1. Pesquisa investiga doenças e condições de vida em esqueletos pré-históricos

    Procurar e estudar esqueletos para assim desvendar hábitos e problemas de saúde que perpassam os séculos é o que instiga pesquisadores envolvidos em mais uma etapa do projeto "Paleodemografia, saúde e adaptabilidade em populações pré-históricas da costa sul-sudeste brasileira". A pesquisa, coordenada pela pesquisadora do Departamento de Endemias Samuel Pessoa (Densp/ENSP/Fiocruz) Sheila Mendonça, teve início em 2007 e está sendo realizada no sítio arqueológico Cubatão I, localizado em Joinville, Santa Catarina. Até agora 20 sepultamentos foram encontrados e metade deles são de crianças.

  2. Pesquisa aponta áreas potenciais de ocorrência de dengue em Nova Iguaçu

    Analisar a relação entre as condições de vida e a ocorrência da dengue, assim como investigar a possível associação entre desigualdades socioeconômicas e variações temporais da incidência da doença por bairros do município de Nova Iguaçu (RJ): este era o objetivo de pesquisadores da ENSP/Fiocruz e da Agência Nacional de Saúde Suplementar, em estudo publicado recentemente na revista Cadernos de Saúde Pública.

  3. ENSP participa de levantamento nacional sobre saneamento básico

    Depois de cerca de 20 anos sem marcos regulatórios, o saneamento básico no Brasil será mapeado. Um projeto do Ministério das Cidades, em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca e outras instituições de pesquisa, investigará as condições de saneamento básico dos mais de cinco mil municípios do país no estudo Panorama do Saneamento Básico no Brasil. O projeto é dividido em duas etapas, e a ENSP/Fiocruz participará da consolidação dos dados tabulados pelo IBGE e da publicação da pesquisa.

  4. ENSP auxiliará criação de mapa de vulnerabilidades do Estado do Rio

    A Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e a Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro (SEA) assinaram convênio para traçar o mapa de vulnerabilidade da população do Estado do Rio de Janeiro, relativo aos impactos das mudanças climáticas nas áreas socioeconômica, saúde e meio ambiente. A execução do projeto será realizada pelo Programa de Mudanças Ambientais Globais e Saúde da ENSP (PMAGS/DCB/ENSP), sob a coordenação do pesquisador Ulisses Confalonieri.

  5. Informação e hábitos saudáveis são essenciais no combate ao câncer

    A dificuldade de transmitir informação para a população, assim como fortalecer a educação na saúde e a promoção de hábitos e alimentação saudáveis, são os principais entraves para a redução de casos de câncer no Brasil. Em simpósio organizado pela American Cancer Society, intitulado Os 5 Mitos sobre o Câncer: o papel do jornalismo no enfrentamento da doença, nos dias 12 e 13/05, em São Paulo, o coordenador do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública e Meio Ambiente da ENSP, Sergio Koifman, traçou um diagnóstico da doença considerada heterogênea no país por apresentar características semelhantes às dos países desenvolvidos e às dos países de extrema pobreza.

  6. CNPq discute novos critérios para concessão de bolsas de Produtividade em Pesquisa

    A Comissão de Assessoramento Tecnológico-Científico (CATC), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), se reuniu, na última quarta-feira (13/05) na sede da agência em Brasília, com o objetivo de fechar a proposta dos novos critérios para concessão de bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ). Estes critérios serão, agora, submetidos ao Conselho Deliberativo do CNPq.

  7. Laboratório Móvel de Toxicologia é entregue à Polícia Civil do Rio

    "O uso de substâncias psicoativas e do álcool não é apenas um problema de segurança, mas também de saúde pública", lembrou o pesquisador do Centro de Estudo em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP), Jefferson José da Silva, durante a cerimônia de entrega do Laboratório Móvel de Toxicologia à Polícia Civil do Rio de Janeiro e do lançamento do Curso de Atualização em Técnicas Analíticas Aplicadas à Toxicologia Forense, voltado à capacitação de peritos para o uso das novas tecnologias que serão usadas no Instituto Médico Legal (IML) do estado.

  8. Carga de doença: excesso de peso e tabagismo são importantes fatores de risco

    Estimar a Carga Global de Doença no Brasil considerando fatores de risco como o excesso de peso e o tabagismo para o desenvolvimento de diabetes mellitus foi o objetivo da tese de doutorado em Saúde Pública desenvolvida por Andréia Ferreira de Oliveira. O trabalho aponta que cerca de 10% do total de perda de anos de vida por morte prematura ou incapacidades (DALY) entre indivíduos acima de 30 anos são atribuíveis ao hábito de fumar. Além disso, a pesquisa também ressalta que, em 2013, a previsão é que o diabetes seja a primeira causa de perda de anos de vida por morte prematura e incapacidades no país.

  9. Atividades irregulares em região cimenteira do Rio ameaçam a saúde da população

    Os trabalhadores têm real noção sobre o que estão manipulando em suas atividades? Que riscos estão correndo? Essas são as principais questões que motivaram as investigações do médico Afrânio Gomes Pinto Júnior para uma dissertação de mestrado apresentada na ENSP, que apontou falhas no processo de trabalho adotado por três empresas cimenteiras do município de Cantagalo, no Rio de Janeiro, tanto em relação à técnica de coprocessamento de resíduos tóxicos quanto ao monitoramento biológico desses resíduos, além de negligência das autoridades.

  10. ELSA-Brasil: maior estudo realizado na AL sobre doenças cardiovasculares e diabetes

    A primeira etapa do maior estudo epidemiológico realizado na América Latina sobre os fatores determinantes das doenças cardiovasculares e do diabetes teve início no segundo semestre de 2008. O Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil) está sendo conduzido em seis instituições públicas federais, com 15 mil voluntários entre 35 e 74 anos, devendo ter duração de pelo menos 10 anos. Na Fiocruz, 369 voluntários (183 homens e 186 mulheres) já participaram da primeira etapa - composta de entrevistas e exames clínicos. Dois mil servidores da instituição farão parte dessa etapa do estudo.