1. Jornal destaca ações de combate à hanseníase na Fiocruz

    Nesta quarta-feira (28/1), o jornal Meia-Hora publicou reportagem na qual alerta para a campanha de combate à hanseníase, cujo tema em 2015 é Hanseníase: quanto antes você descobrir, mais cedo vâai se curar. A matéria alerta para os perigos da doença, as formas de tratamento e informa sobre as atividades de conscientização que serão realizadas no Centro de Saúde Escola da ENSP e na Clínica da Família Victor Valla da ENSP, na quinta-feira (29/1). O jornal também consultou o pesquisador do laboratório de Hanseníase da Fiocruz, José Augusto da Costa Nery, sobre os principais sintomas da doença. 

  2. Reportagem aponta desafios para incentivo ao parto normal

    A reportagem de capa da Revista Cidade Nova destaca a trajetória de mulheres que deram à luz naturalmente e os desafios que o país precisa superar para incentivar e humanizar os partos normais. O texto se baseou na pesquisa Nascer no Brasil, desenvolvida na Escola Nacional de Saúde Pública, para informar que 70% das mulheres brasileiras iniciam a gestação com o desejo de ter parto normal, mas que 52% optam pela cesariana no momento do nascimento. A pesquisadora Silvana Granado, citada na reportagem, afirmou que a cesárea não substitui de forma igual o parto normal.

  3. Atividade de empresas mineradoras e petroleiras preocupam indígenas no Amazonas

    Indígenas que habitam a região do Vale do Javari, Oeste do Amazonas, temem que as atividades de empresas mineradoras e petroleiras desenvolvidas próximas ao rio Javari, no lado peruano, causem danos ambientais no lado brasileiro nos próximos dois anos. A reportagem publicada no jornal A Crítica teve participação da pesquisadora da ENSP Bianca Dieile, que falou sobre os possíveis impactos: “Esse tipo de exploração pode causar impactos nas comunidades que vivem próximas às zonas de exploração, como contaminação da água, peixes, entre outros”. Leia a matéria completa.

  4. Mapa da injustiça ambiental aponta comunidades quilombolas reconhecidas pelo Incra

    Em reportagem sobre o reconhecimento de comunidades quilombolas em dois estados brasileiros, a Agência Brasil utilizou informações do Mapa de Conflitos Envolvendo Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil, coordenado pelo pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Marcelo Firpo. Elaborado pela ENSP/Fiocruz em parceria com a Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase), o mapa indicou que 36 famílias descendentes de Dezidério Felipe de Oliveira, que viveu na região antes da abolição da escravatura e mudou-se para o distrito de Picadinha em 1905, reivindicavam 3.738 hectares. Além da Comunidade Quilombola Dezidério Felipe de Oliveira, o Incra também reconheceu e declarou como terras da Comunidade Remanescente do Quilombo de Cambará uma área de 570 hectares no município de Cachoeira do Sul (RS), no Vale do Jacuí.

  5. Greve alerta para a importância do agente comunitário de saúde

    A greve dos agentes comunitários de saúde e de endemias na cidade de Belo Horizonte, iniciada na segunda-feira (5/1), já preocupa as autoridades de saúde da capital mineira. De acordo com a reportagem do Jornal Hoje em Dia, veiculada nesta terça-feira, os agentes têm um papel fundamental na prevenção e na promoção da saúde, principalmente no período de maior proliferação do aedes aegypti. Para a pesquisadora da ENSP e coordenadora nacional do Programa de Qualificação em Educação Popular em Saúde, Carla Moura Lima, ouvida na reportagem, os agentes são a porta de entrada do sistema público de saúde e seu trabalho deve ser valorizado.

  6. Nascer no Brasil: pesquisa da ENSP é fonte de reportagem sobre parto normal

    O jornal O Globo publicou, no dia 28/12, reportagem sobre o crescente número de mulheres com plano de saúde que procuram a rede pública para terem seus filhos de parto normal. Silvana Granado, pesquisadora da ENSP e uma das coordenadoras da pesquisa Nascer no Brasil falou ao jornal carioca e fez um alerta sobre a adesão quase automática à cesariana, tanto por médicos quanto pacientes, na rede privada. Veja a íntegra da reportagem.

  7. Reportagem analisa gravidez adolescente e pré-natal insuficiente no Rio de Janeiro

    Na segunda-feira (22/12), o jornal O Globo divulgou reportagem cujo tema abordou a proporção de gravidez precoce e pré-natal precário no Rio de Janeiro. O texto jornalístico, que utilizou informações da pesquisa Nascer no Brasil para comparar o município com o restante do país, mostra que os indicadores da cidade, em geral, avançam e são melhores que a média nacional. O problema é que, nas áreas pobres, o Rio se aproxima das regiões brasileiras com os piores índices. 
     

  8. Mapa de Conflitos Envolvendo Injustiça Ambiental e Saúde é destaque na imprensa

    O Diário Catarinense veiculou reportagem, em 15/12, sobre Mapa de Conflitos Envolvendo Injustiça Ambiental e Saúde, coordenado pelo pesquisador da ENSP Marcelo Firpo. A reportagem retrata que somente Santa Catarina possui 16 zonas onde interesses se confrontam, segundo o Mapa de Conflitos, que envolve injustiça ambiental e saúde no Brasil. O estudo desenvolvido desde 2008 apresentava 17, mas um dos entraves já foi resolvido. O mapeamento mostra que a maior parte dos conflitos no país está ligada à Amazônia e a outros locais com grandes áreas florestais. 
     

     

  9. Agência de notícias espanhola destaca pesquisa da ENSP sobre parto e nascimento

    O grande número de partos por cesariana no país, divulgado por intermédio da pesquisa Nascer no Brasil, da Escola Nacional de Saúde Pública, pautou a reportagem Brasil e o preocupante 'boom' de cesáreas, publicada pela agência de notícias espanhola Europa Press. A matéria destaca a alta taxa desse tipo de parto no país, que chega a 88% no sistema privado, além de comentar os riscos da cirurgia e os altos índices de nascimentos prematuros em consequência das cesarianas. A reportagem pode ser lida em espanhol ou em português

  10. Regulamentação da Lei Antifumo no Brasil repercute na imprensa

    O Decreto nº 8262/14 que entrou em vigor na quarta-feira (3/12)  regulamentando a Lei 12.546/11 de Ambientes Livres de Tabaco repercutiu na imprensa. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) alega que ao prever punições para o comércio e não para o fumante, o decreto que regulamenta a Lei Antifumo obriga os estabelecimentos a exercer papel de polícia. Os argumentos, no entanto, são contestados pela pesquisadora do Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde (Cetab/ENSP), Daniela Barata, que afirma não se tratar de uma restrição à liberdade de quem fuma, mas uma garantia do direito à saúde de quem não fuma. Para ela, o decreto traz grandes avanços ao, por exemplo, desconstruir a imagem publicitária de que fumar dá uma sensação de liberdade. "Ao restringir, você muda o paradigma", afirmou Daniela. O assunto repercurtiu no jornal Folha de São Paulo impresso e on-line. Leia as matérias na íntegra.