1. ENSP apresenta resultados do projeto QualiSUS-Rede

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) apresentou recentemente os resultados do projeto QualiSUS-Rede, cuja finalidade é contribuir para a organização de Redes de Atenção à Saúde (RAS) no Brasil somando esforços permanentes de consolidação do Sistema Único de Saúde. O seminário, organizado pelo Laboratório de Situações Endêmicas Regionais (Laser/Densp/ENSP), buscou mostrar a importância do componente da avaliação na estruturação, implementação e direcionamento das Redes de Atenção à Saúde no SUS. Segundo os resultados da pesquisa, as regiões de Dourados e Cariri tiveram destaque na implementação das redes de atenção, de acordo com os critérios de verificação utilizados no estudo. Na ocasião, foi realizada também a conferência Perspectivas e desafios da articulação das redes de atenção à saúde com a regionalização, apresentada pela pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da ENSP, Luciana Dias de Lima. "É fundamental considerar os condicionantes da regionalização e da conformação de Redes de Atenção à Saúde no desenvolvimento de propostas para o avanço desses processos no SUS, afirmou a pesquisadora".

  2. 'Saúde aviltada': José Gomes Temporão, ex-ministro da saúde, assina artigo em defesa do SUS

    A edição de terça-feira, 12 de junho, do jornal O Globo, traz artigo assinado pelo ex-ministro da Saúde, José Gomes Temporão, intitulado 'Saúde aviltada'. No texto, Temporão, que também é pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), ressalta a fragilização do Sistema Unico de Saúde (SUS). O artigo refere-se às recentes declarações do atual ministro da Saúde, Ricardo Barros, que disse ser minstro da Saúde, e não apenas do SUS, e que também sugeriu a criação de planos de saúde populares para reduzir a demanda pelo SUS e, assim, aliviar a pressão sobre o orçamento do ministério. Para Temporão, "reduzir direitos através de gambiarras enganosas, definitivamente, não deveria constar das atribuições de um ministro de Estado".

  3. Fiocruz na luta pela defesa do SUS

    "Defendemos o Sistema Único de Saúde. A constituição do SUS é um marco da contemporaneidade da Fiocruz. Ele representa todos os nossos valores e a nossa maneira de pensar a cidadania, a democracia. O SUS é o nosso ponto de referência"! Foram com essas palavras que o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, convocou os trabalhadores da Fundação a se unir para enfrentar uma "conjuntura complexa, incerta e adversa", que traz ameaças ao Sistema Único de Saúde e às conquistas da instituição. Gadelha esteve presente na reunião do Conselho Deliberativo da ENSP desta terça-feira (5/7), cuja principal pauta debateu a conjuntura nacional e da saúde. Na opinião do diretor da ENSP, Hermano Castro, "a reunião cumpriu o papel de ajustar, junto com a Presidência, as políticas públicas internas naquilo que é de interesse da sociedade e do SUS".

  4. Segurança do Paciente: centro lança página voltada para o cuidado

    Com o objetivo de disseminar informações e ferramentas que facilitem o envolvimento do paciente nos processos do cuidado em saúde a que são submetidos, assim como seus familiares e amigos, o Centro Colaborador para a Qualidade do Cuidado e a Segurança do Paciente (Proqualis) acaba de lançar uma nova página voltada para esse tema. A ENSP e seus pesquisadores mantêm estreita relação com o Proqualis por meio do desenvolvimento de projetos e linhas de pesquisa. A coordenadora geral do Centro e pesquisadora da ENSP, Margareth Portela, fez a apresentação da página em vídeo. 

  5. Banco de dados colaborativo reúne informações de genes associados ao zika

    Cientistas que estudam o vírus da Zika ganharam uma ferramenta que poderá trazer contribuições valiosas para as pesquisas. Trata-se do ZIKV-CDB, um banco de dados colaborativo, que tem por objetivo reunir informações relacionadas aos genes associados à doença. A plataforma foi criada pelo Laboratório de Informática de Biossistemas e Genômica da Fiocruz Minas, e já pode ser acessada.

  6. Conass, Conasems, CNS e ENSP posicionam-se contra PEC que congela gastos públicos

    Está tramitando no Congresso Nacional a Proposta de Emenda Constitucional 241/2016, que limita o crescimento do gasto público à inflação do ano anterior. Diversos pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), assim como inúmeras outras instituições de saúde e pesquisa do país posicionaram-se contra a medida. A PEC altera os critérios para cálculo dos gastos com saúde e educação a cargo da União.  Com ela, em 2017, o limite de gastos será a despesa primária federal de 2016, incluindo os restos a pagar, reajustada pelo IPCA de 2016. A partir de 2018, será usado o teto do ano anterior acrescido da inflação. Leonardo Castro, analista da Vice-Direção de Ensino, enfatizou que não se trata apenas de cortes no SUS. Segundo ele, "a PEC 241 ameaça não só as universidades públicas, como também a pesquisa científica no país". Confira a opinião de alguns pesquisadores da Escola, leia a nota conjunta publicada pelo Conass e Conasems, além da Carta do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

  7. Agente popular de saúde e vigilância ambiental em debate na ENSP na quarta-feira (29/6)

    Na quarta-feira, 29 de junho, a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) abrirá as portas para uma discussão sobre o agente popular de saúde e vigilância ambiental. A atividade, que pretende discutir a saúde em Manguinhos, promoverá o primeiro encontro dos egressos do curso de 2016. O debate está marcado para as 9 horas, no salão internacional da ENSP, e os interessados em participar devem se inscrever no dia do evento, no prórpio local, 10 minutos antes do início da programação. A atividade será dividida em dois momentos: Das 9h10 às 10 horas o evento contará com as apresentações de movimentos populares de Manguinhos e de profissionais do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP); das 10 às 12 horas, será realizada uma tribuna livre.

  8. Conass, Conasems, CNS e ENSP posicionam-se contra PEC que congela gastos públicos

    Está tramitando no Congresso Nacional a Proposta de Emenda Constitucional 241/2016, que limita o crescimento do gasto público à inflação do ano anterior. Diversos pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), assim como inúmeras outras instituições de saúde e pesquisa do país posicionaram-se contra a medida. A PEC altera os critérios para cálculo dos gastos com saúde e educação a cargo da União.  Com ela, em 2017, o limite de gastos será a despesa primária federal de 2016, incluindo os restos a pagar, reajustada pelo IPCA de 2016. A partir de 2018, será usado o teto do ano anterior acrescido da inflação. Leonardo Castro, analista da Vice-Direção de Ensino, enfatizou que não se trata apenas de cortes no SUS. Segundo ele, "a PEC 241 ameaça não só as universidades públicas, como também a pesquisa científica no país". Confira a opinião de alguns pesquisadores da Escola, leia a nota conjunta publicada pelo Conass e Conasems, além da Carta do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

  9. Vídeos do XI Ciclo de Debates estão disponíveis no canal da ENSP no Youtube

    De 2 a 6 de maio, foi realizada, na ENSP, a 11ª edição do Ciclo de Debates - Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família. O evento discutiu as consequências da atual conjuntura política do país e a possibilidade do retrocesso democrático e dos direitos dos cidadãos, bem como a formação do profissional de saúde, desafios das políticas de saneamento e saúde mental e expansão da Estratégia de Saúde da Família, além da tradicional formatura da Residência Multiprofissional em Saúde da Família. As apresentações estão disponíveis no Canal da ENSP no Youtube.