1. Mato Grosso e Fiocruz assinam convênio inédito para a saúde

    O Governo do Estado de Mato Grosso e a Fundação Oswaldo Cruz firmaram um Termo de Cooperação Técnica com foco na saúde pública local, usando a expertise das unidades da Fiocruz nos campos da pesquisa, ensino, produção, assistência e inovação. O convênio foi assinado no último dia 24/2, em Cuiabá (MT), transformando-se numa aposta da Secretaria de Saúde para superar problemas crônicos e históricos do Estado. Todo o processo foi conduzido pelo pesquisador da ENSP/Fiocruz Ziadir Coutinho, até a assinatura reunindo o governador de MT, Pedro Taques, e o presidente da Fundação, Paulo Gadelha.

  2. Artigo analisa saúde na Agenda de Desenvolvimento pós-2015

    Com o fim do prazo para alcançar os oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) para 2015, diversos países que estiveram reunidos na Conferência Rio+20 concordaram com a necessidade de estabelecer novas metas para o desenvolvimento humano. Essas metas se transformaram nos chamados Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), que levaram o mundo a pensar em uma Agenda de Desenvolvimento pós-2015 que continuasse acompanhando os esforços propostos pelos ODM. A saúde sempre esteve dentro dos Objetivos do Milênio e continua marcada na agenda do desenvolvimento sustentável. Com objetivo de analisar a presença da saúde como Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na Agenda pós-2015, pesquisadores da Fiocruz publicaram artigo que aponta para necessidade de reformas na governança nacional e global, além de uma maior participação da sociedade civil para o alcance das metas. 

  3. Pesquisa revela bom nível de potabilidade da água de Manguinhos

    Visando atender uma queixa da população de Manguinhos, no Rio de Janeiro, em relação à qualidade da água consumida nas mais de quinze comunidades que formam este complexo de favelas localizado no entorno da Fiocruz, o Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da ENSP, em parceria com a iniciativa Teias-Escola Manguinhos, realizou uma grande análise na região. O coordenador da pesquisa e pesquisador do DSSA/ENSP, Paulo Barrocas, apontou que, de maneira geral, a qualidade da água analisada ao longo da pesquisa atendeu aos padrões de potabilidade da atual legislação brasileira (portaria MS/nº2914/2011). Somente foram encontrados problemas pontuais, em especial, no que se refere ao armazenamento intradomiciliar da água fornecida pela rede de abastecimento.

  4. Oficina de trabalho dá início à cooperação entre Fiocruz e SES/MT

    Assessores técnicos da Secretaria de Saúde do Mato Grosso estiveram na ENSP firmando as bases de um acordo de cooperação técnico-científica com a Fiocruz para reorganizar as ações do SUS no Estado. Durante a oficina, realizada no início de fevereiro, foram estabelecidas diretrizes para a elaboração de um diagnóstico da situação de saúde na região, que servirá para a construção de políticas voltadas para o campo da assistência farmacêutica, da judicialização da saúde e para o enfrentamento de doenças negligenciadas, com especial atenção para a hanseníase, bem como a oferta de cursos voltados para a qualificação profissional, uma das expertises da Escola. As negociações foram conduzidas pelo pesquisador da ENSP e médico do Centro de Saúde Ziadir Coutinho.

  5. Em defesa do Mais Médicos: 48 países integrados no programa

    Em artigo publicado no Valor Econômico, pesquisadores da Fiocruz Nisia Trindade Lima, Francisco Eduardo de Campos e Maria Helena Machado, esta última coordenadora geral da Pesquisa Avaliativa do Programa Mais Médicos, esclarecem algumas lendas criadas sobre o programa e justificam a sua formulação, baseada na realidade da atenção à saúde no Brasil. A avaliação do programa coordenada pela Fiocruz pretende analisar o impacto da chegada dos profissionais de saúde aos lugares de difícil acesso, apontar os principais desafios, além de monitorar as ações implementadas. Leia o Artigo.

  6. Porque todos nós precisamos do SUS e sem a abertura do capital estrangeiro na saúde

    Semana passada, soubemos de uma grave e péssima notícia sobre o não veto da presidenta à Medida Provisória n.º 656, de dezembro de 2014 (para o Projeto de Lei n.º 18, de 2014), que muda a vida dos brasileiros e nossa perspectiva de uma sociedade mais solidária. Explico: grave porque é inconstitucional e péssima porque afeta o direito que cada cidadão tem à saúde, além de nossa perspectiva para o futuro de nossos filhos e netos. Mas o que a redação do Projeto de Lei n.º 18 traz? Ele altera o texto da Lei Orgânica da Saúde, a famosa LOS nº 8.080 de 1990, ao autorizar a "abertura ao capital estrangeiro na oferta de serviços de saúde". Mais que oferta de serviços, o texto ainda versa que "É permitida a participação direta ou indireta, inclusive controle, de empresas ou de capital estrangeiro na assistência à saúde", ou seja, não estamos mais falando somente em oferta de serviços e sim a respeito da assistência que envolve outras coisas. Confira o texto de Isabela Soares Santos.

  7. Hanseníase: atividades nesta quinta-feira (29/1) alertam para o combate à doença

    Com o tema: Hanseníase: quanto antes você descobrir, mais cedo vai se curar, o Ministério da Saúde lançou a campanha anual para alertar sobre a doença. A ação tem foco no diagnóstico precoce e também na divulgação do tratamento, que é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Há alguns anos a ENSP participa desse conjunto de esforços, por meio de ações voltadas para a sensibilização dos profissionais de saúde e para a população de Manguinhos, atendida pelo Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria, pela Clínica Victor Valla e pelas equipes de Saúde da Família integrantes da iniciativa Teias-Escola Manguinhos. Como não poderia ser diferente em 2015, diversas atividades estão programadas no dia 29 de janeiro, entre palestras, exibição de vídeos e debates sobre o tema. 

  8. Mato Grosso busca expertise da Fiocruz para solucionar problemas de saúde

    Com mais de três milhões de habitantes, Mato Grosso é o décimo-nono Estado mais populoso do Brasil. Porém, conta com graves problemas de saúde que vão desde a estruturação da ordem dos serviços prestados até doenças como paracoccidioidomicose, hanseníase ou tuberculose. Em busca de mudar este panorama, o secretário estadual de Saúde de Mato Grosso, Marco Aurélio Bertúlio, esteve na Fiocruz, no dia 15 de janeiro, para alinhavar uma parceria envolvendo diversas unidades da Fundação, entre elas a Escola Nacional de Saúde Pública, sendo recebido para uma reunião pelo diretor Hermano Castro e os pesquisadores Ziadir Coutinho e Carlos Coimbra Jr.

  9. Centro Hélio Fraga da ENSP comemora 30 com novo mestrado profissional

    Em comemoração aos 30 anos do Centro de Referência Professor Helio Fraga (CRPHF/ENSP) foi realizada, no dia 17 de dezembro, a aula inaugural do mestrado profissional em Epidemiologia e Controle da Tuberculose, desenvolvido por meio de consórcio entre a Escola Nacional de Saúde Pública, a Vice-presidência de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz e o Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães (CPqAM/Fiocruz Pernambuco). A atividade contou com a participação do professor titular do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA) Maurício Barreto, que avaliou o controle da tuberculose no século XXI, as novas tecnologias e riscos inerentes à doença, além citar a relação dos determinantes sociais da saúde no processo saúde-doença. Na ocasião, foi descerrada uma placa em homenagem aos 30 anos de história do Hélio Fraga, criado em 1984 pela Campanha Nacional contra a Tuberculose. 

  10. ENSP publica Relatório de Gestão 2013

    O diretor da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Hermano Castro, divulgou, na terça-feira, 23/12, nota a respeito do lançamento do Relatório de Gestão 2013 - o primeiro publicado pela Escola. O documento traz um panorama com indicadores dos últimos quatro anos de atividades da unidade, de 2010 a 2013. Em sua nota de apresentação, Hermano Castro cita a criação de fóruns da Escola, a definição de prioridades e ações para os próximos anos, os projetos aprovados pelas agências financiadoras e muitas outras conquistas. Hermano reforça ainda a continuidade de uma caminhada na busca pela excelência no ensino, na pesquisa e na produção em serviços de saúde para o SUS, sem abrir mão das discussões com a sociedade civil e o compromisso na elaboração de políticas públicas. Confira o documento.