ENSP cobra solução de assassinatos e segue firme na luta pelos direitos humanos

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Já faz 1 mês que a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Pedro Gomes foram brutalmente assassinados nas ruas do Rio de Janeiro. Até agora, a polícia não tem solução para o caso. Também em março, o trabalhador da Fiocruz Matheus Melo de Castro, de 23 anos, foi morto saindo da igreja, na favela do Jacarezinho. A família acusa policiais militares de terem feito os disparos. A ENSP reafirma seu compromisso: não se calará diante de tal arbitrariedade e cobrará do poder público a investigação dessas execuções e a punição dos assassinos. 
 
A Escola não se abaterá, seguirá firme na luta pelos direitos humanos, contra o genocídio de pobres e negros e contra o racismo.
 
De acordo com informações oficiais, até agora ninguém foi identificado executor ou mandante do crime. Poucas informações foram divulgadas até o momento e as autoridades continuam investigando o caso. O ministro interino da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, afirmou que a investigação “está avançando, no entanto as informações estão restritas à polícia que está fazendo a investigação”. O ministro dos Direitos Humanos, Gustavo do Vale Rocha, afirmou estar acompanhando o caso, assim como cobrando os resultados dessas investigações. "Até agora, o que sabemos é que as investigações estão bem avançadas”.
 
 
*com informações da revista Exame

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