1. Calendário de vacinação do país tem mudanças em 2016

    Os postos de saúde de todo o país já estão com novo calendário de vacinação para 2016. Estão sendo alteradas doses de reforço para vacinas infantis contra meningite e pneumonia, além do esquema vacinal da poliomielite e o número e doses da vacina de HPV, que não será mais necessária a terceira dose. As mudanças, realizadas pelo Ministério da Saúde, começaram a valer na primeira semana de janeiro de 2016.

  2. Pesquisadores defendem ações de saneamento contra a microcefalia

    "Manter as ações centradas no mosquito, conduzir uma narrativa de guerra com uso de arma química é não resolver o problema. É dar uma falsa ideia de solução. A história nos aponta os erros. O pior é que esses gastos poderiam ter sido revertidos em saneamento. Ao se adicionar veneno em água potável, se está despotabilizando essa água, e o pior é que os padrões de potabilidade da água para consumo humano são definidos pelo Ministério da Saúde", defendem os pesquisadores da Fiocruz Pernambuco (Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães) Lia Giraldo e André Monteiro, em artigo publicado no jornal Diário de Pernambuco

  3. Brasil já conta com 16 laboratórios para diagnosticar Zika

    O Ministério da Saúde capacitou mais 11 laboratórios públicos para realizar o diagnóstico de Zika. Contando com as cinco unidades referência no Brasil para este tipo de exame, já são 16 centros com o conhecimento para fazer o teste. Atualmente, a técnica diagnóstica utilizada pelo Ministério da Saúde é o PCR (Biologia Molecular). Nos dois próximos meses, a tecnologia será transferida para mais 11 laboratórios, somando 27 unidades preparadas para analisar 400 amostras por mês de casos suspeitos de Zika em todo o país.

  4. Observatório TB/ENSP convoca para ação comunitária Manguinhos no sábado (28/11)

    Neste sábado (28/11), uma iniciativa da Frente Parlamentar Municipal de TB do Rio, do Observatório Tuberculose Brasil (OTB/ENSP) e do Fórum ONGs TB RJ promoverá a Ação Social Comunitária Tuberculose Manguinhos, das 9h às 13 horas. Na ocasião, serão desenvolvidos trabalhos de informação e conscientização sobre prevenção e cuidados com a tuberculose junto à população local.

  5. Centro de Saúde promove oficinas incentivadoras da alimentação saudável

    Capacitar moradores do território de Manguinhos para a preparação de alimentos, sob o referencial da alimentação saudável, visando contribuir para a melhoria da qualidade de vida e saúde como uma estratégia para promoção da segurança alimentar e nutricional é o principal objetivo do projeto Laboratório Culinário de Manguinhos, desenvolvido pela equipe de nutrição do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP) em parceria com docentes da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ), profissionais da Clínica Victor Valla e das Equipes de Estratégia de Saúde da Família de Manguinhos, inseridas no programa Saúde na Escola.

  6. Ministério da Saúde garante eficácia da vacina contra caxumba

    O Ministério da Saúde informa que a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba, é altamente eficaz. Estudos clínicos detectaram anticorpos contra caxumba em 96,1% das pessoas vacinadas; em 98% contra sarampo; e em 99,3% contra rubéola. Para garantir a proteção, são necessárias duas doses, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). O Calendário Nacional de Vacinação, do Ministério da Saúde, agenda as doses aos 12 meses, com a tríplice, e aos 15 meses, com a tetraviral, que também imuniza contra varicela. A vacina também está disponível para pessoas até 49 anos, a depender da situação vacinal.

  7. Rio de Janeiro não está sofrendo uma epidemia de caxumba

    Nos últimos dias, algumas regiões do município do Rio de Janeiro registraram aumento no número de casos de caxumba, uma infecção viral que afeta as glândulas parótidas e se manifesta principalmente em crianças e adolescentes. A caxumba é uma doença de transmissão respiratória, desta forma, nas estações do ano em que a temperatura cai, os ambientes fechados e com pouca circulação de ar livre contribuem significativamente para sua propagação. Para a enfermeira e coordenadora de vacinação do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP) Slete Ferreira da Silva, no Rio de Janeiro não se configura uma epidemia de caxumba. Existem surtos isolados que não devem ser associados a falhas na cobertura vacinal. "O Rio possui uma excelente cobertura vacinal. De 2008 a 2014, a cobertura da tríplice viral - que protege contra caxumba, rubéola e sarampo - nas crianças de até um ano de idade foi até maior que 100% em alguns anos. Em 2014, a cobertura foi de cerca de 98%. Nos meses de junho a setembro, a população tende a estar em locais mais fechados. Isso colabora ainda mais para a transmissão da caxumba e, consequentemente, para o aumento do número de casos. Mas dizer que existe uma epidemia é alardear uma situação que não existe", explicou Slete.

  8. Ansiedade é o principal sintoma enfrentado por quem decide parar de fumar

    O tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo, com cerca de seis milhões de óbitos por ano, principalmente entre os países de baixa e média renda. Durante muito tempo, o tabagismo foi visto como um estilo de vida, sendo ostensivamente encorajado pela publicidade, mas, atualmente, é considerado uma doença causada pela dependência de nicotina. Apesar dos esforços na implementação do Programa Nacional de Controle do Tabagismo, a taxa de sucesso do tratamento ainda é baixa (cerca de 20%). O conhecimento do perfil da população que procura ajuda nas unidades de saúde visando parar de fumar pode contribuir para aumentar o sucesso do tratamento. Com o objetivo de descrever as características dos fumantes que buscam ajuda em unidades de saúde para largar o vício, pesquisadoras do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP), em parceria com pesquisadoras de outras instituições, desenvolveram o artigo Perfil dos fumantes brasileiros no Programa Nacional de Controle do Tabaco, com base na experiência do Centro de Saúde Escola. O estudo, que aponta a ansiedade como principal sintoma (67%) enfrentado por quem para de fumar, foi publicado na Revista Brasileira de Psiquiatria e revela a necessidade de expandir as estratégias atuais para torná-las mais eficazes na prenvenção contra o tabagismo desde a infância.