1. 'O Brasil pode rejuvenescer a Covid-19', afirma pesquisadora da ENSP

    Em entrevista ao jornal O Globo, edição de 27 de março, a pesquisadora da ENSP, Margareth Dalcomo ressaltou a questão da não realização do isolamento social. Segundo ela, o isolamento é necessário, principalmente para a Covid-19 não explodir nas comunidades, onde as pessoas vivem aglomeradas e sem saneamento básico". Na entrevista, Margareth alerta para o fato de não conhecermos totalmente o potencial desse vírus. "A cada dia, a doença mostrar um pedaço mais feio de sua face. As sequelas dos sobreviventes podem ser incuráveis. E, no Brasil, o novo coronavírus, até o momento, tem atacado adultos com menos de 50 anos com a mesma ferocida com que afeta os idosos na Itália. Sabemos que esse vírus é muito mais transmissível e letal do que a gripe comum. E é imprevisível", disse ela. Confira a entrevista. 

  2. Temporão comenta questões de saúde pública e coronavírus em diferentes veículos

    O ex-Ministro da Saúde e pesquisador da ENSP, José Gomes Temporão, vem comentando de forma ativa as questões que envolvem a saúde pública e a epidemia do coronavírus. Em recente entrevista ao jornal Estadão, ele comentou os equívocos do discurso do representante do país. Segundo Temporão, comunicação e transparência são tão importantes quanto respiradores para combater uma pandemia. Em suas redes sociais, o ex-ministro também tem abordado as atitudes do chefe de Estado que, para ele, são desastrosas do ponto de vista político, epidemiológico e de saúde pública. Confira as entrevistas e vídeos de Temporão. 

  3. Covid-19: pesquisador da ENSP comenta EC 95 no cenário da pandemia

    Em entrevista ao site Brasil de Fato, o pesquisador do Departamento de Ciências Sociais da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (DCS/ENSP), Nilson do Rosário Costa debateu a necessidade de revogação da Emenda Constitucional 95, que dispõe sobre do limite de gastos públicos por 20 anos, em meio à pandemia do coronavírus. Confira. 

  4. Pesquisador da ENSP fala sobre drogas psiquiátricas na imprensa

    O pesquisador da ENSP, psiquiatra Paulo Amarante, concedeu entrevista ao Programa Brasil de Fato, no último dia 29/10/19, sobre a epidemia das drogas psiquiátricas.  Na entrevista, Amarante disse que em torno de um terço da população usa drogas psiquiátricas, lícitas ou ilícitas, que alteram a consciência e causam dependência. “É um grande problema de saúde pública no mundo”, alerta Amarante.

  5. Em reportagem, pesquisadora comenta afastamento de policiais por transtornos psiquiátricos

    No domingo (15/9), o Fantástico exibiu reportagem sobre como anda a saúde mental dos policiais militares em todo o Brasil, focando naqueles que trabalham diretamente com conflito. Ouvida pela reportagem, a pesquisadora Patrícia Constantino, do Claves/ENSP, questionou a ausência de “espaços de escuta” para esses profissionais e alertou para os riscos do exercício da profissão em um estado de sofrimento psíquico.

  6. Reportagem aponta efeitos da queimada na saúde humana

    A pesquisadora Sandra Hacon, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), concedeu entrevista ao jornal Bom dia Brasil sobre o impacto das queimadas na saúde humana. A reportagem apresentou dados do estudo realizado em parceria com a USP, UFRJ e UFRN, que analisou 4 mil crianças na Amazônia, e revelou aumento de 50% no número de bebês que nascem abaixo do peso em locais com queimada. Além disso, os resultados apontam que 24% das crianças com idade entre 6 e 8 anos sofrem de asma no período de queimadas. A pesquisa também foi divulgada no Portal G1

  7. Pesquisadora comenta novo tratamento para tuberculose em crianças

    O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandeta, anunciou a incorporação no SUS de uma nova formulação, simplificada e com mesma eficácia, para o tratamento da tuberculose em crianças menores de 10 anos. A medida, de acordo com a pesquisadora da ENSP e membro do Comitê Assessor em TB do Ministério da Saúde, Margareth Dalcolmo, responde a um longo anseio do Programa de Controle. Confira, no Podcast desta semana, por qual razão o novo tratamento é mais aceitável para as crianças e por qual motivo pode representar uma mudança de paradigma no tratamento da tuberculose.