1. Pesquisadora comenta casos de febre amarela

    Além de preocupar a população e as autoridades sanitárias, o aumento do número de casos de febre amarela teve grande repercussão nos principais jornais do país. Na segunda-feira (16/1), Márcia Chame, pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública e coordenadora do Programa Institucional Biodiversidade e Saúde Silvestre da Fiocruz, concedeu entrevista aos jornais O Globo e El País esclarecendo as possíveis causas do surto e explicando a atuação da Fiocruz no combate e na prevenção à doença. Confira.

  2. Brasil possui elevado número de bebês prematuros

    No final de dezembro de 2016, o Jornal da Record noticiou os resultados do estudo coordenado pela pesquisadora Maria do Carmo Leal, da ENSP, sobre o nascimento de bebês prematuros no Brasil. De acordo com os números encontrados, de cada dez bebês, um nasce prematuro no páis, ou seja, quase o dobro do registrado em países da Europa. Na opinião da pesquisadora, que coordenou o Nascer no Brasil, o nascimento prematuro é algo que poderia ser evitado com cuidados durante a gestação e o incentivo aos partos naturais. Confira.

  3. Programa de TV aborda a relação entre racismo e saúde

    O Canal Saúde deu destaque ao encontro Racismo e Saúde: um debate urgente e necessário no seu programa Em pauta na saúde. O evento foi organizado pelo pesquisador Paulo Bruno, do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da ENSP e foi impulsionado pelo Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro no Brasil. O programa destacou que, ao contrário do que muitos argumentam, o racismo não foi superado no país. “As pessoas acham que racismo existe na subjetividade, que ele se limita a uma ofensa pessoal. A maioria das pessoas não conseguem enxergar o racismo institucional, não consegue entender o racismo epistemológico, entre outros. Portanto, a maioria delas não entende o racismo estrutural que está na sociedade”, ressaltou o teólogo e ativista do Coletivo Nuvem Negra, Rosilson Pacheco. 

  4. Imprensa destaca dados de pesquisa sobre aborto clandestino

    Em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo, a antropóloga e docente do Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva, Debora Diniz falou sobre a Pesquisa Nacional de Aborto, realizada pela UnB. A pesquisa, que entrevistou 2 mil mulheres, entre 18 e 39 anos, nas áreas urbanas do país, fez a seguinte pergunta: Você ou alguém da sua família já fez um aborto clandestino? Segundo Debora, os números são alarmantes. Só no ano passado, meio milhão de brasileiras passaram por um aborto ilegal e apresentam histórias parecidas de riscos e de traumas. A pesquisa indicou que, ao final da vida reprodutiva, mais de uma em cada cinco mulheres já fizeram aborto, ocorrendo os abortos em geral entre 18 e 29 anos. Além disso, não foi observada diferenciação relevante na prática em função de crença religiosa, mas o aborto se mostrou mais comum entre mulheres de menor escolaridade. O uso de medicamentos para a indução do último aborto ocorreu em metade dos casos e a internação pós-aborto foi observada em cerca de metade dos casos. 

  5. Imprensa destaca alerta de pesquisadora da ENSP sobre os riscos da PEC 55 para a saúde

    O Portal de notícias Rede Brasil Atual repercutiu, no dia 29/11, com a pesquisadora da ENSP, Gisele O´Dwyer, as consequências da aprovação do Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55. "A população mais pobre será a mais prejudicada, inclusive no acesso ao atendimento nas unidades de terapia intensiva (UTI) de hospitais conveniados ao SUS. Isso porque as perdas estimadas em R$ 434 bilhões para o setor, ao longo de 20 anos, segundo o Conselho Nacional de Saúde (CNS), vão tornar inviável o serviço público. Com isso, a atual oferta de leitos, insuficientes, deverá ser ainda menor", alerta ela. Para Gisele, a redução dos investimentos vai ter grande impacto, pois uma diária nessas acomodações pode chegar a custar ao SUS R$ 5 mil, e a tendência é aumentar a disputa, inclusive na Justiça, à qual as pessoas mais pobres não têm acesso.

  6. Reportagens destacam elevada prevalência da gravidez não planejada no país

    O jornal O Estado de S. Paulo e o Portal G1 de notícias divulgaram, nesta sexta-feira (2/12), os novos resultados da pesquisa Nascer no Brasil: inquérito nacional sobre parto e nascimento, desenvolvida pela ENSP/Fiocruz, e coordenada pela pesquisadora Maria do Carmo Leal. As reportagens destacaram a elevada prevalência de gravidez não planejada no Brasil, que chega a 55,4% das mulheres. Os dados mostram, ainda, que 25,5% das entrevistadas preferiam esperar mais tempo para ter um bebê e 29,9% simplesmente não desejavam engravidar em nenhum momento da vida, atual ou futuro. Leia as reportagens.

  7. Apelo da Fiocruz ao STF pela proibição de aditivos nos produtos derivados de tabaco é destaque na imprensa

    O apelo feito pelo Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Cetab/ENSP/Fiocruz) ao Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou destaque nas edições impressa e on-line do jornal 'O Globo' na terça-feira (29/11). Nesta quarta-feira, 30 de novembro, os ministros decidem sobre o uso de aditivos nos produtos derivados do tabaco. Para a coordenadora do Cetab, Valeska Figueiredo, caso julgada prodecende, a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) significará uma lastimável perda para a saúde pública no Brasil na prevenção à iniciação do consumo de tabaco entre os jovens. Leia a matéria na íntegra.

  8. Pesquisadora comenta aumento da gravidez tardia no país

    Na sexta-feira (25/11), a pesquisadora Silvana Granado, da ENSP/Fiocruz, concedeu entrevista ao jornal O Globo, em reportagem que comentou o estudo divulgado pelo IBGE sobre o crescimento dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo e o aumento da gestação tardia. De acordo com o texto, em 2015, três em cada dez mulheres tinham filhos na faixa dos 30 aos 39 anos. Há uma década, o índice era de 22,5%. Na opinião da pesquisadora da ENSP, além de as mulheres investirem mais na carreira profissional, há mudanças na estrutura familiar. "As mulheres se divorciam, envolvem-se em novas relações e, assim, têm disposição para uma gestação", comentou.

  9. 'Saúde, ambiente e educação devem estar integrados'

    TV INES, um canal de TV brasileiro cuja programação é destinada ao público surdo, divulgou reportagem sobre o alerta emitido pela Organização das Nações Unidas a respeito das consequências da poluição ambiental e da falta de saneamento no mundo. A pesquisadora Sandra Hacon, da Escola Nacional de saúde Pública Sergio Arouca, comentou os efeitos da poluição atmosférica no solo, na vegetação, na água e os impactos na saúde humana. Ela destacou ainda a necessidade de integração entre saúde, ambiente e educação. Confira.

  10. Rádios de todas as regiões do país veiculam pesquisa sobre crack divulgada na ENSP

    Encomendada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça e Cidadania (Senad/MJ), a pesquisa Crack e Exclusão Social foi relançada na ENSP, no final de outubro de 2016, e seus resultados apontam para o fato de que o uso de crack é consequência, e não causa da exclusão social. A Agência RadioWeb entrevistou o sociólogo e professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), Roberto Dutra Torres, que comentou as conclusões da pesquisa. "Há uma relação de mútuo reforço entre processo de exclusão social e uso abusivo do crack". A reportagem foi veiculada em 486 rádios, de todas as regiões do país. Ouça a entrevista aqui.