1. ENSP e Procuradoria Regional do Trabalho do RS realizam pesquisa com trabalhadores expostos ao asbesto

    Visando avaliar a exposição de trabalhadores ao asbesto em uma empresa de fibrocimento da cidade de Sapucaia do Sul, no Rio Grande do Sul, e os efeitos dessa exposição à saúde humana, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca acaba de assinar um termo de cooperação técnica com a Procuradoria Regional do Trabalho da 4ª Região para a realização de tal pesquisa. O termo foi assinado pelo diretor da ENSP, Hermano Castro, e pela procuradora do trabalho, Aline Zerwes Bottari Brasil durante o II Seminário Internacional Brasil Sem Amianto, ocorrido em São Paulo, na segunda quinzena de maio. Castro é coordenador adjunto do estudo, sendo a coordenação geral de responsabilidade da pesquisadora do Centro de Estudos do Trabalhador e Ecologia Humana, Maria Juliana Moura Corrêa. 

  2. Tuberculose atinge 10% dos presidiários do Rio de Janeiro

    Cerca de 10% das pessoas privadas de liberdade (PPL) têm tuberculose ativa, frequentemente em estágio avançado, nas prisões do Estado do Rio de Janeiro. É o que mostram os resultados preliminares da pesquisa realizada pelo Grupo "Saúde nas Prisões", da ENSP/Fiocruz, em colaboração com o Sanatório Penal da Secretaria de Administração Penitenciária do RJ (SEAP). Financiado pelo edital Inova ENSP, o estudo foi realizado em uma unidade do complexo de Gericinó com as mesmas características da maioria das prisões do estado. 


     

  3. Tuberculose atinge 10% dos presidiários do Rio de Janeiro

    Cerca de 10% das pessoas privadas de liberdade (PPL) têm tuberculose ativa, frequentemente em estágio avançado, nas prisões do Estado do Rio de Janeiro. É o que mostram os resultados preliminares da pesquisa realizada pelo Grupo "Saúde nas Prisões", da ENSP/Fiocruz, em colaboração com o Sanatório Penal da Secretaria de Administração Penitenciária do RJ (SEAP). Financiado pelo edital Inova ENSP, o estudo foi realizado em uma unidade do complexo de Gericinó com as mesmas características da maioria das prisões do estado. 


     

  4. ENSP incorpora Plataforma de Ambiente e Saúde à Rede de Plataformas Fiocruz

    Recentemente a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) incorporou uma nova plataforma tecnológica à Rede Fiocruz de Plataformas Tecnológicas. Completamente inovadora, a Plataforma de Ambiente e Saúde agrupa laboratórios de dois departamentos da Escola - Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTEH) e Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental (DSSA) - e será focada nas áreas de toxicologia e qualidade da água. Uma Plataforma Tecnológica representa uma área tecnológica avançada, com infraestrutura principal e de suporte, organizada no sentido de oferecer acesso às tecnologias disponíveis na Fundação para a comunidade científica interna e externa. Segundo Luis Caetano Antunes, pesquisador do Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF/ENSP) e um dos coordenadores da Comissão de Usuários da Rede de Plataformas da ENSP, o objetivo é fomentar pesquisas que estão em desenvolvimento, além de estimular pesquisas novas.

  5. ENSP incorpora Plataforma de Ambiente e Saúde à Rede de Plataformas Fiocruz

    Recentemente a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) incorporou uma nova plataforma tecnológica à Rede Fiocruz de Plataformas Tecnológicas. Completamente inovadora, a Plataforma de Ambiente e Saúde agrupa laboratórios de dois departamentos da Escola - Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTEH) e Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental (DSSA) - e será focada nas áreas de toxicologia e qualidade da água. Uma Plataforma Tecnológica representa uma área tecnológica avançada, com infraestrutura principal e de suporte, organizada no sentido de oferecer acesso às tecnologias disponíveis na Fundação para a comunidade científica interna e externa. Segundo Luis Caetano Antunes, pesquisador do Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF/ENSP) e um dos coordenadores da Comissão de Usuários da Rede de Plataformas da ENSP, o objetivo é fomentar pesquisas que estão em desenvolvimento, além de estimular pesquisas novas.

  6. Pesquisador da ENSP coordenará curso internacional sobre sinalização bacteriana

    O Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), com o apoio da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz), por meio do edital de cursos internacionais de curta duração, irá promover o curso internacional sobre sinalização bacteriana, que acontecerá de 19 a 23 de março, das 9 às 16h, na sala 6 do Pavilhão Cardoso Fontes, em Manguinhos. O curso que será coordenado pelo chefe da pesquisa do Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF/ENSP), Caetano Antunes. Segundo ele, a base do curso é um capítulo de livro recentemente publicado, no qual ele foi o autor sênior.

  7. Pesquisadores se reúnem para discutir resultados da pesquisa Divas

    O Icict recebeu nos dias 1 e 2 de março, a visita de representantes do Ministério da Saúde, Unesco e das coordenações locais da pesquisa Divas – DIversidade e VAlorização da Saúde (ou em seu nome oficial: Estudo de abrangência nacional de comportamentos, atitudes, práticas e prevalência de HIV, Sífilis e Hepatites B e C entre travestis e mulheres trans), coordenada por Francisco Inácio Bastos, do Laboratório de Informação e Saúde (LIS)/Icict, e por Monica Malta, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), ambos da Fiocruz. A pesquisa, financiada pela Unesco e pelo Ministério da Saúde, ouviu cerca de 2.800 travestis e mulheres trans em doze capitais, entre 2016 e 2017, e teve como principal finalidade descrever o perfil sócio-demográfico e comportamental, os conhecimentos, atitudes e práticas relacionadas à infecção pelo HIV/Aids e demais IST (Infecções Sexualmente Transmissíveis), além de estimar as taxas de prevalência de HIV, sífilis e hepatite B e C para cada rede social acessada nestes municípios.

  8. Unitaid e Fiocruz discutem acesso e inovação em saúde

    A Unitaid, organização inovadora que utiliza mecanismos para expandir o acesso a tratamentos e diagnósticos para o HIV/Aids, tuberculose e malária, e a Fiocruz promoveram, nos dias 1º e 2 de março, o seminário Acesso e Inovação em Saúde, que teve por objetivo explorar as áreas de comum atuação e interesse para identificar potenciais novos projetos para colaboração nessas enfermidades. O evento, em dois dias, teve o seu início (a manhã do dia 1º/3) aberto ao público. Depois da abertura, houve discussões específicas reunindo pesquisadores da Fiocruz e representantes da Unitaid. As apresentações iniciais ficaram a cargo do vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger, do diretor-executivo adjunto da Unitaid, Philippe Duneton, e do ex-diretor da Unitaid Jorge Bermudez, que atualmente é o chefe do Departamento de Política de Medicamentos e Assistência Farmacêutica (NAF) da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz).

  9. Para usuários do SUS, profissionais de saúde não sabem lidar com moradores de favela

    Para os moradores de Rio das Pedras, comunidade da zona oeste do Rio de Janeiro, o acesso à rede pública de saúde é permeado por diferentes barreiras e experiências negativas. Os moradores apontaram a incapacidade dos profissionais de saúde de lidar de forma compassiva com a população como um dos principais problemas. Esse e outros dados, coletados em entrevistas qualitativas conduzidas durante investigação da ENSP, foram publicados em janeiro no periódico Qualitative Health Research. A pesquisadora da ENSP Débora Castiglione, a epidemiologista Gina Lovasi, da Drexel University (EUA), e a pesquisadora do Procc/Fiocruz Marília Sá Carvalho analisaram informações obtidas a partir de entrevistas semiestruturadas realizadas com 14 adultos da comunidade carioca. O objetivo da investigação foi caracterizar o acesso aos serviços de saúde e entender como os participantes eram atendidos nas unidades e quais as percepções deles sobre esse atendimento.

  10. Para usuários do SUS, profissionais de saúde não sabem lidar com moradores de favela

    Para os moradores de Rio das Pedras, comunidade da zona oeste do Rio de Janeiro, o acesso à rede pública de saúde é permeado por diferentes barreiras e experiências negativas. Os moradores apontaram a incapacidade dos profissionais de saúde de lidar de forma compassiva com a população como um dos principais problemas. Esse e outros dados, coletados em entrevistas qualitativas conduzidas durante investigação da ENSP, foram publicados em janeiro no periódico Qualitative Health Research. A pesquisadora da ENSP Débora Castiglione, a epidemiologista Gina Lovasi, da Drexel University (EUA), e a pesquisadora do Procc/Fiocruz Marília Sá Carvalho analisaram informações obtidas a partir de entrevistas semiestruturadas realizadas com 14 adultos da comunidade carioca. O objetivo da investigação foi caracterizar o acesso aos serviços de saúde e entender como os participantes eram atendidos nas unidades e quais as percepções deles sobre esse atendimento.