ENSP forma novos doutores e mestres em Saúde Pública

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banner_52anos.gifA primeira cerimônia de formatura de alunos de mestrado e de doutorado da ENSP foi marcada por reencontros, homenagens e premiações, na quinta-feira (14/09), no auditório térreo da Escola. Em seus 52 anos, a Escola se alimenta desses ciclos de entrada e saída de alunos, pesquisadores, professores, e nessa circunstância ela foi crescendo e se construindo. Portanto, queremos celebrar isso junto a vocês, disse o diretor da ENSP, Antônio Ivo de Carvalho, na abertura do evento, que lotou o auditório térreo com professores, pesquisadores, trabalhadores da ENSP e familiares dos alunos.

Além de Antônio Ivo, estavam na mesa de abertura da cerimônia o coordenador da Pós-Graduação, Carlos Machado; a coordenadora do Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Carelli (Claves/DEMQS/ENSP/Fiocruz), Cecília Minayo; a coordenadora de pesquisa da ENSP, Margareth Portela; a coordenadora da Escola de Governo, Tânia Celeste; a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, Elizabeth Artman; o vice-coordenador do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública e Meio Ambiente, Aldo Ferreira e o coordenador de Desenvolvimento Institucional e Gestão da ENSP, Pedro Barbosa.

De acordo com Antônio Ivo, os formandos das turmas de doutorado de 2002 e de mestrado de 2004 totalizam 1250 mestres e doutores formados em quase 30 anos dos programas de mestrado e de doutorado da ENSP. O diretor ressaltou a experiência e o enriquecimento que os alunos trazem para a Escola, ajudando na construção de uma instituição de excelência em saúde pública. O diretor fez ainda um breve histórico sobre a saúde pública no país, destacando as décadas de 1970 e 80, quando surgiram os ideais do SUS e a construção de uma saúde de acesso universal para todos.

Formatura0131AA.jpgEm seguida, Carlos Machado agradeceu os responsáveis pela realização da primeira cerimônia de formatura dos alunos da ENSP pela iniciativa inédita. A saúde não pode se restringir apenas à ciência, ao ensino e aos cursos. A vida e a saúde de uma instituição também são permeadas pela alegria, pela festa e pelos rituais. O término dessa etapa significa o início de outra, de relacionamentos, aproximações, continuidade do trabalho e compromisso com a saúde pública, disse.

O Paraninfo das Turmas foi uma das homenageadas da tarde. A professora Maria Cecília Minayo brindou a todos com suas palavras de incentivo e revelou que em 2007 completará cinqüenta orientandos, o que é motivo de orgulho e uma responsabilidade social. Minayo distribuiu aos formandos a nona edição de seu livro Desafio do Conhecimento e contou da sua dificuldade em revisá-lo. Também fez um alerta aos presentes: Não fazemos mestrado e doutorado para nós. Somos a elite da elite desse país e temos que transformar esse diploma em uma dádiva para a sociedade. O Brasil se encontra em 17º lugar em desenvolvimento científico e tecnológico no mundo, e só conseguimos isso graças ao esforço de instituições como a Fiocruz, finaliza.

Fechando a solenidade, a oradora das turmas de Mestrado e Doutorado, Mônica Siqueira Malta, destacou a importância que a ENSP teve e sempre terá na vida desses novos mestres e doutores em saúde pública, lembrando que cada um sabe de sua importância para a construção de uma saúde mais acessível para todos.

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