Paulo Amarante comenta sobre os riscos causados pelo uso do eletrochoque

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A eletroconvulsoterapia (ECT), técnica criada na Itália por volta da década de 1930, pelo médico Ugo Cerletti, foi revolucionária para o tratamento de pacientes com esquizofrenia. A prática se popularizou e, inclusive, foi importada para o Brasil na década seguinte. Contudo, há os que temem ao uso inadequado do tratamento.

Em entrevista ao jornal 'O Globo', o coordenador do Laboratório de Atenção Psicossocial da ENSP (LAPS/ENSP/Fiocruz), Paulo Amarante, comenta a existência de registros da aplicação indevida do eletrochoque à pacientes internados em grandes hospitais psiquiátricos brasileiros, a fim de aquietar enfermos mais agitados. Frente a esse quadro abusivo, ele aponta os risco que a técnica oferece, tendo em vista os possíveis propósitos para sua utilização, como método de controle e tortura, por exemplo.

Clique aqui e leia a reportangem 'Do trauma à esperança', na íntegra.

A reportagem foi originalmente publivada na edição impressa do jornal 'O Globo', de segunda-feira, 12 de março de 2019. 

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