1. Supervisora de enfermagem do CSEGSF comenta novo calendário de vacinação

    O calendário nacional de vacinação sofreu mudanças em 2016. De acordo com Ministério da Saúde, as alterações serão anotadas nas cadernetas nas próximas campanhas de imunização. A oferta da hepatite B será ampliada para idosos. Em reportagem para o Canal Saúde, da Fiocruz, a supervisora de enfermagem do Centro de Saúde Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP), Slete Ferreira, explicou que a vacina da hepatite B era ministrada até 49 anos e verificou-se que, com a continuidade das atividades sexuais dos idosos, esse foi um dos motivos para a ampliação da oferta da vacina.

  2. Supervisora de enfermagem do CSEGSF comenta novo calendário de vacinação

    O calendário nacional de vacinação sofreu mudanças em 2016. De acordo com Ministério da Saúde, as alterações serão anotadas nas cadernetas nas próximas campanhas de imunização. A oferta da hepatite B será ampliada para idosos. Em reportagem para o Canal Saúde, da Fiocruz, a supervisora de enfermagem do Centro de Saúde Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP), Slete Ferreira, explicou que a vacina da hepatite B era ministrada até 49 anos e verificou-se que, com a continuidade das atividades sexuais dos idosos, esse foi um dos motivos para a ampliação da oferta da vacina.

  3. Programa discute os fatores que interferem na escolha do parto

    A pesquisadora Silvana Granado, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), participou, na última sexta-feira, do programa Tema Livre, da Rádio Nacional, que debateu os fatores que interferem na escolha pelo tipo de parto e o alto número de cesarianas no país. A pesquisadora, que comentou os resultados da pesquisa Nascer no Brasil: Inquérito Nacional sobre Parto e Nascimento, também falou sobre o elevado número de cesarianas e das intervenções obstétricas durante o trabalho de parto em mulheres brasileiras. O programa também discutiu o papel dos médicos e de outros profissionais como as doulas.

  4. Reportagem repercute mudanças na dieta e no estilo de vida dos xavantes

    A alta incidência de obesidade, hipertensão, diabetes e outras complicações da síndrome metabólica em índios Xavante pautou a reportagem Aldeia extra G, publicada pelo Correio Braziliense, na quarta-feira (20/1), e que destaca mudanças tanto na dieta quanto no estilo de vida dos xavantes. O texto jornalístico, além de repercutir o estudo do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), que detectou a prevalência de síndrome metabólica em duas reservas Xavante, consultou o pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Carlos Coimbra a respeito da situação dos xavantes. “Sabemos tratar e prevenir doenças na população brasileira não indígena, mas nos esquecemos deles, que têm uma dupla carga de doenças: além das infecciosas, agora as da modernidade”. Leia a reportagem completa.

  5. Pesquisadora fala sobre projeto de lei que proíbe algemas nos partos

    Maria do Carmo Leal, pesquisadora da ENSP, foi entrevistada pelo jornal A Tarde, de Salvador, em reportagem sobre uma proposta de lei que proibe que presas sejam algemadas durante o parto. Segundo a reportagem, o governo diz que a prática já não ocorre há vinte anos na Bahia, mas a lei serviria para homogeneizar procedimentos que até o momento ficam a critério de cada prisão. Tal como aconteceu com projeto semelhante, sancionado pelo governo do Rio de Janeiro há alguns dias, o projeto de lei que tramita na assembleia legislativa baiana também usou como base o estudo Nascer no Brasil, inquérito nacional sobre parto e nascimento, coordenado por Maria do Carmo. Em seu depoimento ao jornal soteropolitano, a pesquisadora lembrou que além da retirada das algemas é importante que se busque penas alternativas para as mães, como por exemplo, a prisão domiciliar. Leia aqui a íntegra da reportagem.

  6. Formação profissional em saúde é uma das estratégias para diminuir eventos adversos

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), evento adverso é a redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde. Com aumento vertiginoso, o Brasil está cada vez mais preocupado em discutir estratégias para o enfrentamento dessa questão, com ênfase na atuação interdisciplinar e sistêmica para sua prevenção. Uma estratégia é a formação na área e a implementação de núcleos de segurança do paciente nos hospitais - o que é norma do Ministério da Saúde. O estudo, desenvolvido pelo pesquisador da ENSP Walter Mendes, cujo resultado apontou que cerca de 67% dos eventos adversos cometidos no país poderiam ser evitados, ganhou novamente visibilidade na grande mídia. Com isso, o assunto, que ainda é tabu entre muitos profissionais, mais uma vez, veio à tona.

  7. Idosos são os que mais reclamam na ANS contra planos de saúde

    O colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, divulgou, em seu blog, o artigo publicado pela Revista Ciência e Saúde Coletiva sobre as reclamações recebidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar de beneficiários de plano de saúde da Região Sudeste do Brasil. De autoria dos pesquisadores Wilson Marques Vieira Júnior (ANS) e Mônica Martins (ENSP/Fiocruz), o artigo revela que os idosos foram o grupo populacional que proporcionalmente apresentou mais reclamações (60,8 versus 25,5 reclamações/10.000 beneficiários). O tema mais frequente das queixas dos idosos esteve relacionado à cobertura assistencial (68,1%). 

  8. Imprensa repercute atual luta do movimento antimanicomial no Brasil

    O Portal Último Segundo/IG publicou, em 19/12, matéria sobre o movimento contra manicômios que pede saída do novo coordenador de de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Ministério da Saúde, Valencius Wurch da Saúde. Ele dirigiu a Casa de Paracambi, no Rio de Janeiro, conhecida por maus tratos e tortura a pacientes com problemas psiquiátricos. Entrevistada pelo portal, a pesquisadora do Laboratório de Saúde Mental e Atenção Psicossocial (Laps/ENSP) Ana Paula Guljor, contratada pelo município de Paracambi para supervisar a casa dirigida por Valencius, disse que verificou no local muito cheiro de urina, fezes e criolina, pacientes maltrapilhos, nus, jogados pelo chão ou amarrados nas camas de ladrilho sem colchão, pouquíssimas atividades terapêuticas e sem ressocialização. Sobre Valencius, ela informou: "Ele tinha uma atuação fora, na conferência ele estava organizando as defesas contra o projeto da reforma, que é a ampliação dos serviços, a implantação do hospital dia no local. A forma como ele fala é uma mentira deslavada. Ele pertenceu ao Ministério da Saúde, mas o fato de você trabalhar no hospital público não significa que você tenha compromisso público e muito menos experiência de gestão pública".

  9. Reportagem alerta para novos casos de bactérias multirresistentes

    A edição de domingo (13/12) do Fantástico apresentou reportagem que destacou o surgimento de superbactérias cada vez mais resistentes em decorrência do uso exagerado de antibióticos. A equipe do programa ouviu a pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública e consultora da OMS para assuntos de tuberculose Margareth Dalcolmo, que alertou para a gravidade das bactérias multirresistentes em pacientes com tuberculose.