A pesquisadora Silvana Granado, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), participou, na última sexta-feira, do programa Tema Livre, da Rádio Nacional, que debateu os fatores que interferem na escolha pelo tipo de parto e o alto número de cesarianas no país. A pesquisadora, que comentou os resultados da pesquisa Nascer no Brasil: Inquérito Nacional sobre Parto e Nascimento, também falou sobre o elevado número de cesarianas e das intervenções obstétricas durante o trabalho de parto em mulheres brasileiras. O programa também discutiu o papel dos médicos e de outros profissionais como as doulas.

  7. Reportagem repercute mudanças na dieta e no estilo de vida dos xavantes

    A alta incidência de obesidade, hipertensão, diabetes e outras complicações da síndrome metabólica em índios Xavante pautou a reportagem Aldeia extra G, publicada pelo Correio Braziliense, na quarta-feira (20/1), e que destaca mudanças tanto na dieta quanto no estilo de vida dos xavantes. O texto jornalístico, além de repercutir o estudo do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), que detectou a prevalência de síndrome metabólica em duas reservas Xavante, consultou o pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Carlos Coimbra a respeito da situação dos xavantes. “Sabemos tratar e prevenir doenças na população brasileira não indígena, mas nos esquecemos deles, que têm uma dupla carga de doenças: além das infecciosas, agora as da modernidade”. Leia a reportagem completa.

  8. Pesquisadora fala sobre projeto de lei que proíbe algemas nos partos

    Maria do Carmo Leal, pesquisadora da ENSP, foi entrevistada pelo jornal A Tarde, de Salvador, em reportagem sobre uma proposta de lei que proibe que presas sejam algemadas durante o parto. Segundo a reportagem, o governo diz que a prática já não ocorre há vinte anos na Bahia, mas a lei serviria para homogeneizar procedimentos que até o momento ficam a critério de cada prisão. Tal como aconteceu com projeto semelhante, sancionado pelo governo do Rio de Janeiro há alguns dias, o projeto de lei que tramita na assembleia legislativa baiana também usou como base o estudo Nascer no Brasil, inquérito nacional sobre parto e nascimento, coordenado por Maria do Carmo. Em seu depoimento ao jornal soteropolitano, a pesquisadora lembrou que além da retirada das algemas é importante que se busque penas alternativas para as mães, como por exemplo, a prisão domiciliar. Leia aqui a íntegra da reportagem.