ENSP: uma instituição de ponta

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jovem_cientista_02.jpgDez pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) foram indicados pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) como cientistas de ponta do Rio de Janeiro. A Fundação divulgou a lista que destaca os pesquisadores contemplados nos programas Cientista e Jovem Cientista do Nosso Estado. Adauto Araújo (Densp/ENSP), Cláudio Jose Struchiner (Densp/ENSP), Dora Chor (Demqs/ENSP), Francisco José Roma Paumgartten (DCB/ENSP), Maria Cecília de Souza Minayo (Claves/ENSP), Maria do Carmo Leal (Demqs/ENSP), Marília Sá Carvalho (Demqs/ENSP), Sérgio Koifman (Demqs/ENSP), Simone Gonçalves de Assis (Claves/ENSP), Mônica Martins (Daps/ENSP) e Rosalina Jorge Koifman (Demqs/ENSP) foram os citados pela Faperj.

O diretor, Antônio Ivo de Carvalho, ressalta que este "é um reconhecimento do trabalho de excelência da pesquisa na ENSP que muito nos orgulha. Trata-se do esforço concentrado dos pesquisadores e do investimento feito na organização da área através do trabalho da Coordenação de Pesquisa".

O objetivo da relação é tornar disponível para empresas, agências especializadas na área de ciência e tecnologia, órgãos de governo, mídia e o grande público uma relação representativa da pesquisa de ponta realizada nos limites do estado do Rio de Janeiro. Foram oito pesquisadores da Escola contemplados em duas áreas do programa Cientistas do Nosso Estado. Francisco José Paumgartten, na área de Ciências Biológicas; e Adauto Araújo, Cláudio Jose Struchiner, Dora Chor, Maria Cecília de Souza Minayo, Maria do Carmo Leal, Marília Sá Carvalho, Sérgio Koifman e Simone Gonçalves de Assis, no tema Ciências da Saúde. No programa Jovem Cientista do Nosso Estado, Mônica Martins e Rosalina Jorge Koifman foram agraciadas na área Ciências da Saúde.

A pesquisa no Rio de Janeiro é muito carente de recursos e um prêmio como este que nos possibilita investir na pesquisa e na sua divulgação é fundamental. Por um lado, é um reconhecimento pelo investimento que fazemos na publicação das pesquisas e na formação de alunos, que é nossa vida profissional. Por outro, dá tranqüilidade e condições para administrarmos uma equipe, um grupo de pesquisa, avaliou Simone Assis, coordenadora executiva do Claves.

Para a coordenadora de Pesquisa da ENSP, Margareth Portela, o resultado representa um título paa a Escola. "É o reconhecimento do nosso capital humano, do valor do nosso corpo de pesquisadores", finaliza a pesquisadora.

Nosso trabalho é desenvolvido em equipe, e não de forma individual. Se trata de um reconhecimento de todo o esforço que a equipe do programa de Saúde Pública e Meio Ambiente, o Inca e outros parceiros vêm desenvolvendo na produção de conhecimento na área da epidemiologia ambiental. Não é um reconhecimento individual. Todo o nosso trabalho é articulado com diversas equipes que trabalham de forma coordenada em uma análise conjunta, destacou Sérgio Koifman, coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Púbica e Meio Ambiente.

Foram 539 cientistas contemplados nos dois projetos. O rigoroso processo de seleção exigiu dos pesquisadores produção científica ou tecnológica de alta qualidade, bem como reconhecida liderança nas respectivas áreas. Em evento no Palácio Guanabara, em outubro de 2007, o presidente da Faperj, Ruy Garcia Marques, destacou a importância desse tipo de bolsa para a ciência e tecnologia e revelou que em 2007 foram lançados 17 editais, totalizando 100 milhões de reais em bolsas, buscando sempre pesquisas que contribuam para melhorar a qualidade de vida da população.

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