Reforma Trabalhista – a desvalorização do tempo e da vida

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Com a Reforma Trabalhista em vigor, o tempo, que é tão valorizado economicamente em uma sociedade que exige um ritmo veloz de produtividade, será cada vez mais escasso na vida do trabalhador, especialmente da mulher, que tem dupla e às vezes tripla jornada. Considerando as horas perdidas pelo trabalhador no transporte público nas idas ao trabalho e nas voltas para casa, no pouco tempo que sobra para o lazer e para os cuidados com a saúde, a situação pode se agravar com o provável aprofundamento da Reforma Trabalhista.
 
Em relação à redução do intervalo para o almoço, que não leva em consideração o deslocamento até o local da refeição, o tempo de espera para ser atendido e o tempo de volta ao ambiente de trabalho, a tendência será o consumo de fast food e de nenhum descanso. Tudo isso, poderá trazer efeitos prejudiciais à saúde do trabalhador.
 
Considerando saúde como – de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) – “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades”, é essencial que o trabalhador consiga tempo significativo para o descanso, para o lazer, para refletir sobre o trabalho e sobre a vida. Mas na era da investigação de Marte, da nanotecnologia, de impressoras 3D, da luta pela redução da jornada de trabalho para 6 horas, ainda tem gente dando “pirueta pra cavar o ganha-pão”. Leia as notícias, notas e textos acadêmicos sobre a Reforma Trabalhista
 

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