Pesquisadora comenta sobre a incidência de doenças dentro dos presídios

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O número de mortes causadas por doenças em presídios teve crescimento excessivo nos últimos sete anos. O quantitativo aumentou cerca de 114%, segundo dados divulgados pelo Mecanismo para Prevenção e Combate à Tortura, órgão vinculado à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Dentre as enfermidades predominantes, há um colapso no controle de tuberculose, enquanto os casos de meningite foram reprimidos.

Em entrevista à Carta Capital, a pesquisadora do Departamento de Endemias Samuel Pessoa (Densp/ENSP) e líder do Grupo de Pesquisa em Saúde Prisional da Fiocruz, Alexandra Sanches, apontou que o retrocesso no que diz respeito à qualidade do sistema carcerário brasileiro ocorre pela desestruturação das unidades e adoção de políticas que vão contra estudos acadêmicos destinados à sua melhoria. "É possível ter um sistema prisional que funcione, que respeite os direitos humanos e ofereça um serviço de saúde da mesma qualidade do que é oferecido fora dos presídios. Essa é a meta constitucional", afirmou a pesquisadora.
 
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