1. Rede de Escolas: Agência de Acreditação é instalada

    Fruto de um esforço coletivo entre a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, a Rede de Escolas e Centros Formadores em Saúde Pública e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), com apoio da Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde do Ministério da Saúde (SGTES/MS), foi oficialmente instalada a Agência de Acreditação Pedagógica dos Cursos Lato Sensu em Saúde Pública/Coletiva (AAP). A cerimônia aconteceu durante as comemorações dos 35 anos da Abrasco, na sede da OPAS/OMS, em Brasília. Segundo a coordenadora da Secretaria Executiva da Rede de Escolas e Centros Formadores em Saúde Pública, Rosa Souza, a instalação da Agência é um avanço para a qualidade dos processos formativos profissionais neste campo.

  2. Oficina requalifica trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde

    Com o objetivo de refletir sobre o processo de trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS) no cadastramento das famílias para o balizamento do conceito e tipologias de famílias, além de conceitos das variáveis mais relevantes e identificação das facilidades e dificuldades durante o cadastro, foi realizada um oficina visando a requalificação do trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde e enfermeiros da Estratégia de Saúde da Família (ESF), no dia 18 de setembro, na Biblioteca Parque de Manguinhos.

  3. Epivix debate os temas mais importantes da saúde no Brasil

    O penúltimo dia (9/9) do 9º Congresso Brasileiro de Epidemiologia começou falando de diabetes, Maria Inês Schmidt proferiu, pela manhã, a conferência ‘A epidemia do diabetes – um desastre em câmara lenta?’. Nas Mesas Redondas os temas foram Saúde urbana, Cesáreas e nascimento pre termo, Populações e doenças negligenciadas, Metas do plano para controle das Doenças Crônicas não Transmissíveis no Brasil e no Mundo, Desigualdades em saúde no Brasil: Métodos e Evidência, Mudanças climáticas, Carga global de morbidade psiquiátrica e ainda Metodologias de pesquisa para HIV-DST em populações de difícil acesso: Impacto destes estudos na política nacional.

  4. Governo propõe criação de Instituto de Saúde Indígena

    A proposta de um novo modelo de gestão da saúde indígena pretende dar mais agilidade aos processos administrativos e às contratações de profissionais que atuam junto aos povos indígenas. O Instituto Nacional de Saúde Indígena (INSI), projeto idealizado pelo Ministério da Saúde - em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - ficará responsável pela execução das ações que integram a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas (PNASPI) definida pela Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), do Ministério da Saúde.

  5. Perdas e Ganhos na consulta pública sobre Parcerias de Desenvolvimento Produtivo

    No dia 28 de agosto será a encerrada a Consulta Pública do Ministério da Saúde sobre as Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDP). Apontando perdas e ganhos na consulta, o membro da Comissão de Ciência e Tecnologia da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina), o médico Reinaldo Guimarães, falou sobre o assunto em artigo.

  6. Controle do tabagismo pauta encontro na ENSP

    Os renomados especialistas nacionais e internacionais em controle do tabagismo reuniram-se nos dias 18 e 19 de agosto, no salão internacional da ENSP, para discutir as relações entre esta atividade e as políticas econômicas, especialmente aquelas ligadas ao comércio internacional e a decisões de investimento. Os debates servirão para a promoção de esforços mais abrangentes para a melhoria de políticas de saúde pública a nível internacional, particularmente no que se refere à prevenção de doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT). O evento foi uma promoção conjunta do Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde (Cetab/ENSP) e da American Cancer Society (ACS).

  7. ENSP debate o contexto internacional do tabaco

    Apresentar um panorama mundial sobre os desafios e perspectivas para o controle do tabaco no Brasil e no mundo foi o objetivo do seminário internacional realizado pelo Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde da ENSP/Fiocruz. A atividade contou com a participação de quatro lideranças mundiais no assunto: Roberto Iglesias, Stella Bialous, Tânia Cavalcante e Vera Luiza da Costa e Silva, cujas palestras abordaram a política de preços e impostos dos produtos derivados dessa substância, as estratégias inovadoras da indústria, as perspectivas da Política Nacional de Controle do Tabaco, além dos desafios para o controle do fumo no mundo, respectivamente. O evento, que encerrou as atividades do curso de atualização em Políticas de Controle do Tabagismo, no dia 15/8, teve como mediadora a coordenadora do Cetab/ENSP, Valeska Figueiredo.

  8. Curso de auditorias e ouvidorias do SUS realiza oficina

    A Rede de Escolas e Centros Formadores em Saúde Pública e a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), em parceria com o Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS) e o Departamento Geral de Ouvidoria do SUS (DOGES), da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) do Ministério da Saúde, realizaram, nos dias 13 e 14 de agosto, em Brasília, uma oficina de mobilização e divulgação da proposta do Curso Nacional de Qualificação de Auditorias e Ouvidorias do SUS. O objetivo do encontro foi apresentar a proposta de formação aos diretores e representantes das Escolas e Centros Formadores em Saúde Pública, além de mobilizar e sensibilizar os atores envolvidos.

  9. Aids: é preciso focar nas populações vulneráveis

    A 20ª Conferência Internacional de Aids teve início sob forte sentimento de tristeza, após o acidente aéreo que causou a morte de diversos ativistas, pesquisadores e profissionais da saúde que participariam do evento. Durante cinco dias de atividades, aproximadamente 12 mil pessoas se reuniram em Melbourne, na Austrália, para discutir as ações já realizadas e o que ainda precisa ser posto em prática a afim de diminuir a prevalência do HIV/Aids no mundo. Na ocasião, ressaltou-se que, apesar dos esforços de todos os envolvidos na luta contra a doença nos últimos 30 anos, ainda há muito o que ser feito. Com o lema Ninguém deve ser deixado pra trás, o encontro culminou na construção da Declaração de Melbourne, elaborada para dar visibilidade ao impacto das leis discriminatórias e estigmatizantes que aumentam ainda mais a vulnerabilidade de determinados grupos frente ao HIV/Aids. 

  10. A regionalização pode contribuir para o avanço do SUS?

    A regionalização é um processo técnico-político relacionado à definição de recortes espaciais para fins de planejamento, organização e gestão de redes de ações e serviços de saúde. Segundo a pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da ENSP Luciana Dias Lima, por seus significados e pelas relações existentes entre regiões e redes de atenção no país, o avanço do processo de regionalização pode interferir positivamente no acesso à saúde, pois permite observar os determinantes sociais de saúde no modo como estes se expressam no território; estabelecer portas de entrada e hierarquia tecnológica com base em parâmetros de necessidade e utilização dos recursos disponíveis; disponibilizar recursos sociais e políticos que incentivem o compartilhamento de responsabilidades entre os governos e a participação da sociedade nesse processo, entre muitos outros benefícios. E você, o que pensa sobre a importância da regionalização para o avanço do SUS? Responda a pergunta e participe do mais novo tema do Blog Saúde em Pauta. Escreva! Dê sua opinião!