1. STF analisa descriminalização do aborto com participação de pesquisadores da ENSP

    "A autonomia das mulheres deve ser respeitada, e elas precisam ser protegidas e apoiadas", defendeu o pesquisador da ENSP e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva, Sergio Rego, durante audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a ADPF 442, que busca a legalização do aborto até a 12ª semana de gestação. Além de Sergio Rego, que participou como representante da Sociedade Brasileira de Bioética (SBB), estiveram presentes à audiência a pesquisadora da ENSP Mariza Theme e o ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão, o médico do IFF Marcos Dias, a professora do PPGBIOS Debora Diniz e outros.

  2. Pesquisador da ENSP fala sobre o PL do Veneno

    O pesquisador do Cesteh/ENSP, Luiz Cláudio Meirelles, participou do programa Sala de Convidados, do Canal Saúde/Fiocruz. O programa tratou do Projeto de Lei 6.299/2002, que flexibiliza o controle sobre os agrotóxicos no país. Meirelles alertou para o interesse finaceiro do setor. Segundo ele, existe um grupo de grandes empresas contolando esse mercado, muito expressivo atualmente no congresso nacional, empurrando o PL para frente, apesar de toda incoerência e retrocesso que ele significa.

  3. Nobel da Paz homenageia Marielle Franco em evento com Fiocruz

    O Prêmio Nobel da Paz, Adolfo Pérez Esquivel, participou na segunda-feira (16/4) de um evento organizado pelo Fórum de Direitos Humanos, que reúne universidades, movimentos sociais e instituições científicas do Rio de Janeiro. Na Faculdade Nacional de Direito (FND), o ativista argentino demonstrou preocupação com a democracia em países da América Latina e do mundo e também fez uma homenagem à vereadora Marielle Franco e ao seu motorista, Anderson Gomes, assassinados no mês passado. 

  4. Pesquisadora da ENSP comenta ação sobre aditivos no STF e política de controle do tabaco no Brasil e no mundo

    Pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz e chefe do secretariado da Convenção-Quadro para o Controle de Tabaco da Organização Mundial da Saúde (OMS), Vera Luiza da Costa e Silva, concedeu ao Portal G1 entrevista em que comentou o julgamento da proibição dos cigarros com sabor no Supremo Tribunal Federal (a decisão foi novamente adiada pelo STF) e as ações de controle do tabaco no Brasil. Ela, que participou da Conferência Mundial da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre doenças não transmissíveis em Montevidéu, no Uruguai, falou também a respeito da comercialização dos cigarros eletrônicos como estratégia da indústria do tabaco para ampliar o mercado.

  5. Chefe de Laboratório do Cesteh/ENSP participa de programa do Canal Saúde

    A Vigilância Popular em Saúde foi o tema do programa 'Sala de Convidados' do Canal Saúde, exibido no dia 26 de novembro. O protagonismo da população na vigilância em saúde foi preconizado há mais de 30 anos pela Reforma Sanitária. Uma forma de garantir o direito à saúde e a qualidade de vida, através da mobilização e da participação da sociedade. Para a discussão estiveram presentes o chefe do Laboratório de Toxicologia do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP), Leandro Carvalho; o pesquisador/professor da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Alexandre Pessoa; o membro do Coletivo de Vigilância Popular em Saúde Martha Trindade/ RJ, Flávio Rocha; e a educadora Popular e Pesquisadora Social do Instituto Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS), Marina Praça. Assita o programa na íntegra. 

  6. Presídios são fábricas de tuberculose

    "Enquanto na população em geral a incidência de tuberculose é de 37 casos por 100 mil habitantes - o que faz do Brasil um dos 20 países com alta carga da doença, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) -, entre os detentos, essa taxa sobe para 2.000 casos por 100 mil, apontam dados de 2015 do Ministério da Saúde. A incidência de tuberculose entre os encarcerados é 54 vezes maior que na população em geral". Assunto foi tema da reportagem Presídios são fábricas de tuberculose, publicada pelo Projeto Colabora, na terça-feira (22/8). Nela, a repórter Liana Melo ouviu a pesquisadora do Centro de Referência Professor Hélio Fraga, da ENSP/Fiocruz, Margareth Dalcolmo, e o coordenador do Observatório Tuberculose Brasil, Carlos Basília, sobre a elevada incidência da doença nas prisões.

  7. As mulheres sofrem mais com a violência, afirma pesquisadora da ENSP

    Mulheres têm o dobro de chances de desenvolver transtorno causado pela violência, apontam estudos. Na matéria veiculada pelo Portal de Notícias G1, em 14/7, Maria Cecília de Souza Minayo, pesquisadora e coordenadora científica do Departamento de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), disse que as mulheres sofrem mais, principalmente as que são mães ou perderam filhos por causa da violência. "O que percebo nas conversas que tenho com mulheres que moram em algumas comunidades do Rio é que muitas sofrem de uma tristeza profunda, têm insônia, vivem com uma memória constante do sofrimento e umas transformam suas dores em ódio", relata a especialista.

  8. Pesquisador questiona venda livre de ibuprofeno

    O pesquisador Francisco Paumgartten, da Escola Nacional de Saúde Pública, afirmou, em entrevista ao jornal O Globo, na quinta-feira (11/5), que a venda livre e a propaganda de medicamentos podem estimular o consumo de medicamentos como o ibuprofeno, que, segundo a reportagem, pode aumentar em até 58% o risco de ataque cardíaco. Para ele, a Anvisa, com base nas evidências apresentadas, já deveria ter excluído o medicamento da lista de drogas de venda livre.

  9. Relacionamento abusivo se manifesta de diferentes formas, segundo especialista

    A psicóloga Raquel Silva Barretto, doutoranda em Saúde Pública pela ENSP, concedeu entrevista ao Estadão, na terça-feira (11/4), em reportagem que abordou as formas de relacionamento abusivo, após episódio ocorrido em reality show. Para a especialista, identificar quando a situação passa do limite ainda é um desafio. "Os sinais são sutis. Parece um conto de fadas, mas, desde o começo há um excesso de controle mascarado sob forma de zelo", explicou. Confira a reportagem completa.

  10. Condições insalubres e de abandono favorecem rebeliões nos presídios

    A pesquisadora Cecília Minayo, do Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde (Claves) da ENSP, concedeu entrevista ao jornal Folha de Pernambuco, em reportagem que comentou a situação de violência nos presídios, nas grandes metrópoles e as más condições de vida e trabalho dos policiais nesses locais. Na opinião da pesquisadora, as rebeliões nos presídios mostram uma revolta dos detentos contra as condições insalubres e de abandono a que estão submetidos. Além disso, segundo ela, a ausência do Estado possibilita ao crime organizado transformar cadeias em fortalezas, criando centrais de comando dentro e fora das grades.