Altair Quintiliano da Silva, mais que funcionária do DCB, uma amiga

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Altair Quintiliano da Silva nasceu em Campos dos Goytacazes em 07 de setembro de 1933 e se mudou, ainda criança, para o Rio de Janeiro. Chegou a trabalhar como empregada doméstica para auxiliar sua mãe na manutenção da sua família e apresentava uma disposição invejável. Taíca, como era afetuosamente chamada, se entregava com afinco às suas atividades cotidianas e ainda encontrava tempo para atividades manuais, sua fonte de renda alternativa. Em 1965, aos 32 anos, ingressou na Fundação Oswaldo Cruz, na lavanderia da Escola Nacional de Saúde Pública. Foi logo transferida para o Departamento de Ciências Biológicas onde, por 27 anos, exerceu atividades de apoio aos laboratórios. Muitos destes anos dedicados, de forma zelosa, à manutenção dos animais de experimentação e também ao preparo e esterilização de materiais.

Além de suas características profissionais, Altair possuía qualidades humanas inquestionáveis. Embora irreverente, estava sempre atenta às necessidades dos que a cercavam, amparando-os com palavras e gestos simples e carinhosos. Taíca, que deixou quatro filhos - Lindinalva, Altacir, Dario e Jocerlan Quintiliano - possuía perfil aguerrido e determinado e mesmo nas maiores adversidades mantinha-se esperançosa e confiante. Sempre de bem com a vida.

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