1. Imprensa destaca pesquisa que relaciona agrotóxicos a distúrbios reprodutivos

    Rede Sul de Notícias e o Portal iG divulgaram duas reportagens, no dia 25 de novembro, acerca da pesquisa do aluno de doutorado em Saúde Pública e Meio Ambiente da ENSP Cleber Cremonese sobre os distúrbios reprodutivos que podem ser causados pela exposição aos agrotóxicos. De acordo com o aluno, algumas estruturas químicas do agrotóxico são semelhantes as dos hormônios. A semelhança faz com que aos receptores das células (que se ligam a estas substâncias) se confundam e passem a produzir mais ou até mesmo parem a produção de hormônios. Com isso, pode haver maior risco de infertilidade entre os trabalhadores rurais em comparação com os moradores de áreas urbanas.

  2. Pesquisador da ENSP opina, em revista científica, sobre direito à eutanásia

    A Revista ComCiência Online divulgou, no dia 9 de novembro, uma reportagem acerca da eutanásia. Recentemente, a jovem americana Brittany Maynard colocou fim à sua vida, aos 29 anos, por meio de suicídio assistido, decisão tomada em janeiro desse ano após descobrir um câncer cerebral irreversível. Na matéria, o pesquisador da ENSP e coordenador do curso de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva, Sergio Rego, afirmou que a bioética defende que a decisão de pôr fim à vida não pode ser exclusiva do médico. Confira a reportagem completa.
     

  3. Pesquisa sobre suicídio de idosos em destaque na imprensa

    A edição de domingo (9/11) do jornal A Tarde, de Salvador (BA), publicou uma extensa reportagem sobre causas de suicídios de pessoas idosas e a Pesquisa nacional sobre suicídio de idosos e proposta de atuação do setor da saúde, coordenada pelo Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (Claves) da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) é citada no texto.

  4. Pesquisa Nascer no Brasil segue repercutindo na imprensa internacional

    A pesquisa Nascer no Brasil, realizada pela Fiocruz e coordenada pela pesquisadora da ENSP Maria do Carmo Leal, continua sendo destaque nos veículos de imprensa do país e de agências internacionais. Desta vez, o canal alemão Deutsche Welle revelou o esfoço do governo brasileiro para reduzir o grande número de cesarianas nos hospitais privados. A pesquisa coordenada pela Escola também já havia sido divulgada na Rede BBC.

     

     

  5. Modelo de desenvolvimento é o principal gerador de conflitos

    Reportagens publicadas em diversos jornais, na semana de 3 a 7 de novembro, mostraram um estudo da ENSP sobre conflitos sociais e ambientais no Brasil, por meio do Mapa da Injustiça Ambiental e Saúde. Marcelo Firpo, um dos responsáveis pela pesquisa, acredita que o modelo de densenvolvimento que estamos seguindo seria a principal causa dessas tensões. Para ele, não há crescimento econômico que justifique violência ou perda de qualidade de vida da população. Veja, abaixo, a íntegra da reportagem do jornal O Globo.
     

  6. Pesquisadora da ENSP sugere alternativas para falta do teste PPD

    A pesquisadora do Centro de Referência Professor Hélio Fraga, da ENSP, Margareth Dalcomo, falou à imprensa sobre a interrupção do fornecimento de kits para o diagnóstico de tuberculose latente (o teste é feito com pessoas que convivem com pessoas contaminadas com a doença ou que apresentem problemas de imunidade). Em reportagens publicadas no jornal O Estado de São Paulo e no site da revista Veja, na sexta-feira (7/11), a professora explicou que o governo brasileiro tem dinheiro para comprar os equipamentos, mas o laboratório que os fornecia, na Dinamarca, fechou as portas. Uma das soluções apontadas seria a transferência de tecnologia para que se fabriquem os kits aqui no Brasil. Veja os detalhes no texto abaixo:

  7. Depressão materna: resultados do 'Nascer no Brasil' são divulgados na BBC

    A BBC Brasil destacou a pesquisa Nascer no Brasil, realizada pela Fiocruz e coordenada pela pesquisadora da ENSP Maria do Carmo Leal. De acordo com a reportagem, no Brasil, 26% das mulheres desenvolvem algum tipo de problema psicológico após dar à luz, dados semelhantes aos britânicos. O estudo mostrou que a depressão materna foi detectada em mães entre 6 e 18 meses após o parto, sendo mais frequente entre as mulheres de baixa condição social e econômica, nas pardas e indígenas, nas mulheres sem companheiro, que não desejavam a gravidez ou que já tinham três ou mais filhos.