1. Segurança pública é garantia de acesso a direitos

    O Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde Jorge Careli (Claves/ENSP), em parceria com a Coordenadoria de Cooperação Social da Fiocruz e a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/ENSP), realizou, nos dias 18 e 19 de outubro, o seminário Cooperação e construção de conhecimento em territórios marcados pela violência. O encontro contou com a participação da professora da Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luciana Boiteux, que ressaltou, em sua fala, ser a segurança pública a garantia de acesso a direitos; porém, atualmente, é vista como exclusão de direitos. Durante o evento, também foi lançado o livro ‘Saúde e Segurança Pública: desafios em territórios marcados pela violência’, organizado por Leonardo Brasil Bueno, da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) e membros da Coordenadoria de Cooperação Social da Fiocruz. A publicação é uma contribuição para o aprofundamento de reflexões que orientem o debate a respeito de saúde e segurança pública na instituição, em diálogo com o Estado e a sociedade civil.

  2. Fiocruz apresenta resultados de pesquisa sobre crack e exclusão social

    Nos últimos anos o consumo de crack apresentou crescimento considerável no Brasil. Algumas regiões, principalmente os grandes centros urbanos - nos quais existe maior visibilidade do uso da droga - vem buscando alternativas no intuito de minimizar danos e riscos do uso prejudicial da substância. Diante dos altos índices de consumo do crack no país a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) encomendou a Pesquisa Nacional sobre o Crack, desenvolvida pela Fiocruz, com apoio da Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da instituição e coordenada pelo pesquisador Francisco Inácio Bastos, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz). O estudo revelou que o Brasil possui 370 mil usuários regulares de crack nas capitais, sendo aproximadamente 80% deles homens, negros, de baixa escolaridade e renda, com média de idade de 30 anos. Posteriormente a Senad encomendou outra pesquisa, dessa vez no intuito de investigar a relação entre o uso do crack e processos de exclusão e desclassificação social em diferentes esferas e dimensões. Coordenada pelo sociólogo Jessé Souza, professor titular do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense e ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a pesquisa aponta que a relação entre exclusão social e uso de crack é fundamental para desenhar políticas e formar linhas de cuidado para pessoas que tenham problemas com drogas. Complementares, as pesquisas apontam o forte estigma e exclusão social dos usuários. Com o objetivo de apresentar e debater os resultados da pesquisa que analisa o crack e a exclusão social, passando por diversos pontos abordados na Pesquisa Nacional sobre o Crack, no dia 21 de outubro, será realizado na Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) o seminário Crack e Exclusão Social, a partir das 9 horas.

  3. Fiocruz apresenta resultados de pesquisa sobre crack e exclusão social

    Nos últimos anos o consumo de crack apresentou crescimento considerável no Brasil. Algumas regiões, principalmente os grandes centros urbanos - nos quais existe maior visibilidade do uso da droga - vem buscando alternativas no intuito de minimizar danos e riscos do uso prejudicial da substância. Diante dos altos índices de consumo do crack no país a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) encomendou a Pesquisa Nacional sobre o Crack, desenvolvida pela Fiocruz, com apoio da Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da instituição e coordenada pelo pesquisador Francisco Inácio Bastos, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz). O estudo revelou que o Brasil possui 370 mil usuários regulares de crack nas capitais, sendo aproximadamente 80% deles homens, negros, de baixa escolaridade e renda, com média de idade de 30 anos. Posteriormente a Senad encomendou outra pesquisa, dessa vez no intuito de investigar a relação entre o uso do crack e processos de exclusão e desclassificação social em diferentes esferas e dimensões. Coordenada pelo sociólogo Jessé Souza, professor titular do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense e ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a pesquisa aponta que a relação entre exclusão social e uso de crack é fundamental para desenhar políticas e formar linhas de cuidado para pessoas que tenham problemas com drogas. Complementares, as pesquisas apontam o forte estigma e exclusão social dos usuários. Com o objetivo de apresentar e debater os resultados da pesquisa que analisa o crack e a exclusão social, passando por diversos pontos abordados na Pesquisa Nacional sobre o Crack, no dia 21 de outubro, será realizado na Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) o seminário Crack e Exclusão Social, a partir das 9 horas.

  4. Materiais discutem uso de crack e questionam estereótipos reforçados pela mídia

    Fábio Araújo, gerente de lanchonete em São Paulo, conta que no fim do dia passa na favela para comprar uma pedra para fumar. “No dia seguinte, tenho responsabilidade de ir trabalhar”. Poliana Alessandra dá café da manhã para os filhos e os manda para a escola antes de varrer as ruas - trabalho que conseguiu por intermédio do programa De Braços Abertos, que promove redução de danos para usuários de drogas na região conhecida como “cracolândia” (ver Radis 158). Diego de Paula chegou à capital paulista com sonhos de uma vida diferente. Atualmente, dorme em um abrigo e reflete sobre solidão e isolamento social. Três personagens reais que fogem do estereótipo de “zumbis”, amplamente associado aos usuários da droga, têm seus depoimentos registrados no documentário Crack - Repensar, lançado em julho.

  5. PAC Favelas: problemas não resolvidos pautam audiência pública

    Na quarta-feira, dia 31 de agosto, ocorrerá a Audiência Pública "PAC Manguinhos, Alemão e Jacarezinho: questões habitacionais não resolvidas... Qual a solução?". Convocada pelo Núcleo de Terras e Habitação da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (Nuth), a audiência foi articulada pelos movimentos sociais das favelas de Manguinhos, Alemão e Jacarezinho, a partir de suas ações com o Nuth. Estima-se que mais de 4 mil famílias ainda vivam em aluguel social, a maioria há mais de cinco anos, por terem suas casas removidas em razão de obras do plano de Aceleração do Crescimento. A Fundação Oswaldo Cruz, por meio do Laboratório Territorial de Manguinhos da ENSP, atua na região com o interesse de juntar ciência e cidadania para transformar as realidades urbanas complexas, repletas de injustiça social e ambiental, produzindo e divulgando conhecimento sobre saúde, ambiente e políticas públicas do território. A audiência será às 14 horas no auditório da Fesudeperj, Rua Marechal Câmara nº 314 - 4º andar, Centro. 

  6. Vítimas das obras dos Jogos Olímpicos Rio 2016 recebem homenagens da Fiocruz

    O Centro de Estudo da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP), em parceria com outras instituições, homenageou os 11 trabalhadores que perderam a vida nas obras das Olimpíadas Rio 2016. Além de saudar as vítimas e prestar solidariedade às famílias, o evento também alertou a sociedade a respeito das mortes e acidentes graves ocorridos nas obras dos grandes eventos, como também exigir a criação de instrumentos que proporcionem condições de segurança e saúde aos trabalhadores por parte das autoridades. O ato contou com a participação de representantes do Cesteh e de centrais sindicais que contribuíram para a realização da homenagem. Na ocasião, a 'ENSP TV' conversou com familiares das vítimas e representantes da saúde do trabalhador acerca da importância de evitar riscos à saúde dos trabalhadores e, principalmente, sobre o que é preciso ser feito para que não hajam mais mortes nas obras dos grandes eventos.

  7. Vítimas das obras dos Jogos Olímpicos Rio 2016 recebem homenagens da Fiocruz

    O Centro de Estudo da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP), em parceria com outras instituições, homenageou os 11 trabalhadores que perderam a vida nas obras das Olimpíadas Rio 2016. Além de saudar as vítimas e prestar solidariedade às famílias, o evento também alertou a sociedade a respeito das mortes e acidentes graves ocorridos nas obras dos grandes eventos, como também exigir a criação de instrumentos que proporcionem condições de segurança e saúde aos trabalhadores por parte das autoridades. O ato contou com a participação de representantes do Cesteh e de centrais sindicais que contribuíram para a realização da homenagem. Na ocasião, a 'ENSP TV' conversou com familiares das vítimas e representantes da saúde do trabalhador acerca da importância de evitar riscos à saúde dos trabalhadores e, principalmente, sobre o que é preciso ser feito para que não hajam mais mortes nas obras dos grandes eventos.

  8. Pesquisa sistematiza projetos da Rede PDTSP-Teias Manguinhos

    Buscando saber em que medida o Programa de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica em Saúde Pública da Fiocruz (PDTSP/Teias) havia conseguido avançar em sua proposta teórico-metodológica, no que se refere ao enfoque ecossistêmico em saúde, o pesquisador da ENSP Carlos Machado de Freitas e a aluna Tais de Moura Ariza Alpino trabalharam na sistematização de todas as iniciativas dessa Rede de pesquisa. Os resultados dessa ação estão publicados no Portfólio Rede de Pesquisa no Território de Manguinhos - uma parceria entre academia, serviços de saúde e sociedade civil, lançado pela Vice-Presidência de Pesquisa e Laboratórios de Referência (VPPLR/Fiocruz). Segundo Carlos Machado, o objetivo do PDTSP é desenvolver novos conhecimentos sobre a relação saúde-ambiente, tendo como foco realidades concretas, de forma a permitir a implantação de ações apropriadas e saudáveis das pessoas e para as pessoas que lá vivem. 

  9. Ato homenageará trabalhadores vítimas das obras das Olimpíadas Rio 2016

    A construção civil é, atualmente, o segundo segmento da economia brasileira com maior número e proporção de lesões no trabalho. Desde que tiveram início as obras dos Jogos Olímpicos Rio 2016, 11 trabalhadores perderam a vida e 3 foram vítimas de acidentes graves. O Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador (Cesteh/ENSP/Fiocruz), em parceria com outras instituições, promoverá o ato Vidas perdidas nas obras das Olimpíadas do Rio de Janeiro: uma homenagem aos trabalhadores, no dia 28 de julho, às 11 horas, cobrando das empresas e da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, assim como de outros órgãos públicos, mudança nas condições e organização do trabalho, além de garantia efetiva da vida e da saúde dos trabalhadores.

  10. Ato homenageará trabalhadores vítimas das obras das Olimpíadas Rio 2016

    A construção civil é, atualmente, o segundo segmento da economia brasileira com maior número e proporção de lesões no trabalho. Desde que tiveram início as obras dos Jogos Olímpicos Rio 2016, 11 trabalhadores perderam a vida e 3 foram vítimas de acidentes graves. O Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador (Cesteh/ENSP/Fiocruz), em parceria com outras instituições, promoverá o ato Vidas perdidas nas obras das Olimpíadas do Rio de Janeiro: uma homenagem aos trabalhadores, no dia 28 de julho, às 11 horas, cobrando das empresas e da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, assim como de outros órgãos públicos, mudança nas condições e organização do trabalho, além de garantia efetiva da vida e da saúde dos trabalhadores.