1. Bolsa Família colabora com a redução de homicídios em municípios

    Um estudo desenvolvido pelo Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde da Fiocruz Bahia, aponta que o número de assassinatos e de pessoas internadas por atos violentos recua em cidades com maior e mais prolongada cobertura do programa de transferência de renda. Dados encontrados pela pesquisa mostram que a proteção social pode ser o caminho para a redução da brutal violência nos países de baixa ou média renda e revelam que o corte ou redução do Bolsa Família poderia aumentar a taxa de homicídios no Brasil. 

  2. Atlas apresenta geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e conexões com a UE

    Um levantamento de dados exaustivo e sem precedentes sobre o consumo de agrotóxicos no Brasil, em paralelo com o que acontece na União Europeia, está disponível para download. Trata-se do ‘Atlas Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia’, elaborado pela professora da Faculdade de Geografia da Universidade de São Paulo (USP), Larissa Mies Bombardi. A publicação conta com uma introdução que sintetiza seu trabalho de pós-doutoramento, e possui mais de 200 páginas com infográficos que esmiúçam, quantificam e facilitam a compreensão do tamanho do problema.

  3. ENSP participa de estudo sobre exposição ao amianto em ex-trabalhadores de indústria

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) participará de um estudo sobre a exposição ao amianto em ex-trabalhadores de uma fábrica de fibrocimento no Rio Grande do Sul. O projeto é desenvolvido pela Divisão de Vigilância em Saúde do Trabalhador e Escola de Saúde Pública da Secretária Estadual da Saúde, em parceria com a ENSP e Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.

  4. Ministério da Saúde publica agenda com prioridades de pesquisa

    O Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde (Decit/SCTIE/MS) publicou a Agenda de Prioridades de Pesquisa do Ministério da Saúde (APPMS). A iniciativa tem o objetivo de alinhar as prioridades atuais de saúde com as atividades de pesquisa científica, tecnológica e inovação e direcionar os recursos disponíveis para investimento em temas de pesquisas estratégicos para o SUS. A construção da agenda foi realizada em um processo participativo envolvendo todas as sete Secretarias do Ministério da Saúde em todas as etapas, que traz 172 linhas de pesquisa distribuídas em 14 eixos temáticos.

  5. ENSP/Fiocruz se posiciona contrária à exportação do amianto

    A ENSP/Fiocruz se une a outras entidades para reforçar sua posição contrária à exportação do amianto. A Eternit, ex-gigante do amianto no Brasil, informou que deixou de usar a fibra cancerígena na produção de telhas. Porém, comunicou que continuará exportando as fibras de amianto para dezenas de países em desenvolvimento. O diretor da ENSP, Hermano Castro, reforça ser inaceitável que o Brasil mantenha a produção de um produto comprovadamente carcinogênico apenas para a exportação, sem se incomodar com a saúde das populações.

  6. Atenção Primária e os efeitos do mercúrio na saúde pautaram seminário na ENSP

    O Centro de Saúde Escola, da ENSP promoveu, ao final de 2018, o seminário A Atenção Primária à Saúde e os efeitos do mercúrio na saúde. Na ocasião, estiveram em debate a Convenção de Minamata, a vigilância de populações expostas, a gestão de resíduos odontológicos em unidades de saúde, o uso da restauração de amálgama em consultórios do Rio de Janeiro, entre outros assuntos. A atividade contou com a participação de pesquisadores da ENSP, do Ministério da Saúde e da UFRJ. As apresentações estão disponíveis no Canal da ENSP, no Youtube.

  7. ENSP/Fiocruz se posiciona contrária à exportação do amianto

    A ENSP/Fiocruz se une a outras entidades para reforçar sua posição contrária à exportação do amianto. A Eternit, ex-gigante do amianto no Brasil, informou que deixou de usar a fibra cancerígena na produção de telhas. Porém, comunicou que continuará exportando as fibras de amianto para dezenas de países em desenvolvimento. O diretor da ENSP, Hermano Castro, reforça ser inaceitável que o Brasil mantenha a produção de um produto comprovadamente carcinogênico apenas para a exportação, sem se incomodar com a saúde das populações.

  8. Plataforma de Conhecimento em Saúde do Isags reúne dados de toda a América do Sul

    O Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde (ISAGS), lançou, em dezembro de 2018, sua Plataforma de Conhecimento em Saúde, espaço virtual em três idiomas, com relatórios, livros, estudos, cursos, materiais e referências de especialistas jornalísticos, entre outras ferramentas sobre temas como a Atenção Primaria, Vigilância Sanitária, Compras Públicas e Escassez de Drogas, Programas de Transferência de Renda, além de uma ação inédita na região no campo da Diplomacia em Saúde.

  9. Atenção Primária e os efeitos do mercúrio na saúde pautaram seminário na ENSP

    O Centro de Saúde Escola, da ENSP promoveu, ao final de 2018, o seminário A Atenção Primária à Saúde e os efeitos do mercúrio na saúde. Na ocasião, estiveram em debate a Convenção de Minamata, a vigilância de populações expostas, a gestão de resíduos odontológicos em unidades de saúde, o uso da restauração de amálgama em consultórios do Rio de Janeiro, entre outros assuntos. A atividade contou com a participação de pesquisadores da ENSP, do Ministério da Saúde e da UFRJ. As apresentações estão disponíveis no Canal da ENSP, no Youtube.

  10. Em busca de novas estratégias de vigilância para dengue, Zika e chikungunya

    Desafios para a saúde pública, o controle e a vigilância das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti são prioridades do Projeto ArboAlvo, liderado pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e pelo Programa de Computação Científica da Fiocruz (PROCC). A iniciativa busca o desenvolvimento de uma metodologia para estratificação do território em áreas de risco de transmissão dos vírus dengue, Zika e chikungunya, com base em parâmetros epidemiológicos, entomológicos, ambientais e sociodemográficos em cidades endêmicas para essas arboviroses.