1. BBC destaca pesquisa da Fiocruz sobre cesárea

    O estudo da Fiocruz intitulado Trajetória das mulheres na definição pelo parto cesáreo foi tema de reportagem na página eletrônica da BBC Brasil, divulgada no dia 14/4. A matéria abordou a desvalorização do parto normal no Brasil - país recordista mundial em cesáreas. A pesquisa em destaque foi elaborada pelos pesquisadores da ENSP Arthur Orlando Correa Schilithz, Maria do Carmo Leal, Rosa Maria Soares Madeira Domingues, Ana Paula Esteves Pereira, Silvana Granado Nogueira da Gama, Mariza Miranda Theme Filha e Sonia Duarte Azevedo Bittencourt, além de Marcos Augusto Bastos do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), Sandra Costa Fonseca da Universidade Federal Fluminense (UFF) e Penha Maria Mendes da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

  2. Pesquisador comenta os impactos do Comperj

    De 6 a 9 de abril, o jornal O Globo publicou a série Dilema Petroquímico, que trouxe diversas reportagens sobre os impactos que o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) provocou na Região Leste do estado. As matérias relataram os atrasos na construção do empreendimento e as transformações econômicas e ambientais decorrentes das obras. A Escola Nacional de Saúde Pública, por meio do Laboratório de Monitoramento Epidemiológico de Grandes Empreendimentos (LabMep), coordena o Plano de Monitoramento Epidemiológico na Área de Influência do Comperj. A iniciativa monitora a evolução das causas relevantes de adoecimento, morte e segurança pública em quatro municípios da Região.

  3. Doenças estão ligadas à degradação dos ecossistemas

    O Brasil foi o terceiro colocado em um ranking composto de 78 países sobre os conflitos ambientais no mundo. A exploração mineral, o desmatamento e a disputa por terras e água são apontados como os maiores motivos dos conflitos ecológicos. Em reportagem publicada no jornal O Globo, o pesquisador do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da ENSP Marcelo Firpo afirmou que as doenças estão ligadas à degradação dos ecossistemas. 

     

  4. Pesquisador alerta para conflitos ambientais no Rio de Janeiro

    O pesquisador da ENSP Marcelo Firpo Porto concedeu entrevista ao jornal O Dia, na qual comentou os conflitos ambientais presentes no Estado do Rio de Janeiro. Na opinião do pesquisador, as tensões estão associadas à exploração dos recursos naturais sem respeito às comunidades rurais, de pescadores, agricultores, extrativistas quilombolas e indígenas. “A população pobre está sendo aniquilada e ficando só com ônus”, alertou o pesquisador, que coordena o Mapa da Injustiça Ambiental, cujo objetivo é, a partir de um mapeamento inicial, apoiar a luta de inúmeras populações e grupos atingidos em seus territórios por projetos e políticas baseadas numa visão de desenvolvimento insustentável e prejudicial à saúde.

  5. Imprensa destaca influência da Ditadura Militar na saúde

    O Telejornal Repórter Brasil, transmitido pela Tv Brasil, destacou, em reportagem divulgada no dia 26/3, a degradação da saúde pública no período da Ditadura Militar. Na série sobre os 50 anos do golpe, o jornal recordou o massacre de Manguinhos que, em 1970, afastou 10 pesquisadores da Fiocruz por motivos políticos. Em entrevista, o diretor da ENSP, Hermano Castro, o presidente de associação Latino-Americana de Medicina Social, José Carvalho de Noronha e a professora da UFRJ Lígia Bahia falaram sobre o golpe e sua influência na saúde do país. 

  6. Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco é destaque na imprensa

    A coordenadora do Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde da ENSP, Vera Luiza da Costa e Silva, falou sobre o papel da Convenção-Quadro para  o Controle do Tabaco, patrocinada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em entrevista à Rádio França Internacional (RFI Português) no dia 12/2. A partir de junho, Vera assumirá a  chefia do secretariado da Convenção-Quadro, em Genebra, onde trabalhará durante quatro anos. Na reportagem, a epidemiologista falou sobre a política contra o tabagismo no Brasil e o papel da Convenção-Quadro na luta contra o consumo mundial do tabaco.

  7. Diretor da ENSP comenta dados da OMS sobre poluição do ar

    Segundo relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), um em cada oito óbitos no mundo - o equivalente a 7 milhões de casos - é causado pela poluição atmosférica. O levantamento levou em conta dados coletados em 2012. Quatro anos antes, foram constatadas 3,2 milhões de mortes devido à poluição do ar. Em entrevista ao jornal O Globo, o diretor da Escola Nacional de Saúde Pública´(ENSP/Fiocruz), Hermano Castro, acredita que a conta ainda não reflete a realidade. "Vários países não têm estatísticas confiáveis. Os pacientes morrem sem diagnóstico, então não sabemos quantos casos podemos atribuir a doenças que podem estar ligadas à poluição do ar, como pneumonia e infecções respiratórias", lembrou o pneumologista. Leia a reportagem completa aqui.
     
     

  8. Artigo de pesquisador da ENSP sobre conflitos ambientais em destaque

    Um artigo do pesquisador do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da ENSP e coordenador do Mapa da Injustiça Ambiental, Marcelo Firpo, e do doutorando da Escola, Diogo Rocha, foi destaque em reportagem da BBC Brasil, divulgada no dia 21/3. A matéria fala sobre o mapa de conflitos ambientais em todo mundo, feito pela Universidade Autônoma de Barcelona. Nele, o Brasil aparece em terceiro lugar (ao lado da Nigéria) em número de disputas, enquanto a mineradora brasileira Vale ocupa a quinta posição no ranking de empresas envolvidas nessas questões.

  9. Baleias-de-bryde são avistadas em praias cariocas

    O pesquisador da ENSP e coordenador do Grupo de Estudos de Mamíferos Marinhos da Região dos Lagos, Salvatore Siciliano, comentou em reportagem ao Globo online, divulgada no dia 24/3, sobre as baleias-de-bryde vistas neste verão em diversas praias cariocas. Segundo ele, a espécie ainda é pouco conhecida pelos biólogos. "Sabemos que são atraídas por águas ricas em peixes e crustáceos. E que é a única das grandes baleias que não faz longas migrações. Não temos, porém, a mais vaga noção da quantidade populacional", contou o pesquisador.

  10. Busca no 'Dr. Google' pode mudar a relação médico-paciente

    Mudança na relação com o médico é um dos efeitos do 'Doutor Google', alertou a doutora em Saúde Pública pela ENSP, Beatriz Vincent, em matéria publicada nas edições impressa e on-line do jornal O Dia de quinta-feira (20/3). Segundo ela, o paciente mais informado assume posição questionadora nas consultas, o que pode gerar tensão. “É uma realidade nova, que pode ser tensa. O médico não está acostumado a ser desafiado e muitas vezes o doente quer discutir”.