1. Pesquisadora comenta aumento da gravidez tardia no país

    Na sexta-feira (25/11), a pesquisadora Silvana Granado, da ENSP/Fiocruz, concedeu entrevista ao jornal O Globo, em reportagem que comentou o estudo divulgado pelo IBGE sobre o crescimento dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo e o aumento da gestação tardia. De acordo com o texto, em 2015, três em cada dez mulheres tinham filhos na faixa dos 30 aos 39 anos. Há uma década, o índice era de 22,5%. Na opinião da pesquisadora da ENSP, além de as mulheres investirem mais na carreira profissional, há mudanças na estrutura familiar. "As mulheres se divorciam, envolvem-se em novas relações e, assim, têm disposição para uma gestação", comentou.

  2. 'Saúde, ambiente e educação devem estar integrados'

    TV INES, um canal de TV brasileiro cuja programação é destinada ao público surdo, divulgou reportagem sobre o alerta emitido pela Organização das Nações Unidas a respeito das consequências da poluição ambiental e da falta de saneamento no mundo. A pesquisadora Sandra Hacon, da Escola Nacional de saúde Pública Sergio Arouca, comentou os efeitos da poluição atmosférica no solo, na vegetação, na água e os impactos na saúde humana. Ela destacou ainda a necessidade de integração entre saúde, ambiente e educação. Confira.

  3. Rádios de todas as regiões do país veiculam pesquisa sobre crack divulgada na ENSP

    Encomendada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça e Cidadania (Senad/MJ), a pesquisa Crack e Exclusão Social foi relançada na ENSP, no final de outubro de 2016, e seus resultados apontam para o fato de que o uso de crack é consequência, e não causa da exclusão social. A Agência RadioWeb entrevistou o sociólogo e professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), Roberto Dutra Torres, que comentou as conclusões da pesquisa. "Há uma relação de mútuo reforço entre processo de exclusão social e uso abusivo do crack". A reportagem foi veiculada em 486 rádios, de todas as regiões do país. Ouça a entrevista aqui.

  4. Levantamento do Claves aponta morte em 83% das pessoas internadas após terem sido atingidas por armas de fogo

    Na edição de sábado (29/10) do jornal O Globo, o colunista Ancelmo Gois divulgou  o levantamento feito pela pesquisadora Cecília Minayo, com base nos dados do Ministério da Saúde e da Rede Sarah, sobre as vítimas de armas de fogo no país. Segundo a pesquisa, 83% das pessoas que são internadas após terem sido atingidas morrem. Minayo ainda revelou que, dos que sobrevivem, 80% acabam paraplégicos. Os dados foram divulgados na ocasião do manifesto contra revogação do Estatuto do Desarmamento, assinado pela Fiocruz.

  5. Pesquisa sobre crack e exclusão social é destaque na imprensa

    Os resultados da pesquisa Crack e Exclusão Social foram apresentados na sexta-feira, 21 de outubro, durante seminário na Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz). A pesquisa se debruçou na exclusão social para entender o consumo de crack no país. Encomendada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) e coordenada pelo sociólogo Jessé de Souza, a pesquisa é resultado de mais de 200 entrevistas em profundidade com usuários de crack e agentes institucionais de regiões metropolitanas do Sul, Sudeste e Nordeste, analisadas por uma equipe de 17 pesquisadores, em sua maioria das Ciências Sociais. O estudo, que aprofunda qualitativamente os dados revelados, em 2013, na Pesquisa Nacional sobre Crack e, conforme indica o título, tem a exclusão social como ponto chave para entender e lidar com a dependência da droga, foi destaque no jornal O Globo e também na edição on-line do jornal Extra.

  6. Pesquisa alerta sobre impacto das queimadas na saúde

    O Jornal do Meio, do Piauí, publicou reportagem na qual aponta que as queimadas aumentam em 89% as internações. O Piauí registrou até o início de outubro 4.602 queimadas, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Asma, bronquite, enfisema, pneumonia, arritmia, hipertensão e até infarto, são algumas doenças que podem se desenvolver em pessoas que se expõem constantemente à fumaça das queimadas. A matéria destaca o estudo coordenado pela pesquisadora da ENSP, Sandra Hacon, que têm investigado em várias partes do país a influência dos incêndios na saúde das pessoas, em especial de crianças e idosos, que são os mais afetados. A pesquisa busca avaliar o impacto das queimadas na saúde. 

  7. Programa destaca o mês da conscientização da Doença de Alzheimer

    Jane Blanco, ex-aluna de doutorado da ENSP, participou do programa Tema Livre de terça-feira (20), que debateu a cura da Doença de Alzheimer. No mês de setembro, entidades médicas e de apoio realizam atividades e ações para marcar o Dia Mundial da Conscientização sobre a Doença de Alzheimer, estabelecido neste 21 de setembro. O programa recebeu o geriatra Luiz Leopoldo Queiroz, o médico do Instituto de Neurologia Deolindo Couto, Victor Calil, e a médica, epidemiologista e doutora em epidemiologia pela Fiocruz, Jane Teixeira. 

  8. Reportagem destaca alerta da ONU para elevados preços de medicamentos

    A edição desta quinta-feira (15/9) do jornal O Globo publicou reportagem sobre a recomendação da ONU para que os governos e a indústria farmacêutica trabalhem juntos para reduzir o preço de medicamentos essenciais. Para o vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz e membro do Painel de Alto Nível sobre o Acesso a Medicamentos da ONU, Jorge Bermudez, os direitos humanos devem se sobrepor aos direitos individuais e econômicos. "Não é possível para nenhum sistema de saúde absorver preços orbitantes de novas tecnologias", afirmou o ex-diretor da Escola Nacional de Saúde Pública, por meio do relatório.

  9. Estudo americano aponta mais risco de depressão pós-parto nas mães de bebês prematuros

    Correio Braziliense citou o estudo coordenado pela pesquisadora Mariza Theme, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), que aponta depressão pós-parto em mais de 25% das mães no Brasil. A reportagem fala sobre uma pesquisa americana que mostra que a incidência da doença é quase o dobro nas mães de bebês que demandam muito cuidado médico após o parto. Entre os fatores desencadeantes, está a diminuição da percepção de bem-estar e de conforto com o filho. Leia abaixo.

  10. Pesquisador da ENSP comenta caso de médico que expôs paciente em rede social

    O caso do médico de Serra Negra (SP) que postou uma foto em uma rede social debochando da maneira de falar de um paciente é apenas um exemplo de como o surgimento de novas formas de interação social vai exigir atualizações cada vez mais constantes no Código de Ética Médica. Em entrevista ao Portal Medscape - site de compartilhamento de informações voltado para profissionais de saúde -, o pesquisador da ENSP e coordenador-geral do Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva (PPGBIOS), Sergio Rego, defendeu que o Código de Ética Médica deve abranger também essa nova questão. Segundo ele, o respeito ao paciente é fundamental, seja no atendimento, seja nos passatempos virtuais. “A liberdade de expressão é fundamental, mas o respeito ao outro também", ressaltou.