1. ENSP debate hábitos saudáveis e alimentação

    Relacionada entre as mais graves pandemias modernas, a obesidade e o sobrepeso são o quinto principal fator de risco de disfunção global. Segundo dados da OMS, a doença está relacionada a uma série de fatores, como hábitos alimentares e inatividade física, além de causas biológicas, comportamentais e psicológicas. Vista como um dos maiores problemas de saúde pública do século XXI, a obesidade afeta todos os países em graus variados, principalmente os grupos socioeconômicos mais baixos. Tendo em vista que a má alimentação contribui significativamente para o aumento da obesidade no Brasil e no mundo, e o fato de ser um dos fatores de risco para as Doenças Crônicas Não Transmissíveis, o Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP) realizará um encontro, cujo objetivo é discutir a importância dos hábitos alimentares, da atividade física, do estilo de vida saudável, do emagrecimento e do controle de peso na promoção da saúde. O evento acontece na quinta-feira (31/7), às 10 horas.

  2. Manifesto busca fortalecer luta pelo direito à saúde

    "A saúde é direito de todos e dever do Estado", é o que garante o artigo 196 da Constituição Federal, de 1988. Porém, há décadas o país sofre forte influência de setores conservadores mantendo aspectos de atraso nas instituições nacionais, inclusive em relação à saúde, que, apesar de ser considerada um direito de todos a ser assegurado mediante políticas do Estado, continuou 'livre à iniciativa privada'. Desde então, o SUS vem enfrentando uma competição desigual com o chamado setor suplementar. Para informar cidadãos, esclarecer dúvidas, instrumentalizá-los e servir de subsídio para os debates da agenda da saúde nas eleições e da próxima Conferência Nacional de Saúde, foi lançado pelo Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) o manifesto Por que defender o SUS? Diferenças entre Direito Universal e Cobertura Universal de Saúde, construído com a colaboração de pesquisadores da ENSP.

  3. A regionalização pode contribuir para o avanço do SUS?

    A regionalização é um processo técnico-político relacionado à definição de recortes espaciais para fins de planejamento, organização e gestão de redes de ações e serviços de saúde. Segundo a pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da ENSP Luciana Dias Lima, por seus significados e pelas relações existentes entre regiões e redes de atenção no país, o avanço do processo de regionalização pode interferir positivamente no acesso à saúde, pois permite observar os determinantes sociais de saúde no modo como estes se expressam no território; estabelecer portas de entrada e hierarquia tecnológica com base em parâmetros de necessidade e utilização dos recursos disponíveis; disponibilizar recursos sociais e políticos que incentivem o compartilhamento de responsabilidades entre os governos e a participação da sociedade nesse processo, entre muitos outros benefícios. E você, o que pensa sobre a importância da regionalização para o avanço do SUS? Responda a pergunta e participe do mais novo tema do Blog Saúde em Pauta. Escreva! Dê sua opinião! 

  4. Artigo avalia estrutura das farmácias hospitalares do RJ

    O serviço de farmácia hospitalar é responsável por diversas atividades com forte impacto na assistência à saúde. As variadas necessidades dos pacientes requerem que as mesmas desempenhem uma série de atividades de modo organizado. As funções do farmacêutico hospitalar, por sua vez, exigem comprometimento com os resultados dos seus serviços e não somente com o fornecimento de medicamentos. Com o intuito de avaliar os serviços de farmácia de seis hospitais estaduais do Rio de Janeiro, as pesquisadoras do Núcleo de Assistência Farmacêutica da ENSP Cláudia Garcia Serpa Osório-de-Castro e Maria Auxiliadora Oliveira, em parceira com pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer (Inca) e da Faculdade de Farmácia da UFF, realizaram uma pesquisa, cujo resultado demonstra que o armazenamento é atualmente um dos piores problemas destes locais.

  5. Pesquisa analisa regulação em derivados do tabaco

    A OMS considera o tabagismo uma doença pediátrica pois 90% dos fumantes começam a fumar antes dos 19 anos e quanto mais cedo iniciam o uso do tabaco, mais rápido se tornam dependentes. Uma das estratégias praticadas pela indústria para atrair os jovens é a utilização de aditivos que conferem aroma e sabor aos produtos derivados do tabaco, com o intuito de torná-los mais atraentes e palatáveis. Neste contexto, a Anvisa proibiu o uso desses aditivos, com o objetivo de reduzir a experimentação e iniciação por crianças e jovens. Para compreender e relatar o processo de proibição dos aditivos nos produtos derivados do tabaco no Brasil, as pesquisadoras do Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde (Cetab/ENSP), Vera da Costa e Silva, Silvana Rubano Turci e Valeska Carvalho Figueiredo, desenvolveram um artigo que aponta que indústria do tabaco tem procurado ao máximo adiar a entrada em vigor da Resolução da Anvisa que proíbe os aditivos no país.

  6. ENSP integra pesquisa nacional para fortalecer o SUS

    Fruto da pesquisa nacional 'Política, Planejamento e Gestão das Regiões e Redes de Atenção à Saúde no Brasil', o novo site Região e Redes: caminho da universalização da saúde no Brasil está no ar. Seu principal objetivo é avaliar, sob a perspectiva de diferentes abordagens teórico-metodológicas, os processos de organização, coordenação e gestão envolvidos na conformação de regiões e redes de atenção à saúde, além de seu impacto para melhoria do acesso, efetividade e eficiência das ações e serviços no SUS. A pesquisa tem caráter multicêntrico, é coordenada pela USP e conta com quase cem pesquisadores de diversas instituições no Brasil, entre eles, representantes da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz).

  7. ENSP sedia décimo Encontro da Rede de Escolas

    De 19 a 21 de maio, acontecerá na Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), o 10º Encontro Nacional da Rede de Escolas e Centros Formadores em Saúde Pública. O objetivo do evento é fazer um balanço das atividades da Rede em 2013, discutir as principais pautas e os projetos aprovados pelo Ministério da Saúde e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) que serão implementados em 2014 e 2015. Durante a atividade, haverá a eleição dos novos membros do Grupo de Condução, além da mudança na Coordenação da Secretaria Executiva da Rede.  

  8. ENSP sedia décimo Encontro da Rede de Escolas

    De 19 a 21 de maio, acontecerá na Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), o 10º Encontro Nacional da Rede de Escolas e Centros Formadores em Saúde Pública. O objetivo do evento é fazer um balanço das atividades da Rede em 2013, discutir as principais pautas e os projetos aprovados pelo Ministério da Saúde e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) que serão implementados em 2014 e 2015. Durante a atividade, haverá a eleição dos novos membros do Grupo de Condução, além da mudança na Coordenação da Secretaria Executiva da Rede.  

  9. Mestrado em saúde do trabalhador forma primeira turma

    No dia 12 de maio, o mestrado profissional em Vigilância em Saúde do Trabalhador dará início a um ciclo de apresentações das defesas das dissertações resultantes da primeira turma do curso. Esta formação teve início em maio de 2012, a partir de uma demanda da Coordenação Geral de Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde para capacitação dos profissionais que estão na ponta do serviço, além dos integrantes da Rede Nacional de Atenção à Saúde do Trabalhador (Renast). A turma contou com 18 alunos, dos quais 12 farão suas apresentações nos dias 12, 13, 14 e 15 de maio, nas dependências do Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh). As defesas englobam variados temas voltados para a saúde do trabalhador e suas apresentações serão abertas a todos os interessados.